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4ª temporada da Série “Diaspóricas” une Nara Couto a cantoras de Cabo Verde

  • Audiovisual, Destaque 1-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-12-14
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Nara Couto_Diaspóricas_Crédito: Juliana Cordeiro

Obra audiovisual inicia processo de internacionalização em sua 4ª temporada

A cantora e compositora baiana Nara Couto participou da 4ª temporada da série documental “Diaspóricas”, que está em fase de pós-produção. As gravações da série sobre musicistas negras da diáspora africana aconteceram em Praia, capital de Cabo Verde, e nas cidades de Cidade Velha e Tarrafal, além de uma breve passagem por Lisboa, em Portugal. Nara Couto foi o elo musical brasileiro para conectar com o grupo de batucadeiras Delta Ramatxada, representantes do ritmo tradicional cabo-verdiano batuku. Além desse encontro, a série acompanha as cantoras cabo-verdianas Zul Alves, Kady e Fattú Djakité. A iniciativa teve o apoio do Centro Cultural Brasil Cabo Verde.

“Essa é a segunda ou terceira vez que eu estive em Cabo Verde e para mim foi muito incrível. Dessa vez, fui sozinha para ter encontros, fazer boas trocas e poder entender um pouco mais quem eu sou. Mas acredito que com o passar do tempo a gente foi colocando um conceito de África e desses países PALOPS específicos, criando uma memória que talvez ela nunca existisse. Então, foi muito bom estar lá de olhos, peito, com o meu coração aberto, mente aberta. Estar em Cabo Verde foi o meu momento de contemplação, de contemplação da vida, de contemplação desse povo, de contemplação da minha própria vida, de resistência”, destaca Nara Couto.

Guiada pela temática “Oralituras”, a temporada prioriza um olhar sobre as tradições orais e a voz de mulheres de África inscrevendo memórias na história de aproximação cultural entre Brasil e Cabo Verde. Uma das artistas participantes da série, a cantora, compositora, artista plástica e ativista social, Fattú Djakité, é nascida na Guiné-Bissau e radicada em Cabo Verde desde a infância e teve sua carreira iniciada ainda na adolescência. Com passagens marcantes por palcos de países europeus e africanos, Fattú é fundadora da banda Azagua e reconhecida por seu ativismo com músicas que falam de liberdade, ancestralidade e empoderamento feminino.

Para ela, a conexão com o Brasil já faz parte de sua vida e ela acredita que a nova geração tem papel fundamental neste processo de manter a conexão do continente africano ao nosso país. “Eu sempre estive conectada com o Brasil, pelo seu tamanho, pela imensidão que é. Sinto que é uma ponte muito importante, até porque muitos de nós, no tempo da escravatura, tiraram-nos daqui de África e levaram para o Brasil. O meu sonho de conhecer o Brasil era mesmo ir para a Bahia e consegui realizá-lo em 2017, quando vim ao país gravar meu disco no Rio de Janeiro. Então, vi de perto a conexão que é. Eu senti a África dentro da Bahia, senti mesmo aquela conexão, a busca, a preservação também, através da cultura, das danças, da religião, do Candomblé. Então, eu sinto que é uma conexão secular. E a gente agora, na geração que a gente está, é tentar criar essa ponte o máximo possível. O sonho é ir para o Brasil, cantar, levar minha história, levar minha cultura, aproximar mais as pessoas de lá com a África e também ter mais brasileiros vindo para conhecer a África, Cabo Verde, Guiné, Angola, todos os países que forem precisos para vincular essa conexão”, comenta Fattú Djakité.

Internacionalização da Série ‘Diaspóricas’

Criado em 2022, o projeto Diaspóricas surgiu como série de curtas documentais, que narram histórias de mulheres negras e suas trajetórias na música brasileira a partir do Centro-Oeste do país. As duas primeiras temporadas, com cinco episódios cada, estão disponíveis gratuitamente no YouTube. Recém-lançada, a terceira temporada já está disponível no canal do YouTube, junto com as duas primeiras.

O projeto também deu origem a dois longas-metragens homônimos: Diaspóricas e Diaspóricas 2. O primeiro, premiado em festivais de cinema internacionais, e o segundo, em fase de distribuição. Em setembro, foi a vez de realizar o Festival Diaspóricas de Música e Cinema Negro, na cidade de Goiânia, capital de Goiás, com exibição de filmes, feira afroeempreendedora, oficinas e shows.

Nesta 4ª temporada, a série inicia seu processo de internacionalização, atravessando o Atlântico. Para Ana Clara Gomes, idealizadora do projeto e diretora da série, o retorno em África é uma necessidade que pessoas negras da diáspora têm, para se assentarem e entenderem a si mesmas a partir de memórias ancestrais do continente-mãe e o projeto cumpre seu papel de fazer esta conexão. “A gente atravessa o Atlântico na expectativa de encontros que são, na verdade, experiências de retorno. O encontro com nós mesmas, o encontro com as memórias que nos foram roubadas, o encontro com filosofias e formas de viver o mundo que fazem parte da nossa história”.

Mais do que filmar, Diaspóricas também propõe encontros. As gravações, que ocorreram entre 25 de junho a 11 de julho, foram realizadas por uma equipe reduzida de integrantes do projeto, que embarcou do Brasil rumo a Cabo Verde. Neste período em solo africano, o projeto contou com exibições de episódios das duas primeiras temporadas da série, seguidas de roda de conversa, além de exibição de filmes do coletivo Nhãnhas, grupo de cineastas e pesquisadoras cabo-verdianas ligadas à universidade, fortalecendo o intercâmbio entre realizadoras dos dois países.

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