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ABI apresenta Protocolo Antifeminicídio – Guia de Boas Práticas para a Cobertura Jornalística

  • Atitude, Comportamento, Destaque 1-atitude, Sub-Editoria Atitude
  • 2024-05-01
  • Sem comentários
  • 5 minutos de leitura

Foto: Ascom/ABI

Lançamento do guia, que propõe boas práticas para a cobertura da violência contra a mulher, reuniu comunicadores, profissionais da área de segurança pública, além de autoridades municipais e estaduais

A Associação Bahiana de Imprensa lançou o “Protocolo Antifeminicídio – Guia de Boas Práticas para a Cobertura Jornalística” durante coletiva de imprensa no auditório da instituição, no Centro Histórico de Salvador. O evento teve ampla participação de jornalistas, profissionais da área de segurança e do sistema de justiça, parlamentares, autoridades, além de representantes de entidades da sociedade civil.

O documento, apresentado inicialmente em formato e-book, visa contribuir para uma cobertura jornalística mais responsável, ética e sensível, que não revitimize as mulheres e seus familiares, e que ajude a combater a cultura de violência de gênero. O manual está disponível no site da ABI para baixar gratuitamente. (Download aqui)

Um guia prático dirigido a jornalistas e profissionais da comunicação, o Protocolo Antifeminicídio funciona como uma espécie de roteiro, podendo ser adaptado à apuração e redação de notícias sobre esses crimes.

Estiveram no local equipes da TV Cam, BandNews, TV Aratu, Rede Bahia, os jornais A Tarde e Correio, sites e portais noticiosos como o BNews e o Camaçari Agora, além de jornalistas que atuam em assessorias de imprensa.

O governador Jerônimo Rodrigues foi representado pela secretária de Políticas para as Mulheres, Elisângela Araújo, e pelo secretário de Comunicação Social, André Curvello. A secretária de Educação do Estado da Bahia, Adélia Pinheiro, esteve representada pelos professores Mateus Lago e Larissa Ferreira. O prefeito Bruno Reis foi representado pela secretária municipal de Comunicação, Renata Vidal, e pela secretária municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude – SPMJ Fernanda Lordêlo.

Escrevendo a mudança

A jornalista Suely Temporal, 2ª vice-presidente da ABI, abordou a importância do manual e o impacto esperado no tratamento jornalístico do tema violência contra a mulher. “Esse protocolo é uma prestação de serviço para os jornalistas e, ao mesmo tempo, uma prestação de serviço à sociedade, porque é através do jornalista que o cidadão se informa”, destacou.

Suzana Alice Pereira, conselheira consultiva da ABI, apresentou detalhes da publicação. Partiu dela a provocação para a entidade elaborar o documento. “Nos esforçamos para fazer uma coisa enxuta e palatável. Devo ressaltar que não somos as primeiras. Outros guias e iniciativas de alguns veículos serviram de inspiração”, ressaltou a jornalista.

Ela lembrou que o projeto teve as contribuições do pesquisador Nelson Cadena, diretor de Cultura da ABI, do presidente Ernesto Marques, além do apoio de toda a Diretoria Executiva, como o presidente da Assembleia Geral da ABI, Walter Pinheiro. A jornalista fez questão de ler a manifestação de apoio dada pelo jornalista Jorge Ramos, diretor da ABI falecido no início de abril.

“A minha participação foi principalmente com o caso de Julia Fetal, o primeiro feminicídio de que se teve notícia aqui no Brasil. A mídia encarou como um ‘crime romântico’. Eu acho que essa é uma iniciativa muito importante e o evento de hoje coroou isso. Um evento marcado por muita representatividade. Um evento onde se definiu uma parceria entre o governo e prefeitura em prol dessa questão”, avaliou Cadena.

Para o presidente executivo da ABI, Ernesto Marques, o principal público do Protocolo é o homem jornalista. “Embora as redações hoje sejam ambientes majoritariamente femininos, homens ainda ocupam a maioria dos postos de direção dos veículos. De que forma nós, jornalistas homens, estamos retratando esses fatos que envolvem violência de gênero?”, questionou. O dirigente agradeceu todas as presenças e convidou os colegas à consulta contínua do manual como recurso vivo e em evolução.

A Diretoria da ABI foi também representada por Luis Guilherme Pontes Tavares, 1º vice-presidente; Jaciara Santos, diretora de Comunicação; Amália Casal, 1ª secretária; Sara Barnuevo, vice-diretora de Finanças; Mara Santana, diretora de Defesa do Direito da Informação e dos Direitos Humanos; e Nelson José de Carvalho, diretor Social.

Com projeto gráfico assinado pela designer Daniela Alfaya, o protocolo é uma produção editorial da ABI, tendo sido proposto, escrito e defendido pelas mulheres da instituição, com o patrocínio da agência ATcom e apoio institucional do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado da Bahia (Sinjorba) e da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj). Moacy Neves e Fernanda Gama, presidente e vice-presidente do Sinjorba, respectivamente, e Cinthya Medeiros, diretora da ATcom, prestigiaram o lançamento.

Poder público unindo esforços

“Isso é fantástico, é uma coisa histórica”, elogiou o secretário de Comunicação do Estado da Bahia-Secom, André Curvello. Ele falou de sua preocupação com o fenômeno da desinformação e da falta de critério para o exercício do jornalismo no país, principalmente depois da retirada da obrigatoriedade do diploma. “Esse manual deve provocar uma discussão mais profunda e mais aguda. Temos hoje uma abundância de sites sem um jornalista responsável. Isso ocorre no Brasil inteiro”, constatou. O secretário assumiu o compromisso com a ABI para viabilizar a versão impressa do Protocolo.

Após uma provocação da colega Suely Temporal, o titular da Secom propôs uma oficina para as assessorias de comunicação. Ele convidou a jornalista Renata Vidal, secretária municipal de Comunicação, para unir esforços no enfrentamento do problema e articular ações em bene

Renata Vidal manifestou todo interesse em colaborar com a Secom estadual. “Eu me coloco à disposição e parabenizo a ABI por mais essa iniciativa. Fico feliz de ver pessoas reunidas em prol de uma causa tão importante e que precisa estar nos holofotes, ser discutida e ser enfrentada. Teria vergonha de saber que ocupei um cargo, tive oportunidades de fazer algo e não fiz. Vou encarar essa questão pela minha filha e por cada uma de nós”, afirmou ela, que atua na gestão do prefeito Bruno Reis estabelecendo o diálogo com a população soteropolitana.

“Eu fiquei muito feliz com essa iniciativa e por ter sido convidada para estar aqui hoje e fazer parte desse evento. Queremos lutar pela população baiana. Esse é um problema estrutural enfrentado pela sociedade brasileira e mundial. Chega de ver mulheres morrerem apenas por serem mulheres”, defendeu Elisângela Araújo, secretária de Políticas para Mulheres do Governo do Estado da Bahia.

“Quando uma mulher sofre violência e ela é exposta na mídia, muitas vezes, sem o devido preparo psicológico, a gente pode impor novas violências a essa mulher”, observou Fernanda Lordêlo, titular da Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres, Infância e Juventude – SPMJ. Na avaliação da secretária, o Protocolo representa uma forma de construir colaborativamente a melhor forma de combater, compartilhar e divulgar essas questões.

A coletiva teve também a presença do diretor de comunicação da Polícia Militar, coronel André Carvalho, do analista de comunicação do Sebrae Bahia, Pedro Soledade, representante do superintendente Jorge Khoury (SEBRAE); Rafael Flores e Thaís Faria (Defensoria Pública do Estado da Bahia); Victor Passos, assessor da vice-presidência de Auditoria do Instituto Rui Barbosa (IRB) e servidor do Tribunal de Contas do Estado da Bahia – TCE-BA; Zilan da Costa e Silva Moura (Associação Comercial da Bahia).

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