Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Aos 49 anos, Poliana Rocha rompe o silêncio sobre a menopausa e reacende debate sobre saúde feminina

  • Destaque 2-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2026-02-07
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Relato da influenciadora expõe desafios da transição hormonal e reforça a importância de informação, cuidado individualizado e acompanhamento médico, como alerta a pesquisadora Fabiane Berta

A influenciadora Poliana Rocha, 49 anos, decidiu transformar a própria experiência com a menopausa em um ato público de cuidado coletivo. Em vídeos publicados na sua rede social, ela conta aos seguidores os desafios que têm enfrentado durante a transição hormonal, tema que ainda é tratado com tabu e desinformação. Casada com o cantor sertanejo Leonardo e mãe de Zé Felipe, Poliana explicou que resolveu falar abertamente sobre o assunto para ajudar outras mulheres que vivem o mesmo processo, muitas vezes em silêncio.

A influenciadora relatou sintomas que vão muito além dos conhecidos fogachos, como alterações emocionais, insônia, queda de desejo sexual, impacto na rotina e reacendeu nas redes uma discussão urgente: o quanto as mulheres ainda sofrem por não terem acesso à informação clara, acolhimento médico e tratamento adequado.

Para a médica e pesquisadora Fabiane Berta, referência nacional em menopausa, o relato de Poliana evidencia um problema antigo. “Quando falamos de menopausa, estamos falando de metade da população do país. Ignorar isso é ignorar saúde pública”, afirma.

Segundo a especialista, o que falta não é coragem das mulheres, mas políticas de cuidado, orientação baseada em evidências e atenção individualizada. “A menopausa não é o fim de nada. É o início de uma versão mais lúcida, consciente e dona de si.”

A pesquisadora explica que existem mais de 70 sintomas possíveis durante o climatério e que a experiência de cada mulher é única. Alterações de humor, secura vaginal, insônia, lapsos de memória, flutuações hormonais intensas e risco aumentado de doenças ósseas e cardiovasculares fazem parte de um quadro complexo. “A escuta é essencial. Não existe um roteiro padrão, e o corpo começa a mudar anos antes da última menstruação”, pontua.

Fabiane Berta reforça que a desinformação ainda é uma barreira enorme e que relatos como o de Poliana têm um papel decisivo para romper estigmas e encorajar outras mulheres a procurarem ajuda. A médica costuma responder, em consultas e palestras, a perguntas que vão desde “o que é a menopausa?” até dúvidas sobre riscos, sintomas, fertilidade e diagnóstico. Para ela, compreender o processo é a primeira etapa de um cuidado que deve ser contínuo e respeitoso.

Segundo a especialista, a menopausa não deve ser encarada como um declínio, mas como uma fase que exige atenção integral à saúde física, emocional e sexual. “Informação, acolhimento e tratamento personalizado são fundamentais. Cada mulher vive a menopausa de um jeito único e todas têm o direito de viver essa transição com dignidade, prazer e qualidade de vida.”

Sobre Fabiane Berta:
Fabiane Berta é médica e pesquisadora (CRMSP 151.126), integrante do Science Medical Team – OB-GYN Specialist. É mestranda no setor de Climatério | Menopausa e pesquisadora adjunta no setor da Endometriose | Dor pélvica pela UNIFESP. Possui pós-graduação em Endocrinologia, Neurociências e Comportamento. É fundadora do MyPausa, iniciativa que propõe um registro nacional da menopausa nos 27 estados do Brasil para promover uma reforma na saúde feminina, com foco em acessibilidade a tratamentos atualizados e respeito à diversidade regional. Atua como PI sub e chefe do Steering Committee do Estudo MyPausa (Science Valley) e como coordenadora da Saúde Feminina para a Arnold Conference 2026.

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorLongevidade feminina: o desafio de viver mais e melhor na maturidade
PróximoNegra Cor intensifica agenda de verão e aposta em nova música para o CarnavalNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Salvador 477 anos: moradores contam os melhores motivos para passar uma tarde em Itapuã

26 de março de 2026

Larissa Luz homenageia Gilberto Gil em apresentação gratuita no aniversário de Salvador

26 de março de 2026

‘Amor de Primeira’ divulga programação completa

26 de março de 2026

Descubra como usar abacate para hidratar cabelos cacheados e crespos

25 de março de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Salvador 477 anos: moradores contam os melhores motivos para passar uma tarde em Itapuã

Larissa Luz homenageia Gilberto Gil em apresentação gratuita no aniversário de Salvador

‘Amor de Primeira’ divulga programação completa

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui