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Aos 49 anos, Poliana Rocha rompe o silêncio sobre a menopausa e reacende debate sobre saúde feminina

  • Destaque 2-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2026-02-07
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Relato da influenciadora expõe desafios da transição hormonal e reforça a importância de informação, cuidado individualizado e acompanhamento médico, como alerta a pesquisadora Fabiane Berta

A influenciadora Poliana Rocha, 49 anos, decidiu transformar a própria experiência com a menopausa em um ato público de cuidado coletivo. Em vídeos publicados na sua rede social, ela conta aos seguidores os desafios que têm enfrentado durante a transição hormonal, tema que ainda é tratado com tabu e desinformação. Casada com o cantor sertanejo Leonardo e mãe de Zé Felipe, Poliana explicou que resolveu falar abertamente sobre o assunto para ajudar outras mulheres que vivem o mesmo processo, muitas vezes em silêncio.

A influenciadora relatou sintomas que vão muito além dos conhecidos fogachos, como alterações emocionais, insônia, queda de desejo sexual, impacto na rotina e reacendeu nas redes uma discussão urgente: o quanto as mulheres ainda sofrem por não terem acesso à informação clara, acolhimento médico e tratamento adequado.

Para a médica e pesquisadora Fabiane Berta, referência nacional em menopausa, o relato de Poliana evidencia um problema antigo. “Quando falamos de menopausa, estamos falando de metade da população do país. Ignorar isso é ignorar saúde pública”, afirma.

Segundo a especialista, o que falta não é coragem das mulheres, mas políticas de cuidado, orientação baseada em evidências e atenção individualizada. “A menopausa não é o fim de nada. É o início de uma versão mais lúcida, consciente e dona de si.”

A pesquisadora explica que existem mais de 70 sintomas possíveis durante o climatério e que a experiência de cada mulher é única. Alterações de humor, secura vaginal, insônia, lapsos de memória, flutuações hormonais intensas e risco aumentado de doenças ósseas e cardiovasculares fazem parte de um quadro complexo. “A escuta é essencial. Não existe um roteiro padrão, e o corpo começa a mudar anos antes da última menstruação”, pontua.

Fabiane Berta reforça que a desinformação ainda é uma barreira enorme e que relatos como o de Poliana têm um papel decisivo para romper estigmas e encorajar outras mulheres a procurarem ajuda. A médica costuma responder, em consultas e palestras, a perguntas que vão desde “o que é a menopausa?” até dúvidas sobre riscos, sintomas, fertilidade e diagnóstico. Para ela, compreender o processo é a primeira etapa de um cuidado que deve ser contínuo e respeitoso.

Segundo a especialista, a menopausa não deve ser encarada como um declínio, mas como uma fase que exige atenção integral à saúde física, emocional e sexual. “Informação, acolhimento e tratamento personalizado são fundamentais. Cada mulher vive a menopausa de um jeito único e todas têm o direito de viver essa transição com dignidade, prazer e qualidade de vida.”

Sobre Fabiane Berta:
Fabiane Berta é médica e pesquisadora (CRMSP 151.126), integrante do Science Medical Team – OB-GYN Specialist. É mestranda no setor de Climatério | Menopausa e pesquisadora adjunta no setor da Endometriose | Dor pélvica pela UNIFESP. Possui pós-graduação em Endocrinologia, Neurociências e Comportamento. É fundadora do MyPausa, iniciativa que propõe um registro nacional da menopausa nos 27 estados do Brasil para promover uma reforma na saúde feminina, com foco em acessibilidade a tratamentos atualizados e respeito à diversidade regional. Atua como PI sub e chefe do Steering Committee do Estudo MyPausa (Science Valley) e como coordenadora da Saúde Feminina para a Arnold Conference 2026.

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