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As mulheres são mais impactadas pela fome emocional do que os homens

  • Bem Estar, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2024-01-22
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Quando o comer é uma forma de recompensa ou para lidar com suas emoções positivas ou negativas , e não por uma necessidade fisiológica de repor energia – como o comportamento demonstrado por Yasmin Brunet no Big Brother Brasil.

De acordo com o levantamento realizado pelo Instituto Ipec, 69% das mulheres já se pegaram comendo chocolate, pizza ou outras guloseimas em situações que estavam para baixo ou chateadas, enquanto 48% dos homens disseram sentir o mesmo. Entre as que têm IMC > 30 kg/m², um dos índices que caracterizam a obesidade , o número sobe para 75%.

As mulheres também se destacam como o gênero que mais sente craving, uma vontade repentina e incontrolável de comer um alimento específico, como um doce ou fritura, em busca pelo prazer imediato: 37% delas afirmam tê-lo sempre ou quase sempre e somente 22% dos homens afirmam o mesmo. Apenas 7% das mulheres afirmam nunca sentir craving.

Entre o total de pessoas que afirmam conhecer a diferença entre a fome fisiológica e a fome emocional, 73% são mulheres e 61% são homens. No segmento de pessoas com IMC > 30 kg/m², 20% das mulheres disseram que já sentiram fome emocional, mas, mesmo tendo ciência do que estão sentindo, não conseguiram controlar o impulso.

Apesar de citarem a atividade física regular (28%) e a alimentação saudável (20%) como as principais medidas de saúde que deveriam iniciar o quanto antes, 59% das mulheres afirmam que conhecem alguém ou já fizeram uso de medicamento para emagrecer sem acompanhamento médico.

“Além de poder apresentar riscos à saúde, o uso de medicamentos para emagrecer sem acompanhamento médico pode prejudicar o processo de perda de peso e gerar frustrações na paciente. O tratamento mais eficaz varia com a causa da obesidade ou do sobrepeso, por isso o sucesso no processo de emagrecimento irá depender da avaliação do médico sobre o perfil alimentar, estilo de vida e histórico de saúde da paciente. Quem tem fome emocional, por exemplo, necessita de um tratamento que atue tanto na área do cérebro que regula o apetite, quanto no sistema de recompensa mesolímbico” comenta Dra. Fabiana Cyrulnik, gerente médica da área de Obesidade na Merck Brasil.

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