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Cabíria Prêmio de Roteiro e Cabíria Lab abrem inscrições até o dia 31

  • Audiovisual, Destaque 2-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2024-03-18
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Cena do longa-metragem ‘Levante’, que teve roteiro de Lillah Halla e Maria Helena Morán Atencio premiado no Cabíria Prêmio de Roteiro de 2017 (Foto: divulgação)

Atividades integram a 6ª edição do Cabíria Festival que será realizado no 2° semestre

Seguem até dia 31 de março as inscrições do 9º Cabíria Prêmio de Roteiro e do Cabíria LAB. As iniciativas fazem parte da Rede Cabíria de Talentos, que articula ações voltadas para a valorização de roteiristas e histórias com protagonismo feminino na diversidade de sua expressão. Para se inscrever, basta acessar o site www܂cabiria܂com܂br O valor da inscrição é de R$ 150 (cento e cinquenta reais). Roteiristas trans, negras, indígenas e PcDpoderão solicitar gratuidade nas inscrições, e roteiristas oriundas de periferias, mães-solo e associades da ABRA (Associação Brasileira de Roteiristas e Autores), recebem 20% de desconto nas inscrições, conforme regulamento.

O Prêmio e o Cabíria LAB já somam 130 roteiros contemplados que, anualmente, avançam em seus estágios de produção e tornam-se obras para diferentes telas como cinema e streaming. Dentre eles, o incensado “Levante”, roteiro de Maria Helena Morán Atencio e Lillah Halla, que também assina a direção. Premiadas em 2017, o filme estreou nos cinemas brasileiros em fevereiro deste ano. Sua carreira internacional começou no Festival de Cannes, em 2023, onde recebeu o Prêmio de Melhor Filme pela Federação Internacional dos Críticos e coleciona, até o momento, 25 premiações em festivais pelo mundo.

“O Prêmio Cabíria chegou para nós durante um período em que o filme parecia estar se tornando uma possibilidade real, pois vínhamos da residência da Fundación Carolina e tínhamos ganhado o FSA, mas o Brasil estava entrando nas trevas. O caminho seria longo, mas o prêmio foi muito importante para a gente ganhar ainda mais coragem e força para seguir adiante com essa história que, quanto mais tempo se passava, mais urgente e explosiva se tornava, até ser o Levante que ela é hoje”, ressalta a roteirista Maria Helena Morán Atencio.

Já o Cabíria LAB é um laboratório com foco em projetos audiovisuais em fases iniciais e intermediárias de desenvolvimento. A dinâmica do LAB abrange consultorias e masterclasses de especialistas para o impulsionamento de carreiras de roteiristas e seus conteúdos originais. As categorias contempladas são “longa-metragem de ficção”, “longa-metragem de ficção infantojuvenil” e “série de ficção”.

O Prêmio Cabíria, rumo a sua nona edição, é considerado uma das premiações mais relevantes do país e se destina a roteiros de longa-metragem de ficção em estágio avançado de desenvolvimento. A iniciativa tem o objetivo de conectar histórias originais de autoras estreantes, ou não, ao mercado audiovisual e contribuir para a realização de obras com protagonismo feminino nas telas e atrás das câmeras. A premiação inclui soma em dinheiro, consultorias, bolsas e/ou descontos em cursos, além do passaporte para a Rede de Talentos do Projeto Paradiso, instituição que investe em formação profissional, geração de conhecimento e impulsionamento de talentos do audiovisual.

Os roteiros e/ou projetos inscritos nas duas chamadas – Prêmio Cabíria e Cabíria LAB – precisam ter ao menos uma protagonista feminina e ser de autoria de roteiristas autoidentificadas mulheres, podendo ser em coautoria com pessoa(s) de identidade(s) e expressões de gênero diversas. A temática é livre. Os resultados com os roteiros e projetos selecionados serão divulgados em julho e a premiação e laboratório se darão no âmbito do Cabíria Festival, no segundo semestre.

A diretora e produtora executiva do festival, Vânia Matos, comemora: “temos muita satisfação em afirmar que o Prêmio e o Cabíria LAB integram o calendário do audiovisual brasileiro e somam como elos da rede de ações afirmativas de democratização dessa cadeia produtiva “.

Marília Nogueira, idealizadora do Prêmio Cabíria, corrobora: “Observar anualmente obras cujos roteiros passaram pela premiação chegarem ao público é emocionante e renova as energias para ampliar a ação para mais autoras e histórias”.

Sobre a Rede Cabíria de Talentos

Criada inicialmente como um Prêmio de Roteiro dedicado a histórias escritas e protagonizadas por mulheres, ao longo de nove anos, a Rede Cabíria de Talentos já premiou 70 histórias e beneficiou 50 projetos, exibiu obras audiovisuais de mais de 200 realizadoras, além de impulsionar a carreira de dezenas de roteiristas e cineastas.

Nas telas, já é possível ver obras cujos roteiros passaram pela premiação, como “A nuvem rosa”, de Iuli Gerbase, aclamado em sua estreia no Festival de Sundance (2021); “A mesma parte de um homem”, de Ana Johann, vencedora do Prêmio Helena Ignez – destaque feminino pelo Júri Oficial da 24ª Mostra de Cinema de Tiradentes (2021); “A felicidade das coisas”, de Thais Fujinaga, que teve premiére mundial no Festival de Rotterdam – IFFR (2021) e “Levante”, de Lillah Halla e Maria Helena Morán Atencio, que estreou no Festival de Cannes (2023) e segue carreira em festivais. E ainda outros em fase de desenvolvimento ou de produção como “Sangue do meu sangue” de Rafaela Camelo, e “Talismã” de Fernanda Chicolet e Thais Fujinaga, o recém-filmado “Criada” de Carol Rodrigues, e o “Avenida Beira-Mar”, de Maju Paiva e Bernardo Florim, em fase de pós-produção.

Articuladas como ações transversais, o Cabíria Festival, Prêmio Cabíria, e Cabíria Lab formam os três pilares de sustentação da Rede Cabíria de Talentos que visa mobilizar roteiristas, cineastas e storytellers com o objetivo comum de impulsionar talentos do audiovisual, contribuir para a igualdade de gênero e diversidade na cadeia produtiva, agregando criadores de identidades de gênero diversas e da comunidade LGBTQIAPN+.

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