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Saiba as principais causas do câncer de próstata, previna, se proteja e trate

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2024-10-09
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Entenda como fatores genéticos, estilo de vida e até a cor da sua pele influenciam no risco de desenvolver o câncer de próstata, uma das doenças mais comuns entre os homens.

Quando se fala em saúde masculina, o câncer de próstata é sempre um dos temas de maior preocupação e, por um bom motivo: esse tipo de câncer é o segundo mais comum entre homens no mundo todo. Somente no Brasil, mais de 68 mil novos casos são diagnosticados todos os anos. Mas por que alguns homens desenvolvem a doença enquanto outros não? E, mais importante, o que podemos fazer para diminuir esse risco?

Para entender melhor esse assunto, é essencial explorar as principais causas e fatores de risco associados ao câncer de próstata. Embora algumas delas não possam ser alteradas, como idade e genética, há outras que dependem diretamente de nossos hábitos e escolhas de vida. Dr. Alexandre Sallum Bull, urologista e especialista no cuidado integral da saúde, explica quais são os maiores vilões e como é possível se proteger.

O tempo é um fator que não podemos ignorar
Se você é um homem acima dos 50 anos, o risco de desenvolver câncer de próstata já é consideravelmente maior do que o de alguém mais jovem. Na verdade, mais de 70% dos casos ocorrem em homens com mais de 65 anos. Mas por que isso acontece?

À medida que envelhecemos, nosso corpo passa por diversas transformações celulares, e a próstata, um órgão altamente dependente de hormônios, é especialmente vulnerável a essas alterações. Com o tempo, há uma maior probabilidade de mutações, o que pode levar ao desenvolvimento de um tumor. Portanto, a recomendação é começar o rastreamento a partir dos 50 anos ou mais cedo, se houver histórico familiar.

Genética
Se o seu pai, avô ou irmão teve câncer de próstata, é hora de redobrar a atenção. Homens com um histórico familiar da doença têm um risco significativamente maior de desenvolvê-la. E não estamos falando de um pequeno aumento — em alguns casos, o risco pode ser até duas vezes maior!

A genética desempenha um papel fundamental. Certas mutações, como nos genes BRCA1 e BRCA2, que também estão ligados ao câncer de mama e ovário nas mulheres, podem predispor os homens ao câncer de próstata. O rastreamento genético é importante nesses casos, pois pode orientar medidas preventivas mais agressivas.

Dieta: você é o que você come
Você sabia que o que você coloca no prato diariamente pode influenciar diretamente a saúde da sua próstata? Dietas ricas em gorduras saturadas, como carnes vermelhas e laticínios integrais, estão associadas a um maior risco de câncer em geral.

Quando a alimentação é pobre em frutas e vegetais e excessiva em alimentos processados e ricos em gorduras, há uma tendência ao aumento da inflamação e à disfunção celular. Isso, aliado a um estilo de vida sedentário, cria um ambiente propício para o desenvolvimento do câncer.

Por outro lado, incluir no cardápio alimentos ricos em antioxidantes, como tomate (rico em licopeno), brócolis e outras verduras crucíferas, pode ter um efeito protetor. “Pequenas mudanças no estilo de vida, como aumentar a ingestão de frutas cítricas e diminuir o consumo de carnes gordurosas, podem fazer uma grande diferença”, aconselha o Dr. Alexandre Sallum Bull.

Sedentarismo: a falta de movimento que pode custar caro
Manter-se ativo não só ajuda a controlar o peso, mas também reduz os níveis de hormônios e fatores de crescimento que alimentam o crescimento do câncer. Estudos mostram que homens que praticam atividade física regularmente têm um risco menor de desenvolver formas agressivas de câncer de próstata.

Um estilo de vida sedentário aumenta a inflamação no corpo e contribui para um ambiente metabólico propício ao crescimento tumoral. Isso porque a falta de atividade física afeta a maneira como nosso organismo processa hormônios como a testosterona, que tem um papel direto no desenvolvimento desse tipo de câncer.

Prostatite como um alerta
Prostatite, ou inflamação crônica da próstata, pode ser um fator de risco subestimado. Quando a glândula prostática está inflamada de forma recorrente, o corpo tende a responder com renovação celular constante, o que pode predispor a mutações e, consequentemente, ao câncer.
“Se você sofre com sintomas persistentes de dor ao urinar, desconforto na região pélvica ou micção frequente, é importante investigar. A prostatite crônica pode não ser apenas um problema incômodo, mas um sinal de alerta para algo mais sério”, alerta o médico.

Prevenção
Então, como se proteger? Entender quais são os fatores de risco e como eles se aplicam ao seu caso pessoal é essencial. Isso permite um acompanhamento mais personalizado e intervenções precoces que salvam vidas.
Manter uma dieta balanceada, praticar exercícios regularmente, evitar exposição a toxinas e fazer exames anuais de PSA e toque retal a partir dos 50 anos (ou antes, se houver histórico familiar) são atitudes que podem fazer toda a diferença.

O Dr. Alexandre Sallum Bull conclui destacando que o câncer de próstata é uma doença complexa e silenciosa, mas a boa notícia é que grande parte dos casos pode ser tratada com sucesso quando detectada precocemente. Entender os fatores de risco e adotar medidas preventivas desde cedo pode não apenas proteger a saúde da próstata, mas também proporcionar uma vida longa e saudável.
Se você ou alguém que você conhece está em um grupo de risco, não espere. Procure orientação especializada e fique atento aos sinais — sua saúde vale esse cuidado.

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