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Casa de Cultura Eduardo Cabus inaugura Exposição Coletiva de Pinturas com seis artistas

  • Artes Visuais, Destaque 2, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-12-11
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

A Casa de Cultura Eduardo Cabus realiza a Exposição Coletiva de Pinturas, reunindo obras de Fernando Bernardes, Ney Costa, Antonio Figueiredo, Albano D’Ávila, Rodolpho Caramundo e Bruno Vandystadt (BV). A mostra celebra a pluralidade de trajetórias, técnicas, narrativas e sensibilidades que marcam a produção contemporânea desses artistas, convidando o público a um mergulho profundo e emocional no universo das artes visuais. Os preços das obras estão disponíveis sob consulta.

Fernando Bernardes – Memória, terra e cotidiano

Natural de São Felipe, no Recôncavo Baiano, Fernando Bernardes Souza desenvolve uma pesquisa que transita entre pintura, desenho, escultura e performance. Mestre em formação pela UFBA, o artista utiliza pigmentos de terra coletados em zonas rurais de sua cidade natal para criar obras que dialogam com ancestralidade, etnia, memória e vida cotidiana.

As pinturas “Raspando Mandioca” e “Embate” nascem do contato direto com mulheres trabalhadoras do campo, registradas em fotografias e transpostas para a tela em tons terrosos, texturas e luz que evocam força, sensibilidade e resistência. São obras que celebram a simplicidade e a potência da vida rural, revelando a relação íntima entre matéria e narrativa.

BV – O poeta das cores

Criado na Bahia e com raízes no Rio de Janeiro, Bruno Vandystadt (BV) cresceu influenciado pelo pai, o arquiteto e artista Nelson Philippe. Autodidata, desenvolve uma pintura marcada pela emoção e pelo expressionismo intuitivo. Suas cores, muitas vezes pouco literais, transformam a realidade em poesia visual.

Em sua série “The Art of Dancing by BV”, o artista convida o público a mergulhar em um imaginário vibrante e visceral, construído em acrílico sobre tela, onde cor e movimento se tornam extensão de seu estado emocional.

Antonio Figueiredo – Alegorias híbridas

Com trajetória reconhecida em salões e espaços culturais do país, o artista Antonio Figueiredo, natural de Maracás (BA), apresenta desenhos em nanquim sobre papel da série “Híbridos”. São pequenas composições que misturam figuras siamesas, seres alados e corpos metamorfoseados entre humanos e animais.

As obras funcionam como alegorias visuais do mundo contemporâneo: seres simultaneamente agressivos e frágeis, simbólicos, instáveis — um reflexo direto das complexidades morais, políticas e sociais do tempo presente.

Ney Costa – A força instintiva do gesto

Pintor naïf brasileiro, Ney Costa constrói telas guiado pela intuição e pela emoção. Sua obra é marcada por composições vibrantes, de cores intensas e contrastes marcantes, que apresentam uma linguagem própria entre o ingenuamente expressivo e o simbolicamente profundo.

Em “VIDA”, destaca-se a abstração em amarelo e verde, uma celebração cromática que convida o público a uma leitura sensorial e aberta.

Albano D’Ávila – A expressão da geração 70

Ator e artista plástico da geração 70, residente em Salvador, Albano D’Ávila apresenta obras de sua fase expressionista, parte de seu acervo. Trabalhando de forma multimídia, Albano explora a força gestual, o impacto das cores e uma construção dramática que traduz inquietações pessoais e coletivas.

Rodolpho Caramundo – O impulso primitivo da criação

Para Rodolpho Caramundo, pintar é um ato de libertação. Sua obra surge de um impulso espontâneo, quase infantil, guiado pela recusa às convenções acadêmicas e pela busca de um diálogo terapêutico com o próprio mundo interior.

Com referências ao caos e ao inacabado, suas pinturas assumem contornos trágicos e cômicos, revelando fragilidade e força. Caramundo propõe uma arte que acolhe, ressignifica e desperta — um convite para que cada indivíduo encontre seu próprio lugar no mundo.

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