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Casos de demência aumentam na América Latina. Conheça os tratamentos promissores

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2024-11-21
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

A demência é uma crescente preocupação de saúde pública na América Latina. Um estudo recente publicado por pesquisadores da USP, que teve como base países como Brasil, Argentina, Peru, Bolívia, Chile, Honduras e México, mostrou que a doença afeta cerca de 8,5% da população idosa da região e o grupo mais vulnerável é de mulheres a partir de 65 anos de idade. 

O estudo destaca que fatores socioeconômicos, como baixa escolaridade, pobreza e acesso limitado a cuidados de saúde, aumentam o risco de surgimento da doença. Além disso, o estudo menciona que o diagnóstico tardio é comum em regiões onde o acesso a serviços de saúde é limitado, o que agrava o tratamento e o suporte para os pacientes e seus cuidadores, que muitas vezes são familiares.

Ainda segundo o estudo, 54% dos casos de demência, como o Alzheimer, por exemplo, poderiam ser evitados durante a vida com a prevenção de condições como obesidade, sedentarismo e depressão. 

Os desafios e as soluções para o bem-estar dos pacientes com demência

A condução dos sintomas neuropsiquiátricos em pacientes com demência é um dos maiores desafios enfrentados por médicos e cuidadores. 

Agitação, apatia, distúrbios do sono, depressão, ansiedade, psicose e distúrbios alimentares são sintomas comuns a todos os tipos de demência, como Alzheimer e demência vascular, por exemplo, e impactam profundamente na qualidade de vida dos pacientes e, por consequência, de seus cuidadores.

Muitas vezes amenizados com antipsicóticos, a redução dos efeitos desses sintomas ganhou novos aliados nos últimos anos. Segundo a Dra. Mariana Maciel, médica especialista em medicina canabinoide e CEO da Thronus Medical, o CBD tem se mostrado uma alternativa promissora na redução de sintomas neuropsiquiátricos que a doença causa. 

“O CBD têm atuação similar a medicamentos antipsicóticos tradicionais, mas sem os efeitos colaterais indesejados que muitas vezes agravam outros aspectos da condição, como os sintomas motores. Ele atua na redução de sintomas como agitação, ansiedade e até psicose, além de aumentar a ativação neuronal do paciente e elevar os seus níveis de dopamina.”

Recentemente, um outro estudo publicado no PubMed trouxe evidências adicionais sobre o potencial do CBD no tratamento de sintomas neuropsiquiátricos associados à demência. A pesquisa demonstrou que o óleo rico em CBD, com alta concentração de CBD e baixa de THC (50:1), reduziu significativamente sintomas como agitação e ansiedade em 94,9% dos pacientes acompanhados, além de diminuir o estresse dos cuidadores. 

A Dra. Mariana Maciel também indica terapias que auxiliem no processo da melhora do paciente, além dos fármacos. “Nestes casos, é sempre importante que haja atividades que complementem o tratamento, como a terapia ocupacional, a estimulação cognitiva e uma nutrição adequada.”

A médica completa enfatizando a importância de uma abordagem personalizada no tratamento. “Cada paciente responde de maneira diferente ao tratamento, por isso é fundamental ajustar a dosagem e a forma de administração conforme necessário. O CBD não produz efeitos psicoativos. Mesmo assim, só deve ser utilizado sob prescrição médica, com respeito às orientações determinadas pelo prescritor.”

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