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Conselho Federal de Medicina libera tratamento com ozônio

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-10-10
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Crédito: Freepik

Ortopedista David Sadigursky destaca os limites do uso da ozonioterapia 

Recentemente, o Conselho Federal de Medicina (CFM) autorizou o uso da ozonioterapia em situações específicas, o que reacendeu o debate sobre o real papel dessa técnica. Evidências clínicas indicam benefícios a curto prazo em casos de osteoartrite de joelho em estágio avançado, em determinados protocolos para hérnia de disco lombar e como adjuvante no tratamento de feridas crônicas de difícil cicatrização, como o pé diabético. 

Para o ortopedista David Sadigursky, especialista em joelho e trauma do esporte com estudos em terapia celular, o ozônio não deve ser entendido como um tratamento regenerativo ou milagroso, mas sim como uma ferramenta terapêutica que pode ter efeito analgésico, anti-inflamatório e melhorar a oxigenação local, modulando vias de inflamação. 

“Comparando com o que já utilizamos, o ácido hialurônico segue sendo uma opção válida para artroses iniciais, trazendo bons resultados clínicos. O PRP e os ortobiológicos oferecem evidências crescentes e, em alguns cenários, efeitos mais duradouros. Já o ozônio se encaixa como uma ferramenta complementar, de menor custo e fácil aplicação, mas com evidência científica ainda mais limitada. A sua indicação atual, portanto, existe, mas é restrita a casos muito específicos, em especial quando o objetivo principal é redução da dor e melhora funcional em osteoartrite grau 3 e 4. Para artroses iniciais, os resultados com ácido hialurônico convencional são semelhantes, sem a necessidade de aumentar o custo do tratamento”, afirma.

Segundo Sadigursky, é essencial contextualizar o uso do ozônio dentro da prática ortopédica moderna. “O ozônio pode ter papel adjuvante em alguns casos de dor crônica, mas não substitui terapias mais consolidadas, como o uso de ortobiológicos — a exemplo de células mesenquimais e plasma rico em plaquetas —, que muitas vezes são aplicados por meio de infiltrações guiadas por ultrassom, além de fisioterapia avançada e protocolos de reabilitação funcional. A base do tratamento é entender as características individuais de cada paciente, orientar quanto à mudança do estilo de vida e instituir medidas físicas e não medicamentosas como exercícios, alimentação saudável, controle do peso e saúde do sono. Depois as medicações e medidas mais convencionais que quando falham se faz necessário a intervenção com infiltrações articulares e extra articulares, que podem ser realizadas seja com ácido hialurônico, hidrogeis ou ortobiológicos, além dos anestésicos nos bloqueios de nervos periféricos para melhorar o ciclo vicioso da dor e modular a inflamação crônica”, reforça. 

Com a regulamentação, a expectativa é que novos ensaios clínicos de maior porte sejam realizados no Brasil, permitindo padronizar doses, vias de aplicação e protocolos de segurança. Até lá, especialistas recomendam cautela na indicação. “É positivo termos novas possibilidades terapêuticas, mas é fundamental que o paciente esteja bem informado sobre benefícios e limitações antes de iniciar qualquer protocolo”, conclui Sadigursky.

Sobre David Sadigursky

David Sadigursky é ortopedista graduado em Medicina pela Universidade Federal da Bahia, mestre em Cirurgia do Joelho pela Universidade de São Paulo (USP) e doutorando pela Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública (EBMSP). Ele realizou fellowship em Doenças da Cartilagem e trauma esportivo na Harvard Medical School, em Boston, EUA, e em cirurgia ortopédica de artroplastia do joelho no Hospital CLINIC, em Barcelona, Espanha. Possui pós-graduação em Clínica da Dor pelo CTD e em Intervenção em Dor pela Universidade da Coreia, em Seul. É membro titular da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia (SBOT), da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Joelho (SBCJ) e da Sociedade Brasileira de Artroscopia e Traumatologia do Esporte (SBRATE). Participa ativamente da Sociedade Internacional de Artroscopia, Cirurgia do Joelho e Esporte (ISAKOS) e é membro associado das sociedades de dor e medicina regenerativa, como SBRET, SBED e SOBRAMID. Atualmente, é sócio da Clínica Omane e diretor do centro de estudos em terapias celulares.

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