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Com sensação térmica podendo a chegar a 70º C, é hora de reforçar os cuidados com os idosos

  • Destaque 1-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2025-02-14
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Foto: Martin Harvey/GettyImages

Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia afirma que as pessoas dessa faixa-etária precisam redobrar os cuidados para enfrentar esses dias

Nos próximos dias, as regiões Sudeste, Sul, Centro-Oeste e Nordeste podem ser afetadas por uma onda de calor, cuja sensação térmica pode chegar a 70º C. A projeção está baseada na tabela de Climatologia Aplicada da Universidade de São Paulo (USP). Esse calor excessivo está previsto para até o dia 21 de fevereiro.

Apesar de o Sol ser um aliado da saúde, é preciso cuidado, especialmente para a população 60+, que pode sofrer mais com os efeitos do calor. De acordo com o geriatra e presidente da SBGG, Dr. Marco Túlio Cintra, a desidratação e a hipertermia, quando o corpo atinge uma temperatura mais elevada que o normal, além do próprio câncer de pele, são os principais problemas que o idosos podem enfrentar com a exposição errada ao Sol. Ele explica que se deve atentar aos sintomas desse aumento da temperatura. Entre os mais comuns estão a tontura, a dor de cabeça e o mal-estar. “Estes sintomas podem evoluir para situações mais graves, como desmaios e crises convulsivas. Por isso, todo cuidado e atenção são necessários”, explica.

Água

A questão da hidratação precisa ser levada a sério. Dr. Cintra revela que pessoas idosas tendem a ter a sensação de sede reduzida, além da dificuldade de troca de calor. Segundo ele, o mecanismo da sede pode estar reduzido na pessoa idosa, o que pode levá-la a uma diminuição na ingestão de líquidos e, por essa razão, há a necessidade de estimular esse consumo. “Artifícios como água saborizada, sucos leves, chás frios e água de coco podem ser usados, pois garantem a hidratação adequada”, afirma o geriatra, ratificando que é importante evitar bebidas alcoólicas, cafeinadas ou muito açucaradas, pois podem contribuir para a desidratação. Alimentos ricos em água, como frutas, entre elas melancia, melão e laranja auxiliam na hidratação, assim como alguns vegetais, como pepino e abobrinha. “É fundamental estar atento a sinais como lábios e língua secos, diminuição do volume da urina, alterações de comportamento, confusão mental, tontura e fadiga. Tudo isso pode indicar que o idoso está desidratado.”

Manter uma alimentação balanceada fará a diferença na estação mais quente do ano. Dr. Cintra relata que o ideal é dar preferência a refeições leves e de fácil digestão, evitando alimentos gordurosos e pesados. Por essa razão, saladas, frutas frescas e proteínas magras são bem-vindas. “O armazenamento adequado dos alimentos precisa de atenção a fim de prevenir intoxicações alimentares, que são comuns no Verão”, diz.

Outro ponto importante é a temperatura. Manter a pessoa 60+ em ambientes frescos e ventilados é outro cuidado fundamental para garantir a melhor qualidade de vida durante o Verão. Assim, o uso de ventiladores ou ar-condicionado estão liberados, principalmente para evitar que os locais fiquem abafados, especialmente nos dias mais quentes. E caso o idoso não tenha acesso a ambientes climatizados, vale um passeio a espaços públicos refrigerados, como shoppings. “Soma-se a isso o fato de não o expor ao Sol durante o horário de pico, entre 10h e 16h, além do uso de protetor solar com fator de proteção alto (FPS 30 ou superior) em todas as áreas expostas da pele, mesmo nos dias nublados, e usar as chamadas proteções físicas, como roupas leves, claras e de tecido natural, como o algodão, que facilita a transpiração, boné, chapéu e óculos de sol para proteger a cabeça e os olhos da radiação solar”, observa, o geriatra e presidente da SBGG, ao comentar que o Brasil tem um clima que é quente não apenas no Verão e, por essa razão, esses cuidados precisam ser tomados durante todo o ano, independentemente da estação. “Em um país topical e com dimensões continentais como o Brasil é difícil delimitar os cuidados apenas durante um período do ano. O fato é que a pessoa idosa é mais suscetível a temperaturas extremas, tanto as mais elevadas quanto as mais baixas, por isso devem estar atentas, inclusive familiares e cuidadores”, atesta.

Atente-se!

Já as atividades físicas devem ser realizadas apenas nos horários mais frescos, como início da manhã ou final da tarde, dando preferência a exercícios leves, entre eles caminhadas, alongamentos e hidroginástica. “Mesmo com a temperatura mais amena, não se pode abrir mão da garrafa de água para manter a hidratação”, orienta o geriatra, ao explicar que momentos de socialização em ambientes seguros e frescos devem ser incentivados com o intuito de evitar o isolamento, algo comum em períodos de calor extremo. De acordo com o Dr. Cintra, atividades relaxantes que não exigem esforço físico excessivo, como leitura, jogos de tabuleiro e assistir filmes cumprem muito bem essa tarefa. “Para os idosos acamados ou como mobilidade reduzida, a família ou os cuidadores devem mudá-los de posição várias vezes ao dia para evitar desconforto e lesões na pele. Além disso, é preciso checar se o colchão e as roupas de cama são confortáveis para a estação, redobrando os cuidados com a hidratação e a ventilação do ambiente.”

Sobre a SBGG

A Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), fundada em 16 de maio de 1961, é uma associação civil sem fins lucrativos que tem como principal objetivo congregar médicos e outros profissionais de nível superior que se interessem pela Geriatria e Gerontologia, estimulando e apoiando o desenvolvimento e a divulgação do conhecimento científico na área do envelhecimento. Além disso, visa promover o aprimoramento e a capacitação permanente dos seus associados.

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