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Conheça seis mitos e verdades sobre a saúde da população negra

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-11-21
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Especialista explica que desconstruir mitos é essencial para fortalecer políticas de equidade e garantir que todos tenham acesso à saúde

O cuidado integral à população negra é um dos principais desafios da saúde pública no Brasil. Embora o país tenha avançado na construção de políticas específicas, como a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra (PNSIPN), mitos históricos e desigualdades persistentes ainda interferem diretamente no acesso, na qualidade e nos resultados dos atendimentos.

Para Priscila Cristiane Ferreira Honório, psicóloga do Hospital Regional de Jundiaí, administrado pelo Instituto de Responsabilidade Sírio-Libanês, o racismo é um determinante social da saúde e precisa ser reconhecido como tal. “A discriminação racial afeta o modo como as pessoas chegam aos serviços, como são acolhidas, como têm sua dor validada e até quais tratamentos recebem. Desconstruir mitos é essencial para fortalecer políticas de equidade e garantir que todos tenham acesso às mesmas oportunidades de cuidado”, afirma.

Para reforçar a importância do tema, a psicóloga reuniu abaixo alguns mitos e verdades que ajudam a esclarecer conceitos fundamentais e evidenciam por que combater o racismo é também uma ação de saúde:

1 – Pessoas negras sentem menos dor (Mito!)

Não há qualquer diferença biológica que justifique esse mito. Pesquisas relatam que profissionais de saúde, muitas vezes de forma inconsciente, acreditam que pessoas negras “suportam mais dor”. Isso leva a condutas inadequadas, atrasos em diagnósticos, subprescrição de analgésicos, o que agrava o sofrimento e compromete tratamentos.

2 – A população negra morre mais por causas evitáveis (Verdade!)

Estudos mostram que pessoas negras têm maior mortalidade por doenças que poderiam ser prevenidas ou tratadas precocemente, como hipertensão, diabetes, doenças cardiovasculares e causas maternas. Isso reflete desigualdades históricas no acesso e na qualidade do cuidado.

3 – Mulheres negras têm maior risco de morrer no parto (Mito!)

A mortalidade materna é maior entre mulheres negras. No entanto, isso não se deve a fatores biológicos e sim sociais como dificuldade de acesso ao pré-natal, subestimação da dor e discriminação direta.

4 – Homens negros têm maior risco de câncer de próstata (Verdade!)

Estudos mostram que 60% dos casos de câncer de próstata ocorrem em homens negros. Fatores biológicos como variações genéticas podem dar um grau de risco maior desta doença para esta população. No entanto, fatores sociais como a dificuldade do acesso à saúde também impactam em diagnósticos tardios.

5 – Hipertensão é uma doença naturalmente mais frequente em negros (Mito!)

Existe uma maior prevalência de hipertensão na população negra, mas o fato está associado muito mais a desigualdades sociais, estresse crônico e acesso limitado a cuidados do que a fatores exclusivamente biológicos. Reduzir o debate à genética invisibiliza o impacto das desigualdades.

6 – Racismo dificulta o acesso ao diagnóstico precoce (Verdade!)

A população negra enfrenta mais barreiras de acesso a consultas, exames e especialistas, o que aumenta o tempo entre o aparecimento dos sintomas e o diagnóstico impactando negativamente doenças como câncer, doenças crônicas e condições infecciosas.

Sobre o Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês

O Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês (IRSSL) tem como missão contribuir de forma efetiva para a melhoria contínua dos serviços prestados pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Fundado em 2008, por iniciativa da Sociedade Beneficente de Senhoras Hospital Sírio-Libanês, com o compromisso de ampliar as ações sociais dedicadas ao desenvolvimento da saúde pública, o Instituto é uma organização sem finalidade lucrativa, de natureza filantrópica e diretamente ligada à missão do Hospital Sírio-Libanês, que prevê o desenvolvimento social responsável.

Considerado umas das organizações sociais de saúde mais importantes do País, o Instituto atua com o propósito de compartilhar excelência na saúde pública com relevância social, a partir de valores institucionais como solidariedade, excelência e resultado.

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