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Dieta do Atlântico vem chamando atenção de especialistas

  • Bem Estar, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2024-03-08
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Priorizando frutas, vegetais, legumes e peixes frescos, a dieta diminui riscos de doenças cardíacas e obesidade

A dieta tradicional do norte de Portugal e noroeste da Espanha, conhecida popularmente como a dieta do Atlântico, vem chamando a atenção de profissionais da saúde. Isso porque as escolhas alimentares dessa dieta podem ser uma boa proposta para melhorar a saúde cardíaca e diminuir o risco de doenças que podem levar a óbito, como câncer e obesidade.

Um estudo publicado na revista JAMA Network Open, descobriu que a dieta do Atlântico reduziu modestamente a incidência de síndrome metabólica, uma combinação de pressão arterial mais alta, açúcares no sangue e triglicerídeos. Isso diminuiria a longo prazo os riscos de doença cardíaca coronária, diabetes, acidente vascular cerebral e outras condições graves de saúde.

Como funciona a dieta do Atlântico?

De acordo com a médica Lorena Balestra, a dieta é baseada em alimentos cultivados ou encontrados localmente, muito parecida com a dieta mediterrânea que foi uma tendência no ano de 2023. “Os benefícios dessa dieta também podem ser aplicados a outras culturas. Por ser à base de plantas, a alimentação é rica em fibras, vitaminas e minerais. Também inclui peixe fresco, batatas normalmente consumidas em sopas de vegetais, pão integral e consumo moderado de álcool”, explica a especialista.

Assim como a dieta mediterrânea, com a maioria das calorias de cada refeição vindo de frutas, vegetais, grãos, sementes, e azeite extra-virgem. “Esse tipo de dieta à base de vegetais e cereais ajuda a combater o diabetes e o ganho de peso. Ainda, a carne vermelha é usada com muita moderação, geralmente apenas para dar sabor a pratos. Isso diminui os riscos de doenças cardiovasculares”, acrescenta Balestra.

A especialista explica que eles consomem boas quantidades de peixes ricos em ácidos graxos como o ômega-3, enquanto ovos, laticínios, porco e aves são consumidos em porções muito menores do que na dieta ocidental tradicional. “A dieta atlântica se concentra em comida caseira, com ênfase nas interações sociais entre amigos e familiares. Alimentação consciente e com socialização, preparada em família, com ingredientes frescos. Eles também praticam exercícios como caminhada e ciclismo durante o dia”, destaca a profissional.

Essa atenção aos alimentos, desligando a televisão e celulares, concentrando-se no momento em família, mastigando lentamente, fazendo pausas entre as mordidas, ajuda a controlar melhor as porções. Isso faz com que as pessoas não comam além do necessário.

Outros estudos mostraram que consumir uma dieta atlântica pode reduzir a resistência à insulina, a pressão arterial sistólica, o colesterol total, o índice de massa corporal (IMC) e a circunferência da cintura. Uma pesquisa de 2021 descobriu que manter a dieta do Atlântico por três anos produziu um risco 14% menor de morte precoce por qualquer causa relacionada à alimentação ao longo de 10 anos em adultos com mais de 60 anos.

A Dra. Lorena Balestra, com a colaboração do Pós-Doutor em Neurociências e formado em Nutrição Clínica, desempenhou um papel crucial na concepção e validação do Método 40P/30G/30C. Neste método, a sequência dos alimentos está intimamente ligada à maneira como nosso corpo metaboliza e absorve nutrientes, preconizando uma ingestão composta por 40% de proteínas, seguidas por 30% de gorduras saudáveis e, por fim, 30% de carboidratos.

Sobre a Dra. Lorena Balestra

Lorena é médica pós-graduada em nutrologia e endocrinologia. Em 2013 fez um workshop de biologia molecular na Michigan State University, em Michigan. Pesquisadora no CPAH – Centro de Pesquisa e Análises Heráclito.

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