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Dor no peito é problema cardíaco que ataca principalmente mulheres

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-08-20
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Créditos: Divulgação / Hospital São Marcelino Champagnat

Pacientes podem ter exames cardíacos normais e ainda sofrer risco grave; saiba como identificar e tratar a tempo

Mais de 932 mil pessoas morreram no Brasil, em 2024, por causas relacionadas à saúde, violência ou acidentes. As doenças do coração ocupam o topo da lista, sendo responsáveis por mais de 237 mil óbitos, segundo dados do Painel de Monitoramento da Mortalidade, do Ministério da Saúde. 

Agora, um novo exame para avaliação de angina microvascular está disponível no Brasil, e o Hospital São Marcelino Champagnat, de Curitiba (PR), é um dos pioneiros na realização. “É comum atendermos pacientes com dor no peito ou isquemia causada por obstrução nas grandes artérias, algo que conseguimos diagnosticar e tratar por meio do cateterismo. No entanto, há um percentual significativo de pacientes, principalmente mulheres, que apresentam artérias normais, mas cujo problema está na microcirculação, formada por artérias microscópicas que não são visíveis no cateterismo e que podem sofrer obstruções capazes de causar dor no peito”, explica a cardiologista Sarah Fagundes.

Cerca de 70% dos pacientes com esse problema são mulheres, o que está diretamente relacionado a fatores anatômicos, hormonais e meniscos fisiopatológicos distintos que envolvem  Disfunção microvascular  e alteração da vasorreatividade. “Alterações nos níveis de estrogênio, comuns após a menopausa, afetam o equilíbrio da vasodilatação arterial. Doenças autoimunes e processos inflamatórios crônicos — mais prevalentes entre as mulheres — também comprometem o endotélio e a reatividade dos vasos. Além disso, as artérias femininas, em geral mais finas e tortuosas,  podem dificultar a circulação sanguínea”, destaca a cardiologista. 

Quando fazer o exame

A investigação da angina microvascular deve ser considerada pelo médico em pacientes com sintomas típicos de angina ou equivalentes anginosos, ou ainda em casos de isquemia identificada por exames como cintilografia do miocárdio, ecocardiograma de estresse ou ressonância magnética, mas sem evidências de obstruções nas principais artérias coronárias.

No check-up, esse exame não é indicado. “Nem todos os pacientes precisam realizá-lo. A prioridade inicial é avaliar as grandes artérias coronárias, pois elas representam a causa mais comum de angina (dor no peito) e isquemia (falta de circulação sanguínea). Somente quando estão normais e os sintomas persistem é que se justifica investigar a microcirculação, um processo mais detalhado e, muitas vezes, invasivo”, ressalta Sarah.

Diferenças no tratamento após o diagnóstico

Confirmar o diagnóstico é fundamental para direcionar o tratamento e melhorar o prognóstico. Sem a identificação correta, é comum que os pacientes tenham múltiplas internações e se submetam a repetidos cateterismos sem alterações relevantes, enquanto a causa real dos sintomas está na microcirculação.

O tratamento inclui medicamentos específicos para a disfunção microvascular, aliados ao controle rigoroso de fatores de risco cardiovascular, como hipertensão, dislipidemia (colesterol alto), diabetes e obesidade. A prática regular de atividade física e mudanças no estilo de vida são pilares essenciais para melhorar a função endotelial e a saúde das artérias.

“Tratar a causa exata, e não apenas os sintomas, é a chave para reduzir as crises de dor no peito e prevenir complicações futuras”, reforça a cardiologista do Hospital São Marcelino Champagnat.

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