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Cabíria Festival celebra mulheres e diversidade no audiovisual

  • Audiovisual, Destaque 2-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2024-07-10
  • Sem comentários
  • 7 minutos de leitura

Mato Seco em Chamas

O Festival disponibiliza duas mostras on-line pela SPCine Play até 4 de agosto.

Com uma programação diversa, contendo obras de diferentes gêneros, debates e atividades formativas, o Cabíria Festival, dedicado à representatividade feminina e à diversidade no audiovisual, chega a sua sexta edição. Em São Paulo, entre os dias 18 e 24 de julho, o CineSesc será palco da mostra de filmes e encontros com cineastas e a ESPM receberá as atividades de formação, entre elas masterclasses, painéis e palestras. Ampliando seu alcance, o festival estará em todo o Brasil através da plataforma Spcine Play, que disponibilizará as obras até o dia 4 de agosto. Toda a programação é gratuita. O 6º Cabíria Festival é realizado pela Laranjeiras Filmes e Sesc São Paulo, com patrocínio da Spcine e Lei Paulo Gustavo.

Uma seleção de 31 produções – entre longas, média e curtas – integram esta edição do festival. No CineSesc concentra-se a Mostra Cabíria, com curadoria da pesquisadora e distribuidora Letícia Santinon e da jornalista e doutoranda em Meios e Processos Audiovisuais (ECA/USP) Mariana Queen Nwabasili. Serão 15 obras distribuídas em sessões seguidas de encontros com cineastas e pensadoras, além de uma sessão especial no domingo, 21, às 15h, dentro do CineClubinho – indicada para todas as idades, que apresentará seis produções com classificação livre, entre elas duas animações. No Spcine Play estarão disponíveis filmes da Mostra Cabíria e uma Mostra Foco da cineasta celebrada da edição, que poderão ser vistos mediante cadastro na plataforma. Confira em www.cabiria.com.br

O recorte curatorial da edição propõe o incentivo à liberdade para abrir os roteiros das histórias e, com isso, borrar as fronteiras narrativas que irradiam da realidade e desafiam a naturalização de conduções narrativas esquemáticas, no cinema e fora dele, para questionar se o presente superou perspectivas ditatoriais, colonialistas e suas hierarquias autorais que estabeleceram canonizações excludentes, levando a uma programação que inclui filmes de ficção, documentário e obras que friccionam de maneira inventiva os limites entre essas instâncias.

Entre os filmes de destaque estão os longas Fernanda Young — Foge-me ao controle, de Susanna Lira, que convida os espectadores a mergulharem na mente complexa e apaixonante da artista; a obra restaurada de ficção Sambizanga (1972), da célebre cineasta francesa Sarah Maldoror (1929-2020); e o documentário Histórias que Nosso Cinema (Não) Contava, de Fernanda Pessoa, um filme de montagem que faz uma releitura histórica sobre o período da ditadura militar no Brasil retratada através de imagens e sons exclusivos das pornochanchadas, o gênero mais visto e produzido no país durante a década de 1970.

Entre os curtas destacam-se a ficção científica Se eu tô aqui é por mistério, suspense de Clari Ribeiro, que conta com elenco estelar com Aretha Sadick, Zezé Motta, Helena Ignez, Bruna Linzmeyer e Lore Motta; Cabana, de Adriana de Faria, premiado como melhor curta da Première Brasil no Festival do Rio em 2023; o documentário Rami Rami Kirani, de Mawapãi Huni Kuin e Luciana Huni Kuin, sobre os aprendizados, as transformações e a força da ayahuasca através das mulheres da etnia Huni Kuin; e o experimental A field guide to the ferns da cineasta e artista visual de origem palestina Basma al-Sharif. Os encontros com as cineastas contarão com mediadoras e debatedoras como a curadora Marcia Vaz, a ativista indígena Guarani, escritora e psicóloga Geni Núñez, a atriz Olívia Torres, a jornalista Soraya Misleh, entre outras convidadas.

Na sessão de abertura, no dia 18, no CineSesc, serão exibidos os icônicos Ôri e Abá, da diretora Raquel Gerber, ambos com montagem de Cristina Amaral, a cineasta celebrada desta edição. Ôrí (1989) foi o primeiro longa da carreira da expoente montadora brasileira, que tem no currículo mais de 60 obras e 14 premiações. Ao longo de sua trajetória, Cristina trabalhou em parceria com diferentes cineastas, com destaque para Carlos Reichenbach, com quem colaborou em Alma Corsária (1993) e mais seis obras; o seu parceiro de vida e trabalho Andrea Tonacci, com quem montou Serras da desordem (2006), entre muitos outros; além de realizadores contemporâneos como Adirley Queirós e Joana Pimenta, diretores do multipremiado Mato seco em chamas (2023); Jô Serfaty, no longa Um filme de Verão (2019) e Renata Martins no curta “Sem asas” (2019). Um encontro com as cineastas Cristina Amaral e Raquel Gerber está programado para o último dia do festival, com mediação das curadoras.

A sessão de encerramento, no dia 24, será com a obra Terminal Norte, média-metragem da cineasta argentina, Lucrecia Martel. Também neste dia, em evento de encerramento no Cineclube Cortina, serão feitas as premiações do 9º Cabíria Prêmio de Roteiro para a categoria de longa de ficção. A primeira colocada passará a integrar a cobiçada Rede de Talentos do Projeto Paradiso, instituição de promoção do audiovisual brasileiro. Haverá ainda o anúncio do Prêmio Selo ELAS Cabíria Telecine, que oferece ao projeto vencedor uma consultoria com especialistas das equipes Elo Studios e Telecine. O Prêmio Cardume Cabíria, em conjunto com a plataforma de streaming Cardume, premiará três roteiristas para o desenvolvimento de roteiros de curtas-metragens.

“É emocionante ver o Prêmio Cabíria chegar a sua 9ª Edição e, com isso, ter tantas obras com roteiros premiados nas telas e em produção. Tão empolgante quanto é observar um festival que nasceu de um prêmio e valoriza as narrativas audiovisuais, suas autorias e expressividades diversas, crescer e criar raízes no calendário brasileiro”, comemora Marília Nogueira, idealizadora do Cabiria Prêmio de Roteiro e correalizadora do festival.

A PROGRAMAÇÃO FORMATIVA

Na ESPM, serão realizados encontros que promovem oportunidades para aprendizados e troca de conhecimentos. Para participar, é recomendado se inscrever previamente através do site do festival. Entre essas atividades, destacam-se, duas masterclasses: com a pesquisadora e cineasta Nayla Guerra, que fará uma revisão da história do cinema brasileiro, colocando em primeiro plano filmes de curta-metragem dirigidos por mulheres no período da ditadura civil-militar, e com a roteirista Iana Cossoy Paro que, a partir de questionamentos, fará provocações que estimulem a escrita ou reescrita de relatos para o audiovisual.

O bate-papo entre Duda Porto de Souza, head de conteúdo da Maria Farinha Filmes, e a cineasta e antropóloga Maira Bühler vai abordar como a formação em antropologia da cineasta compõe seus trabalhos como roteirista de longas e séries de ficção. A palestra com a cineasta e doutoranda em Comunicação Kariny Martins traz um olhar voltado aos filmes criados a partir da experiência colonial e as narrativas do Cinema Negro nacional. Já o estudo de caso com a escritora e roteirista Maria Elena Morán, as atrizes Ayomi Domenica e Heloísa Pires e a diretora de arte María Mesquita promoverá uma sessão comentada do filme Levante, no qual será abordado o processo criativo de desenvolvimento e arranjos de produção da obra, que obteve o 1º lugar no Prêmio Cabíria, em 2018.

O filme Avenida Beira-Mar, de Maju de Paiva e Bernardo Florim, será tema de painel com participações da cineasta, Barbara Sturm, diretora da Elo Studios e criadora do Selo ELAS, juntamente com Gabriel Cohen, do Telecine, e Gabriel Corrêa e Castro, da Viralata Produções. O roteiro foi contemplado em 2020 com o Prêmio Selo ELAS Cabíria Telecine, que impulsionou a produção da obra, ainda inédita no Brasil. A programação de painéis inclui ainda o debate sobre os desafios de uma curadoria global e representativa, entre as curadoras da mostra de filmes do festival e a curadora chefe da Berlinale Shorts, Anna Henckel-Donnersmarck; o Painel Globo – Melodrama: revisitações e representatividade, com a diretora e roteirista Larissa Fernandes e a autora roteirista Renata Sofia, com mediação da jornalista Paula Jacob; e as oficinas de Crítica Cinematográfica e Filmografias Feministas, ministradas pelas jornalistas e críticas de cinema Flavia Guerra e Lorenna Montenegro,e de Desenvolvimento e Internacionalização de projetos audiovisuais com o especialista Adrien Muselet.

Também na programação, o Encontro LAB – Rádio Novelo Apresenta – “As possibilidades do áudio” reunirá as jornalistas Bárbara Rubira, Bia Guimarães e Carol Pires, com mediação de Branca Vianna, para contar histórias apuradas por elas e as estratégias narrativas usadas em cada pauta.

“Comemoramos mais uma edição do Cabíria Festival que, através da conquista de novos parceiros, promove uma ampla programação de filmes, atividades formativas e encontros entre cineastas e pensadoras do audiovisual. Desejamos com isso ampliar o alcance e a fruição do público, e a nossa contribuição para uma produção audiovisual mais interessada na diversidade e provocativa de mudanças na frente e atrás das telas, e para a audiência como um todo”, declara Vânia Matos, diretora e produtora executiva do festival.

A 6ª Edição do Festival, entre 18 de julho a 04 de agosto, é realizada pela Laranjeiras Filmes e Sesc, com correalização da Ipê Rosa Produções, patrocínio da Spcine e Lei Paulo Gustavo, parcerias da Embaixada da França, Goethe-Institut Rio de Janeiro, MUBI, Projeto Paradiso, Telecine, ESPM, ABRA, Instituto Dona de Si e Café com Angu Filmes, e apoio cultural da Globo, Elo Estúdios, Selo ELAS, Ateliê Escreva Criatura, FRAPA, Etc Filmes, Serie LAB, Cardume Curtas, Final Draft, Cover Fly, Canal Curta, Imprensa Mahon, Revista Piauí e Agência Febre.

Serviço:

CineSesc

R. Augusta, 2075 – Cerqueira César, São Paulo – SP

Programação de 18 a 24 de julho

Mostra de Filmes + Encontros com Cineastas

Retirada de ingresso 1 hora antes de cada sessão, sujeito à lotação

ESPM

Rua Dr. Álvaro Alvim, 123 – Vila Mariana, São Paulo – SP

Programação de 18 a 21 de julho

Painel, Oficina, Workshops e Encontros com inscrições prévias

SPCINE PLAY

Programação de 18 de julho a 4 de agosto

O FESTIVAL

O Cabíria Festival Audiovisual é um evento anual de difusão de obras realizadas por cineastas mulheres e criadores da comunidade LGBTQIAPN+.
Desde 2015, na articulação de uma Rede de Talentos Femininos do Audiovisual, foi criado inicialmente como um Prêmio de Roteiro dedicado às histórias escritas e protagonizadas por mulheres.

A partir de 2019 a iniciativa se expande para o formato de Festival e promove uma programação em formato híbrido – presencial em São Paulo e online para todo o Brasil – com foco em protagonismo feminino e diversidade.

Através de ações transversais, com uma ampla rede de parcerias, visa impulsionar talentos e contribuir para o debate e ações afirmativas acerca da igualdade de gênero e da diversidade na cadeia produtiva do audiovisual.

A 6ª Edição do Festival, enntre 18 de julho a 04 de agosto, é realizada pela Laranjeiras Filmes com correalização da Ipê Rosa Produções, patrocínio da Spcine e Lei Paulo Gustavo, apoio do Sesc, parcerias da Embaixada da França, Goethe-Institut Rio de Janeiro, MUBI, Projeto Paradiso, Telecine, ESPM, ABRA, Instituto Dona de Si e Café com Angu Filmes, e apoio cultural da Globo, Elo Estúdios, Selo ELAS, Ateliê Escreva Criatura, FRAPA, Etc Filmes, Serie LAB, Cardume Curtas, Final Draft, Cover Fly, Canal Curta, Imprensa Mahon, Revista Piauí e Agência Febre.

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