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Encontro Mangangá: Som dos berimbaus abriu encontro de capoeiristas na capital baiana

  • Dança, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta
  • 2024-08-20
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

O Farol da Barra, um dos pontos turísticos da capital baiana, foi palco da abertura do 23° Encontro Cultural e Intercâmbio Internacional de Capoeira Mangangá, evento que vai movimentar a cidade de 18 a 25 de agosto com diversas atividades culturais. A programação segue nesta segunda-feira com uma roda de conversa, vivência e capoeiragem, no Centro de Treinamento Mangangá, em Simões Filho, município da região metropolitana de Salvador.

No largo do Farol, uma grande roda de capoeiristas foi formada para marcar o início das atividades. Logo na abertura, os mestres mais conceituados deram espaço para que as crianças se apresentassem. O público pôde assistir a roda formada por pequenos com idade a partir de dois anos até jovens adolescentes. Depois foi a vez dos mais graduados exibir o gingado.

Nos oito dias do evento, as atividades ganharão os bairros Pau Miúdo, Sete de Abril, Tancredo Neves, Terreiro de Jesus, Cabula, Comércio: Mercado Modelo e Arena da Capoeira: oficinas de percussão, dança afro, teatro, samba de roda, maculelê, berimbalada, musicalidade e puxada de rede. Rodas de conversas, vivência, mostra de cinema, aulão público, arrastão musical, batizado, troca de graduações e formatura.

Na edição 2024, a Associação Cultural de Capoeira Mangangá está homenageando o lendário “Besouro Mangangá” – Manoel Henrique Pereira – capoeirista baiano, nascido em Santo Amaro da Purificação, que no início do século XIX tornou-se o maior símbolo da Capoeira da Bahia. Além disso, por seus poderes “sobrenaturais”, consagrou-se um personagem lendário/mitológico para os praticantes da Capoeira.

“Essa homenagem ao centenário de morte de Besouro é de fundamental importância para nós capoeiristas e para a cultura. Besouro virou um mito, um símbolo da resistência negra a toda violência que a sociedade impôs aos homens e mulheres que construíram o país com grilhões em suas pernas e braços. Pouco se sabe sobre Manuel Henrique Pereira – filho de Maria José conhecida como Maria Aifa e João Matos Pereira conhecido como João Grosso” disse Tonho Matéria, organizador do evento.

A programação estará voltada a uma reflexão sobre o tema com objetivo de salvaguardar, preservar e divulgar ainda mais a história de um herói nacional, esquecido por muitos, por representar uma classe oprimida, que não conseguia registrar a própria história por falta de oportunidades. Além de fortalecer os saberes tradicionais e promover o direito à cultura, o projeto pretende demonstrar estéticas simbólicas e políticas, embasado na mais ampla e rigorosa base empírica. Daí, a necessidade urgente da revolução da capoeira desde a era Besouro Mangangá.

Programação completa no @aldeiatribalproducoes e @blocodacapoeiraoficial

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