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Especialistas explicam mitos e verdades sobre saúde pélvica na maturidade

  • Destaque 1-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2025-11-23
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Ginecologista e fisioterapeuta pélvica da Ginelife respondem às principais dúvidas das mulheres maduras.

A saúde íntima da mulher madura tem ganhado destaque em uma abordagem mais ampla, que considera corpo, mente e comportamento. No climatério e na menopausa, oscilações hormonais intensas afetam diretamente a saúde pélvica e sexual, trazendo sintomas que ainda são cercados de tabus.

A ginecologista Dra. Ana Carolina Romanini, da clínica Ginelife, explica que a queda natural de estrogênio nessa fase reduz o fluxo sanguíneo na pelve. “Durante o climatério e a menopausa, também pode ocorrer atrofia vulvovaginal, ressecamento, perda de elasticidade, dor, desconforto na relação sexual e diminuição da libido”, destaca a especialista.

A fisioterapeuta pélvica Dra. Laura Barrios reforça que a saúde pélvica influencia o bem-estar diário em todas as fases da vida. Por isso, o acompanhamento especializado é fundamental. “O assoalho pélvico é um conjunto de músculos, tecidos e nervos que sustenta órgãos como bexiga, útero e reto. Ele participa do controle urinário e fecal e tem papel central na sexualidade feminina”, destaca.

A seguir, os especialistas esclarecem mitos e verdades comuns entre mulheres no climatério e na menopausa.

Estresse e alterações hormonais afetam a libido.
Verdade.
 Oscilações hormonais e rotina estressante podem reduzir o desejo sexual. Avaliações regulares ajudam a identificar causas e tratamentos.

O desejo sexual sempre diminui na maturidade.
Mito.
 O “Manual de Atenção à Mulher no Climatério/Menopausa”, do Ministério da Saúde, aponta que algumas mulheres relatam queda de libido, enquanto outras vivenciam maior liberdade e aumento do desejo.

Exercícios pélvicos melhoram a incontinência urinária.
Verdade.
 A fraqueza do assoalho pélvico pode causar incontinência urinária, fecal e disfunção sexual. Exercitar e fortalecer essa musculatura faz diferença direta na qualidade de vida.

A flacidez vaginal não tem tratamento.
Mito.
 Sinais como perda de sensibilidade, dificuldade de orgasmo e sensação de afrouxamento podem indicar flacidez vaginal. Tratamentos fisioterapêuticos com exercícios específicos ajudam a fortalecer a musculatura, sempre com acompanhamento profissional.

Mulheres maduras precisam de lubrificantes ou hidratantes vaginais.
Verdade.
 No climatério, especialmente após a menopausa, a lubrificação tende a ser menos intensa e mais lenta, podendo exigir maior estímulo sexual ou o uso de produtos para conforto íntimo.

Com os devidos cuidados é possível aproveitar a fase madura com mais leveza, autoconfiança e disposição. “Na reta final do ano, vale a pena agendar uma consulta para regularizar os exames de rotina e começar 2026 com tudo”, finaliza a Dra. Ana Romanini.

Dra. Ana Carolina Romanini

Graduada pela Faculdade de Medicina do ABC; Fez residência em Ginecologia e Obstetrícia pela Faculdade de Medicina do ABC; Possui título de especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela FEBRASGO (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia – TEGO: 0017/2015) e especialização em Videoendoscopia Ginecológica pela Faculdade de Medicina do ABC; Médica adjunta do Setor de Vídeo-endoscopia Ginecológica da Faculdade de Medicina da Fundação do ABC; Além do título de especialista em Videoendoscopia Ginecológica pela FEBRASGO (Federação Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia).

Dra. Laura Barrios

Laura Barrios é formada em fisioterapia pela Universidade do Grande ABC 2000; com pós graduação em fisioterapia respiratória pela UNICID 2002; pós graduação em fisioterapia pélvica pela Faculdade Inspirar 2018; mestrado em UTI pela Sociedade Brasileira de Terapia Intensiva 2004; especialista em reeducação postural global 2001; especialista em desenvolvimento neuroevolutivo dos movimentos 2012.

Site: http://ginelife.com.br/

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