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Brasileiros confiam mais no setor financeiro do que na indústria de alimentos para envelhecer melhor

  • Destaque 1-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2024-12-16
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  • 2 minutos de leitura

Crédito: André Conti/Divulgação Neura

Enquanto 45% da população acredita na área de finanças para maior qualidade de vida, somente 37% conta com o ramo alimentício

Pensando em garantir um amanhã menos resistente à mudanças é que a Neura, curadoria de estudos comportamentais e porquês, lança A Permanência da Impermanência. Revelando as percepções dos brasileiros sobre a passagem do tempo, o estudo reforça o papel das indústrias e marcas ao auxiliar em uma nova maneira de enxergar a vida, a sociedade e a forma de consumo. Em parceria com a PiniOn, plataforma de pesquisa com mais de 3 milhões de usuários, a análise realizada com mais de 2 mil brasileiros de diversas idades, classes sociais e regiões do país, mostra que, para auxiliar a viver mais e melhor, a indústria de alimentos se destaca como a mais citada pelos entrevistados. Entretanto, a credibilidade é baixa, pois apenas 37% confia no ramo para apoiar a jornada da passagem do tempo.

“Com as nossas pesquisas quanti e quali, percebemos que os consumidores não querem apenas discussões superficiais sobre a longevidade, mas buscam conexão mais profunda com o tema. Estamos diante de uma dinâmica cultural que as marcas não podem ignorar”, afirma Andre Cruz, fundador e CEO da Neura e expert em Neurociência e Comportamento.

Segundo a análise, 95% da população acredita que é possível se preparar para viver mais e com qualidade, reconhecendo que a passagem do tempo pode ser acompanhada de uma vida mais saudável e plena. Além disso, 80% das pessoas afirmam que já estão tomando medidas concretas para atingir esse objetivo, adotando práticas que promovem o bem-estar físico e mental, como atividades físicas regulares, alimentação balanceada, cuidados com a saúde mental e maior atenção a hábitos de prevenção.

Observando a credibilidade de áreas e produtos que são considerados importantes para maior qualidade de vida, o setor de cosméticos conta com a confiança de 67% dos participantes, e o financeiro, 45%. Por outro lado, o ramo dos planos de saúde aparece com a menor confiança, de 34%.

“Isso é um verdadeiro chamado da sociedade para a indústria alimentícia. Por um lado, as pessoas indicam a alimentação como principal fator para manter a saúde e vitalidade, mas, por outro, não confiam na indústria para oferecer o suporte necessário”, ressalta Carol Dantas, co-CEO do PiniOn.

A questão estética, por sua vez, não é vista como prioritária: 86% das pessoas afirmam que a aparência física é menos importante que aspectos como conhecimento e saúde durante a passagem do tempo. Porém, a pressão social para parecer mais jovem é evidente, já que 43% das pessoas se sentem pressionadas a manter uma aparência mais jovial. Nesse contexto, marcas de cosméticos também têm relevância, aparecendo em segundo lugar nas menções espontâneas (13,8%).

O papel das marcas 

Embora 16% das pessoas desejem que as marcas abordem mais o assunto em suas comunicações e sejam mais inclusivas, 35% preferem que elas desenvolvam serviços que realmente contribuam para uma vida mais longa e saudável. Ao mesmo tempo, 32% reforçam a necessidade de transparência nas promessas de produto.

“Os consumidores já têm uma noção clara do que é necessário para viver mais e melhor. O desafio agora é que a indústria como um todo transcenda a comunicação superficial e integre esse propósito em suas ofertas, posicionamento e promessas de forma autêntica e eficiente”, finaliza Cruz.

Mais informações basta acessar o site da organização.

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