Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Exaustão emocional e cultura da produtividade ampliam adoecimento mental no Brasil

  • Saúde, Secundário 2, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2026-01-11
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Para o psicólogo Guilherme Cavalcanti, parceiro da SegMedic, a diferença entre cansaço e esgotamento mental está nos sinais persistentes que o descanso não resolve e a prevenção precisa sair do discurso para virar prática cotidiana

O debate sobre saúde mental nunca esteve tão presente no Brasil. Ainda assim, os índices de ansiedade, estresse crônico e Burnout seguem em crescimento. Para o psicólogo Guilherme Cavalcanti, parceiro da SegMedic, esse aparente paradoxo se explica menos por um “aumento repentino” de adoecimento e mais por um reconhecimento tardio de algo que sempre existiu, mas foi historicamente minimizado.

“Ao longo da história, o sofrimento psicológico sempre esteve presente. A diferença é que hoje há mais visibilidade. Antes, muitos sintomas eram tratados como ‘frescura’ ou falta do que fazer. Agora, as pessoas conseguem identificar sinais e buscar ajuda”, afirma.

Segundo o especialista, um dos conceitos mais banalizados nos últimos anos é o da exaustão emocional. Ele explica que o cansaço comum costuma ser resolvido com pausas e descanso, enquanto o esgotamento mental persiste mesmo após noites bem dormidas. “Na exaustão, o repouso não dá conta. Surgem sinais como fadiga mental, irritabilidade, ansiedade e dificuldade de concentração, sintomas que muitas pessoas insistem em ignorar”, alerta.

Entre jovens de 18 a 30 anos, esse quadro é intensificado por um sentimento constante de atraso em relação à vida, à carreira e às conquistas. As redes sociais exercem papel central nesse processo. “A pergunta que precisa ser feita é: atrasado para quem? A comparação constante gera cobranças exageradas, culpa, medo e ansiedade. A grama do vizinho pode ser linda, mas também pode ser de plástico. Vale a pena se comparar com algo artificial?”, provoca.

No ambiente corporativo, o psicólogo avalia que programas de bem-estar ainda falham por não se traduzirem em cultura real. “Criar ações por obrigação não transforma nada. É preciso vestir a camisa do cuidado, acreditar no impacto desses programas e ter lideranças comprometidas. Quando a empresa cuida realmente do colaborador, o retorno aparece e todos ganham”, diz. Para isso, defende uma mobilização que envolva treinamentos, campanhas internas, eventos e comitês permanentes, e não apenas iniciativas pontuais.

Sobre grupos mais vulneráveis ao adoecimento mental, o psicólogo ressalta que não há uma resposta única. “Pessoas expostas à pobreza, violência, discriminação, estresse e traumas têm maior risco, mas tudo precisa ser analisado caso a caso. Genética, história de vida, rede de apoio e políticas públicas fazem toda a diferença. Ter predisposição não significa, necessariamente, adoecer.”

A cultura da hiperconectividade e da produtividade incessante também surge como um dos principais gatilhos contemporâneos de ansiedade e Burnout, especialmente entre as gerações mais jovens. “Vivemos em estado de alerta constante. O trabalho ultrapassou o horário comercial, os prazos estão mais curtos e a pressão por produzir nunca termina. Isso gera estafa, medo e sofrimento”, afirma. Para se proteger, o especialista destaca três práticas essenciais: estabelecer limites claros, criar momentos de desconexão e buscar equilíbrio entre vida pessoal e profissional.

No mês do Janeiro Branco, campanha dedicada à saúde mental, o psicólogo reforça que pequenas ações diárias já geram impacto significativo. “Em 15 minutos é possível cuidar da saúde mental. Meditar, caminhar, ouvir música relaxante ou ter um momento de lazer ajuda a manejar o estresse. Sono, alimentação, atividade física e gestão do estresse são pilares fundamentais.”

O maior desafio do Brasil nos próximos anos, segundo Guilherme Cavalcanti, é mudar o foco do cuidado em saúde mental. “Precisamos sair de um modelo centrado apenas na crise e na doença e avançar para a prevenção e a promoção do bem-estar em todos os níveis da sociedade. Reduzir o estigma ainda é urgente — e coletivo.”

Sobre a SegMedic

A SegMedic é uma rede de clínicas ambulatoriais referência em assistência à saúde no estado do Rio de Janeiro, oferecendo mais de 25 especialidades médicas e mais de 3.000 tipos de exames laboratoriais e complementares. Conta com uma equipe médica altamente qualificada e uma infraestrutura moderna, segura e acolhedora. A empresa tem como missão cuidar das pessoas, proporcionando um serviço de saúde de qualidade a um valor acessível. O acesso à saúde é mais do que uma demanda: é uma necessidade essencial. O compromisso da SegMedic é garantir atendimento humanizado, eficiente e acessível para toda a população.

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorEscola de Dança da Funceb abre vagas para Cursos Intensivos de Verão 2026
PróximoModelo cult dos anos 80 ganha versão geek inspirada na máquina do tempo do cinemaNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Marcelo Serrado comanda roda de samba nesta sexta-feira no Hidden

21 de janeiro de 2026

Calor extremo acende alerta para o coração: InCor orienta como reduzir riscos à saúde

20 de janeiro de 2026

Doenças gastrointestinais no início do ano: o que muda com calor, viagens e alimentação fora de casa

20 de janeiro de 2026

SHEIN antecipa ofertas de Carnaval e lança coleção assinada por Eduarda Gutierrez

20 de janeiro de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Marcelo Serrado comanda roda de samba nesta sexta-feira no Hidden

Calor extremo acende alerta para o coração: InCor orienta como reduzir riscos à saúde

Doenças gastrointestinais no início do ano: o que muda com calor, viagens e alimentação fora de casa

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui