Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Exposição “Ancestral: Afro-Américas” reúne artistas negros do Brasil e dos EUA no MUNCAB

  • Artes Visuais, Destaque 1, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-09-26
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Quarta exposição do Centro Cultural Banco do Brasil na capital baiana e reúne mais de 130 obras que celebram a ancestralidade da arte nas Américas

As raízes africanas do Brasil e dos Estados Unidos têm um encontro marcado em Salvador. O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) reúne no Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB) mais de 130 obras de artistas negros dos dois países. A exposição “Ancestral: Afro-Américas”, que será inaugurada no dia 26 de setembro, celebra a ancestralidade da arte nas Américas. Entre os nomes, estão: Abdias Nascimento, Simone Leigh, Emanuel Araújo, Sonia Gomes, Leonard Drew, Mestre Didi, Melvin Edwards, Lorna Simpson, Kara Walker, Bispo do Rosário, Carrie Mae Weems, Mônica Ventura e Julie Mehretu.

A mostra tem direção artística de Marcello Dantas e curadoria de Ana Beatriz Almeida. O público pode observar três núcleos temáticos: Corpo, Sonho e Espaço. Neles, estão provocações sobre a afirmação do corpo, a dimensão reflexiva dos sonhos e a reivindicação de espaço. Há ainda uma seção dedicada à arte africana tradicional, montada com a curadoria de Renato Araújo da Silva. 

No núcleo “Corpo”, as obras exploram os limites da representação, evidenciando a resistência de retratar uma pessoa negra em uma obra de arte. As obras do núcleo “Sonho”, marcado por identidade e herança, expandem os limites da abstração, promovendo a contemplação e provocando reflexão. Já no núcleo “Espaço” as obras examinam propostas de construção de mundo e criação de lugares, misturando natural e urbano ao tratar de temas como imigração, história e comunidade desafiando percepções convencionais de espaço e pertencimento.

A curadora Ana Beatriz Almeida reafirma a ideia de reconstrução da ancestralidade tão castigada durante os processos de colonização. “No processo de criação da humanidade em meio à brutalidade racional que forjou a modernidade, artistas afrodiaspóricos redefiniram a ética e a estética, frequentemente convergindo – apesar de estarem em territórios diferentes. Isso nos leva de volta ao conceito de ‘pessoa’ encontrado na África Ocidental: o sujeito enquanto resultado de sua genealogia ancestral”, coloca.

Como compartilha Marcello Dantas, tudo é pensado com analogia à história de dois primos exilados da comunidade de origem, na costa oeste da África, no século 18, separados entre Salvador, no Brasil, e Charleston, nos Estados Unidos. O diretor artístico reforça o poder da mostra de conectar poéticas que parecem distintas mas, encontram irmandade no outro hemisfério. “Apenas porque um barco rumou ao norte e outro ao sul, e 200 anos se passaram, não foi possível apagar a força de uma chama ancestral que corre no sangue daqueles que vivenciaram a riqueza matricial da África das Américas”, diz.

Na seção Arte Africana Tradicional, a ancestralidade é reconhecida como o ponto de partida da criatividade artística. A proposta é unir a herança africana e as manifestações contemporâneas de arte desenvolvidas dessa raiz no Brasil e nos Estados Unidos. “Essas obras representam continuidades e transformações ao longo do tempo, revelando tanto a força de tradições transmitidas por gerações quanto as inovações decorrentes do contato com novas culturas e contextos”, finaliza o curador da seção, Renato Araújo da Silva.

Essa é a quarta exposição promovida pelo CCBB em Salvador. “O CCBB tem como missão ampliar o acesso e a conexão dos brasileiros à arte, à cultura, e trazer ‘Ancestral Afro-Américas para Salvador, em parceria com o MUNCAB, depois de ter passado por Belo Horizonte e Rio Janeiro é mais uma oportunidade de favorecer que um público cada vez maior tenha contato com esse acervo”, destaca Júlio Paranaguá, gerente-geral do CCBB Salvador.

A mostra tem a produção da Magnetoscópi com patrocínio do BB Asset e Google, por meio da Lei de Incentivo a Cultura, com apoio do Bank of América e realização do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e do MUNCAB.

Serviço:

O que: Exposição “Ancestral: Afro-Américas”

Quando: 26 de setembro de 2025 a 1º de fevereiro de 2026

Onde: Museu Nacional da Cultura Afro-Brasileira (MUNCAB) – Rua das Vassouras, 25, Centro Histórico, Salvador-BA

Classificação: Livre

Funcionamento: Terça a domingo, às 10h às 17h (acesso até às 16h30)

Entrada: R$20 inteira e R$10 meia (clientes do Banco do Brasil pagam meia entrada)

*As vendas de ingressos acontecem na bilheteria do local e no site do Museu (museuafrobrasileiro.com.br). A entrada é gratuita para todos os visitantes nas quartas-feiras e domingos.

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorSalvador em Serenata comemora um ano com edição especial na Varanda do Sesi Rio Vermelho
Próximo17° Bazar Beneficente da Jana acontece em Salvador nos dias 10 e 11 de outubroNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Idosos de todo Brasil podem viajar sem gastos com passagem e sem burocracia em trajetos interestaduais

19 de março de 2026

Uso de canetas emagrecedoras por idosos acende alerta

19 de março de 2026

Editora Melhoramentos lança a coleção “Bicho Letrado” com foco na fase inicial da alfabetização

19 de março de 2026

Grupo Marujos Pataxó da Aldeia Mãe Barra Velha transformam ancestralidade em patrimônio  

19 de março de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Idosos de todo Brasil podem viajar sem gastos com passagem e sem burocracia em trajetos interestaduais

Uso de canetas emagrecedoras por idosos acende alerta

Editora Melhoramentos lança a coleção “Bicho Letrado” com foco na fase inicial da alfabetização

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui