Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Febre amarela aumenta no Brasil e acende alerta de autoridades

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-02-12
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Febre amarela - Foto: frank60/ Shutterstock.com

Especialista da SBPC/ML reforça a importância da vacinação para conter o avanço da doença

O Ministério da Saúde emitiu um alerta nacional no último domingo (2) devido ao aumento de casos de febre amarela em São Paulo, Minas Gerais, Roraima e Tocantins, com quatro óbitos confirmados. Em São Paulo, já foram registrados oito casos em humanos neste ano, sendo sete autóctones e um importado, com taxa de letalidade superior a 50%. Além disso, a confirmação de 25 infecções em primatas não humanos, principalmente na região de Ribeirão Preto, reforça a circulação ativa do vírus, um indicativo de possível avanço da doença em humanos. 

A infectologista e patologista clínica Carolina Lázari, membro da Sociedade Brasileira de Patologia Clínica e Medicina Laboratorial (SBPC/ML), explica que a febre amarela no Brasil ocorre apenas na forma silvestre, sendo transmitida por mosquitos de áreas de mata que utilizam primatas não humanos como hospedeiros. “Casos em humanos são esporádicos e geralmente relacionados a incursões nesses ambientes. Desde 1942, não há transmissão urbana, mas a intensa infestação pelo Aedes aegypti, demonstrada pela recente epidemia de dengue, aumenta o risco de reintrodução do vírus no ciclo urbano, possibilitando uma transmissão sustentada entre humanos”, alerta. 

Segundo a especialista, áreas periféricas próximas a zonas rurais e matas exigem atenção, pois desempenharam um papel importante nos últimos surtos. “No surto de 2017/2018, por exemplo, a maioria dos casos vinham de um bairro, em Mairiporã, uma área urbana, mas colada à Serra da Cantareira, o que reforça o alerta para a necessidade de vigilância nessas regiões”, conclui. 

A principal estratégia de prevenção, segundo a médica, é a vacinação. “A vacina contra a febre amarela é altamente eficaz e gratuita no Sistema Único de Saúde (SUS), sendo recomendada para praticamente toda a população do país. Antes restrita a algumas regiões, a imunização passou a ser indicada de forma mais ampla devido à expansão da transmissão silvestre”, esclarece Lázari. Ela destaca que a alta cobertura vacinal impede a disseminação do vírus, protegendo tanto os indivíduos quanto a coletividade. 

Os sintomas iniciais da febre amarela são semelhantes aos da dengue, incluindo febre alta, calafrios, cefaléia intensa e dores musculares limitantes. “O quadro pode evoluir para formas graves, com icterícia, hemorragias, insuficiência renal e hepática, e falência de órgãos. O histórico de exposição a áreas de mata e a ausência de vacinação são fatores-chave para diferenciar a doença de outras arboviroses”, ressalta a patologista clinica. 

Apesar de eficaz, a vacina possui contraindicações, incluindo crianças menores de nove meses, lactantes de bebês com menos de seis meses, alérgicos graves a ovo, imunossuprimidos e pessoas com HIV com CD4 abaixo de 350. “Nesses casos, a avaliação médica é essencial para decidir sobre a imunização”, alerta a especialista. 

Diante do atual cenário epidemiológico, reforçar a vacinação, monitorar surtos em primatas não humanos e controlar a proliferação do mosquito vetor são medidas fundamentais. A população deve estar atenta aos sinais da doença e buscar orientação médica ao apresentar sintomas compatíveis, especialmente após visitas a regiões de mata. A prevenção é a chave para evitar novos surtos e proteger a saúde pública. O imunizante faz parte do calendário básico de vacinação para crianças de 9 meses a menores de 5 anos, com uma dose de reforço aos 4 anos de idade, além de dose única para a população de 5 a 59 anos que ainda não foi vacinada. Quem for viajar para áreas de maior risco, deve tomar a vacina ao menos 10 dias antes da viagem.

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorBrasileira é a primeira mulher de 81 anos a ganhar um concurso de beleza internacional
PróximoNelson Rufino faz pocket show no Shopping Center Lapa, na sextaNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Margareth Menezes comanda um mar de fantasiados no bloco ‘Os Mascarados’

13 de fevereiro de 2026

Grupo Botequim integra programação oficial do Carnaval do Pelourinho neste domingo (15)

13 de fevereiro de 2026

Ícone da música baiana, Luiz Caldas abre o Carnaval de Salvador com sua pipoca fiel e contagiante

13 de fevereiro de 2026

Beco das Cores, Palco do Rock, Espaço Mix e Torre Beats ampliam opções no Carnaval de Salvador

13 de fevereiro de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Margareth Menezes comanda um mar de fantasiados no bloco ‘Os Mascarados’

Grupo Botequim integra programação oficial do Carnaval do Pelourinho neste domingo (15)

Ícone da música baiana, Luiz Caldas abre o Carnaval de Salvador com sua pipoca fiel e contagiante

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui