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Federação Brasileira de Gastroenterologia alerta sobre dietas restritivas sem diagnóstico médico

  • Destaque 1, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-08-01
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

FBG destaca que a exclusão indiscriminada de glúten pode levar a deficiências nutricionais e mascarar doenças graves

A crescente popularização de dietas restritivas, motivadas por modismos alimentares e orientações não médicas, tem gerado alerta entre especialistas da Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG). A exclusão de determinados grupos alimentares, como leite e derivados, glúten, frutose ou alimentos ricos em histamina, sem avaliação clínica adequada, pode acarretar prejuízos à saúde e mascarar doenças mais graves.

Embora muitas dessas dietas estejam associadas a quadros clínicos reais como intolerância à lactose, doença celíaca ou síndrome do intestino irritável, os profissionais ressaltam que a retirada preventiva ou por autodiagnóstico de determinados alimentos deve ser evitada. “Quando a pessoa adota uma dieta restritiva por conta própria, sem orientação médica, corre o risco de camuflar sintomas importantes e dificultar o diagnóstico correto de condições gastrointestinais ou autoimunes”, afirma o Dr. Frederico Marinho, membro titular da FBG.

No caso do glúten, por exemplo, a Doença Celíaca é uma condição autoimune séria que exige a exclusão total do glúten da dieta. Contudo, há também a sensibilidade ao glúten não celíaca, que pode apresentar sintomas semelhantes, mas não é uma doença autoimune e sua abordagem pode ser diferente. Estudos indicam que a prevalência de doença celíaca na população brasileira é de cerca de 1% (similar à média global), enquanto a sensibilidade ao glúten não celíaca pode afetar até 5% da população. No entanto, o consumo de produtos sem glúten por autodiagnóstico ou por conteúdos disseminados nas redes sociais tem sido um impulsionador do mercado, mesmo entre pessoas sem diagnóstico comprovado.

Segundo a FBG, essa tendência de dietas restritivas e o aumento da conscientização sobre intolerâncias alimentares se refletem no mercado. O mercado brasileiro de alimentos e bebidas sem glúten tem apresentado um crescimento robusto, com projeções de taxas de crescimento anual compostas (CAGR) que variam, mas chegam a mais de 10% em alguns estudos até 2030, impulsionado pela maior demanda dos consumidores por opções alimentares adaptadas às suas necessidades e pela percepção de produtos sem glúten como mais saudáveis. A categoria de produtos de panificação, por exemplo, é um dos maiores e mais dinâmicos segmentos dentro desse mercado.

O alerta, no entanto, não é sobre o consumo desses produtos em si, mas sobre o risco de adoção indiscriminada de dietas sem acompanhamento profissional. “Dietas específicas podem ser benéficas quando bem indicadas. O problema está na generalização e na ausência de critério técnico”, complementa Dr. Marinho.

A FBG reforça que alterações alimentares devem ser feitas com base em avaliação médica individualizada, incluindo exames, histórico clínico e acompanhamento especializado. Em vez de eliminar alimentos por tentativa e erro, é fundamental investigar sintomas digestivos de forma aprofundada. A entidade segue empenhada em combater a desinformação e promover escolhas alimentares mais seguras, baseadas na ciência e no cuidado com a saúde intestinal.

Sobre a Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG)

A Federação Brasileira de Gastroenterologia (FBG) é uma entidade sem fins lucrativos que representa os gastroenterologistas do Brasil. Fundada em 1949, a FBG tem como missão promover o desenvolvimento científico e profissional da especialidade, além de defender os interesses dos médicos e dos pacientes. A FBG realiza eventos, cursos, campanhas e publicações para disseminar o conhecimento e a atualização na área da gastroenterologia.

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