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Festival Mínimos Óbvios ocupa dias 26, 27 e 28 de novembro a CASA ROSA

  • Destaque 2-ribalta, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta, Teatro
  • 2025-11-13
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Crédito: @joaocomdende

Entre arquivos, amores e invenções, o evento – realizado pela ATeliê voadOR em parceria com o NuCuS traça rotas queer no campo das artes e da pesquisa científica-cultural

O Festival científico-cultural “Mínimos Óbvios”, idealizado pela ATeliê voadOR, chega à sua quarta edição nos dias 26, 27 e 28 de novembro de 2025, na Casa Rosa, em Salvador (BA), trazendo como tema “Histórias Dissidentes: Arquivar, Amar, Inventar”. Consolidado como um espaço de experimentação e pensamento crítico sobre arte, gênero e dissidência, o festival reafirma nesta edição seu papel como plataforma de criação e celebração da potência queer nas artes e na pesquisa, transformando o encontro entre ciência, cena e afeto em uma verdadeira cartografia de (re)existências.

A programação reúne palestras, mesas performativas (long tables) e encontros artísticos que investigam a política do íntimo, as multiplicidades identitárias e as estratégias de resistência que atravessam a cena queer contemporânea. Toda a programação – que conta com artistas pesquisadores de várias partes do país – é totalmente gratuita e aberta ao público, podendo ser conferida no perfil @atelievoadorteatro no Instagram.

Realizado em parceria com o NuCuS (Núcleo de Pesquisa e Extensão em Cultura e Sexualidade da UFBA) e com apoio da CAPES, através do Edital PAEP, o Mínimos Óbvios reafirma seu compromisso com o fomento à pesquisa e à produção artística LGBT+ no Brasil. Para Djalma Thürler, fundador da ATeliê voadOR, “olhar para trás é honrar as nossas histórias queer; olhar para frente é forjar caminhos para o nosso futuro queer”.

Inspirado em festivais como o National Queer Theater e o Dublin Gay Theatre Festival, o Mínimos Óbvios propõe, nesta edição, com o tema “Histórias Dissidentes: Arquivar, Amar, Inventar”, uma imersão nas dramaturgias dissidentes, reconhecendo a potência política e estética das narrativas que desviam, escapam e insistem em existir. 

Em diálogo com artistas, pesquisadores e arquivos vivos das existências LGBT+, o evento coloca em cena histórias que, historicamente, foram silenciadas, mas que hoje reivindicam o direito de serem lembradas, celebradas e reinventadas. Três eixos conceituais orientam a edição: Arquivar as lutas, corpos e gestos que resistiram às normas; Amar como verbo insurgente e modo de vida; e Inventar mundos possíveis, onde reexistir é também um projeto político e poético.

Programação 

A abertura acontece no dia 26 de novembro, às 19h, na Sala Rosa, com a conferência e o lançamento do livro “A Audácia dos Invertidos” (Editora Record), do jornalista, pesquisador e biógrafo Rodrigo Faour. Autor de obras sobre figuras como Beth Carvalho, Dolores Duran, Ângela Maria e Cauby Peixoto, Faour, mergulha na trajetória do movimento LGBTQI+ no Rio de Janeiro entre as décadas de 1950 e 1980, para lançar luz sobre as raízes da cultura queer brasileira, compondo um retrato inédito e vibrante de uma comunidade que, mesmo à margem, ousou existir e reinventar a liberdade.

Baseado em documentos de acervos pessoais e depoimentos inéditos, o livro revela um Rio de Janeiro oculto, habitado por artistas, intelectuais e personagens anônimos que moldaram comportamentos, linguagens e afetos. Faour revisita a Cinelândia e suas boates lendárias, resgata o encontro de Michel Foucault com Madame Satã e destaca nomes como Ney Matogrosso, Caetano Veloso, Gal Costa, Leci Brandão, Dzi Croquettes, Lúcia Veríssimo e Ângela Ro Ro, entre outros. 

No dia 27 de novembro, às 19h, acontece a primeira Long Table, intitulada “Visíveis, múltiplos, indomáveis: histórias LGBT+ em cena”, um espaço de conversa que da parte da interseccionalidade e identidade, destacando como raça, classe, gênero e sexualidade se sobrepõem na constituição das vivências LGBT+, atravessando o campo da visibilidade trans e não binária e resgatando memórias de resistência e estratégias de reexistência frente às normas excludentes. 

Entre as participantes, destaca-se Verónica Valenttino, atriz, cantora e compositora cearense, radicada em São Paulo há uma década, que tornou-se a primeira mulher trans a receber o Prêmio Shell de Melhor Atriz (2023), por sua atuação em Brenda Lee e o Palácio das Princesas, trabalho que também lhe rendeu os prêmios Bibi Ferreira, DID, Arcanjo e APCA. Outra convidada especial é a diretora teatral e de ópera Ines Bushatsky, encenadora de “Rei Lear” e co-fundadora da Cia Extemporânea, que tinha um elenco formado por nove drag queens, em 2024, na cidade de São Paulo.

O biógrafo e músico Ricardo Santhiago, responsável pela escrita das biografias da cantora e comediante Miriam Batucada e do ícone queer Edy Star (falecido em 2025 e esteve presente na 3ª edição do Mínimos Óbvios em março deste ano). Também participam da mesa Kauan Amora Nunes (UFPA/Belém/PA), Taciano Soares (UEA/Manaus/AM) – fundador da ATeliê 23, Rainha Loulou, Georgenes Isaac (Coletivo das Liliths, Bahia/BA), Rogério Alves (Cia Boca de Cena, Aracaju/SE) e Marcus Assis (UESB).

A segunda Long Table, “Amar, contar, transgredir: corpos que se narram”, acontece no dia 28 de novembro, às 15h, e reúne artistas e pesquisadores que investigam, pelo teatro, a potência política do íntimo. O encontro aborda experiências pessoais, afetos e memórias através de monólogos e performances autobiográficas, refletindo sobre amor, desejo e representações dissidentes. Participam Denni Sales (PPGAC/UFBA), Lígia Souza (UNICAMP/SP), Paulo Cesar Garcia (UNEB), Duda Woyda (ATeliê voadOR/UPM) e Wendy Moretti (UFBA).

Ainda no dia 28, às 19h, o poeta e pesquisador mexicano César Eduardo Gómez Cañedo, doutor em Letras pela Universidad Nacional Autónoma de México (UNAM), realiza a palestra de encerramento “Modos vida cuir na América Latina e os territórios de masculinidades em disputas nas artes e na literatura”. Professor de tempo integral na UNAM e integrante do Sistema Nacional de Pesquisadores do México, Cañedo discute as literaturas cuir/queer, as masculinidades e as pedagogias queer como caminhos para pensar o ensino, a arte e a vida em toda a América Latina.

Encerrando o festival, a noite do dia 28 de novembro, a partir das 21h, será marcada pela Carnavalização, conduzida por Duda Woyda e Talis Castro. Um dos momentos mais celebrados das edições anteriores, a ação transforma a Casa Rosa em um grande território de festa, encontro e invenção. Entre performances pop-up, música e improviso, a Carnavalização é espaço de integração entre artistas, público e comunidade — um gesto de comunhão e liberdade onde o corpo e a alegria se afirmam como práticas políticas e estéticas.

Serviço

O Quê – Festival Científico-Cultural Mínimos Óbvios – ano IV | “Histórias Dissidentes: Arquivar, Amar, Inventar”
Quando: 26, 27 e 28 de novembro de 2025
Onde: Casa Rosa – Rua da Paciência, Rio Vermelho, Salvador (BA)
Entrada: Gratuita
Classificação: Livre

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