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Fique de água na boca no Boca de Brasa, com o cozido de Dona Bete

  • Banquete, Comida, Destaque 2-banquete, Sub-Editoria Banquete
  • 2024-03-20
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Quem for participar do Movimento Boca de Brasa no dia da sua abertura, 21 de março, vai poder desfrutar de uma experiência que só que tem o privilégio de trabalhar ou circular por perto do Quarteirão das Artes, na Barroquinha, conhece: comer às quintas-feiras o cozido de Dona Bete. Com pirão bem temperado e cozido no ponto, carnes escolhidas a dedo e 11 verduras diferentes – jiló, maxixe, couve, batata doce, banana da terra, abóbora, batata inglesa, repolho, quiabo, chuchu e cenoura – Dona Bete prepara seu disputado cozido há 28 anos. Aprendeu com a mãe em Salinas das Margaridas onde tinha em casa cozido todo sábado. O ingrediente secreto? Fazer bem feito!

Mas não tem só isso não. O tempero de Dona Bete é tão bom que o que hoje é o restaurante “Tempero da Bete” nasceu de forma improvisada a pedido de um vizinho árabe, comerciante que todo mundo chamava de Zé e do qual nunca se soube o nome de verdade. Zé, o árabe, sentindo de lá de sua loja o cheiro da comida de Dona Bete, que era dona de casa, cujo marido era ourives e tinha uma loja na Barroquinha, pediu a ela para fazer os almoços dele, regiamente pagos. Parece que Zé fez propaganda do negócio que acabou sendo solicitado por outros comerciante e moradores e pronto: Dona Bete virou uma cozinheira empreendedora e o marido embarcou na experiência largando a ourivesaria.

Mas atenção, só vai ter cozido mesmo na quinta. Na sexta tem comida baiana e no sábado feijoada e carne do sol. Minha dica? Vai na quinta para o cozido, volta na sexta para a comida baiana e repete a ida no sábado para a feijoada. Qualquer dúvida você fala com o filho dela, Albert no WhatsApp 71 98891-7071. O restaurante fica na Ladeira da Barroquinha, 25, mas não tem placa na porta. É bom dar uma reservada…

Boca de Brasa – O Festival Boca de Brasa cresceu e agora, em seu sétimo ano, se transforma em Movimento Boca de Brasa. Uma transformação que traz uma nova roupagem e ocupa, com a potência inventiva da Periferia de Salvador, o Quarteirão das Artes – em frente à Praça Castro Alves, no Centro Histórico -, que abriga o Espaço Cultural da Barroquinha, o Pátio Iyá Nassô, o Espaço Boca de Brasa Centro, a Sala Multiuso Nelson Maleiro, o Café Nilda Spencer, o Teatro Gregório de Mattos, o Cine Glauber Rocha e a  Ladeira do Couro. Nos dias 21, 22 e 23 de março uma rica programação gratuita oferece shows, painéis, cozinha show, mostra audiovisual, laboratórios criativos, poesia, literatura, feira de empreendedorismo e o resultado das iniciativas culturais e criativas dos participantes das atividades formativas da Escolas Criativas Boca de Brasa realizadas nos Polos Cajazeiras, Centro, Cidade Baixa, Subúrbio e Valéria.  

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