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Fisioterapeuta alerta para impactos do hábito na coluna infantil e dá orientações práticas aos pais

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-12-03
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Crédito: FreePik

O uso de telas entre crianças brasileiras segue muito acima do recomendado pelos especialistas. Uma pesquisa Datafolha realizada em abril com 2.206 pessoas em todo o país, sendo 822 responsáveis diretos por crianças de até 6 anos, revela que pequenos de 0 a 6 anos passam, em média, de duas a três horas por dia diante de celulares, tablets ou computadores. O uso diário atinge 78% das crianças com até 3 anos e 94% daquelas entre 4 e 6 anos. Os índices destoam das diretrizes da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que orienta zero exposição a telas até os 2 anos e no máximo uma hora diária entre 2 e 5 anos.

Segundo a fisioterapeuta Aryane Silva, mestre e pós-graduada em Fisioterapia Neurofuncional Adulto e Infantil e professora do curso de Fisioterapia do UniBH – integrante do maior e mais inovador ecossistema de qualidade do Brasil, o Ecossistema Ânima - o cenário acende um alerta não apenas cognitivo, mas físico: o uso precoce e prolongado de dispositivos tem provocado alterações posturais cada vez mais comuns na infância e adolescência. “Estamos observando um volume muito grande de vícios, como aumento de casos de curvatura anormal e acentuada na região torácica da coluna vertebral (hipercifose), protrusão cervical e encurtamentos importantes da musculatura peitoral”, afirma. Quadros de escoliose também têm sido identificados com frequência.

A especialista destaca ainda que a situação se agrava especialmente entre pré-adolescentes e adolescentes de 10 a 15 anos, fase marcada pelo estirão de crescimento. “É um período de intensa mudança corporal. Se a má postura se mantém, ela influencia diretamente no desenvolvimento das estruturas da coluna”, explica.

Entre os problemas que surgem com o uso prolongado das telas Silva também cita a chamada síndrome do pescoço de texto, caracterizada pela flexão excessiva da cabeça e sobrecarga da musculatura cervical. “Ela gera dor, tensão importante na região dos ombros e dificuldade de manter o alinhamento adequado”, descreve Aryane. 

A fisioterapeuta reforça que a má postura infantil pode repercutir na vida adulta. “Com o tempo, essas alterações podem se estruturar, gerar dores crônicas, fraqueza muscular e impactar diretamente a qualidade de vida”, alerta.

Onde a postura piora?

Segundo a docente do UniBH, as posições mais críticas são as sentadas no sofá, cama ou carro, nas quais a criança tende a projetar a cabeça para baixo. Deitar-se de barriga para cima pode ser menos prejudicial, desde que haja apoio adequado, mas não elimina o risco. “É difícil manter o alinhamento cervical quando a criança segura o aparelho com as mãos; a tendência é sempre curvar a cabeça”, destaca.

Para minimizar impactos, Aryane orienta ajustes simples de rotina e ergonomia, entre eles usar mesa, apoio para as mãos e cadeira adequada, sempre que possível; pausas frequentes a cada uma hora, no máximo; e alongamentos rápidos com extensores da coluna e flexores cervicais, que podem ser feitos em qualquer ambiente. “Alongamentos simples já reduzem tensões musculares importantes, especialmente na região do pescoço e do tronco”, diz.

Quando procurar um fisioterapeuta?

Para Aryane, a fisioterapia não deve ser vista apenas como tratamento, mas como prevenção. “Qualquer sinal de dor, desconforto ou alteração postural já justifica uma avaliação. E mesmo sem sintomas, o acompanhamento preventivo ajuda a manter o alinhamento e evitar problemas futuros”, afirma.

Entre os tratamentos mais utilizados estão fortalecimento muscular, mobilidade articular e orientações ergonômicas personalizadas. A melhora costuma ser rápida. “Em muitos casos, três sessões já fazem grande diferença para o alívio de dor e evolução funcional”, relata.

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