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Herança dos povos originários, Manto Tupinambá é apresentado oficialmente ao país

  • Artes Visuais, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2024-09-16
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Foto: Tarcisio Boquady/ MinC

Ato realizado na sede do Museu Nacional do Rio de Janeiro, foi conduzido pelo presidente Lula; Márcio Tavares, Márcia Rollemberg e Maria Marighella representaram o MinC

O retorno desse ancião representa a retomada de uma história que foi apagada, uma história que precisa ser contada e preservada”, disse o presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva, na cerimônia oficial de recondução do Manto Tupinambá ao Brasil, nesta quinta-feira (12), no Museu Nacional do Rio de Janeiro.

Produzido com milhares de penas vermelhas de pássaros Guará e com 1,80m de altura, o Manto Tupinambá, vestimenta sagrada para essa etnia brasileira, impressiona pela suntuosidade e resistência ao tempo. São quase 400 anos desde sua confecção, 335 deles passados no Museu Nacional da Dinamarca. A recondução faz parte de um movimento global que está trazendo artefatos de volta aos países que foram colonizados. E foi acompanhada por representantes da etnia.

O retorno do manto, até então parte do acervo do Museu Nacional da Dinamarca, é um marco e o começo de uma nova história de conquista do povo indígena.

“Trata-se do primeiro item indígena de simbolismo espiritual a voltar ao país depois de tantos anos ausente. Talvez, para os não-indígenas, seja difícil imaginar a dimensão espiritual que o manto sagrado tem para os Tupinambás. É forte e muito bonito conhecer o seu real significado, que para nós é uma obra artística de rara beleza, mas para o Tupinambá é uma entidade”, completa Lula.

O secretário-Executivo do Ministério da Cultura (MinC), Márcio Tavares, celebrou o momento histórico. “O retorno do Manto Tupinambá ao Brasil é mais que um ato simbólico, o Manto veio nos comunicar sobre a importância da conexão com a nossa ancestralidade. Para o povo originário, esta é uma vestimenta espiritual que liga passado e presente. Representa a resistência dos saberes”. Além dele, representaram o MinC, a secretária de Cidadania e Diversidade Cultural, Márcia Rollemberg; e a presidenta da Fundação Nacional das Artes (Funarte), Maria Marighella.

Segundo Márcio, ao compreender que os debates sobre patrimônio cultural devem ter por premissa uma consciência histórica, defende-se que esses processos permitam a elaboração de narrativas dos próprios povos detentores das memórias vinculadas a essas referências culturais.

Para a ministra dos povos indígenas, Sônia Guajajara, o retorno do manto marca o compromisso do governo em olhar para o passado colonial do país de maneira crítica. “Visibilizando também a atuação política dos povos indígenas e a construção de um futuro de justiça, dignidade e de respeito”.

Antes da cerimônia oficial de retorno do Manto, o presidente e a comitiva visitaram o manto que está acondicionado na biblioteca central do Museu Nacional, em uma sala com vidros escuros, um espaço pequeno que tem controle de temperatura, umidade baixa e luminosidade reduzida. Em vigília desde terça-feira (10), os tupinambás viajaram de ônibus da Bahia ao Rio de Janeiro, para prestar homenagens ao artefato ancestral.

Ações do MinC

O Ministério da Cultura tem trabalhado para promover ações de valorização e preservação da diversidade cultural dos povos indígenas. Como a política de cotas para a população indígena dentro da Lei Paulo Gustavo (LPG) e da Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB); esforços por meio da Secretaria de Cidadania e Diversidade Cultural do MinC, para que etnias indígenas sejam reconhecidas como pontos de cultura para acessarem os editais e recursos; criação de um grupo de trabalho com a participação de lideranças indígenas, para a construção do Plano Nacional de Culturas Indígenas.

No âmbito do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), o incentivo para museus brasileiros utilizarem o Cadastro Nacional de Bens Musealizados Desaparecidos, que é uma base de dados criada para difundir informações sobre acervos musealizados ou declarados de interesse público, que estejam desaparecidos.

Já o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), conduz o Inventário Nacional de Línguas Indígenas, ferramenta para a preservação e valorização da diversidade linguística do Brasil. O inventário contribui para garantir os direitos linguísticos dessas comunidades, promovendo o respeito à sua cultura, além de ser um recurso para pesquisadores e educadores, permitindo o estudo das línguas e a inclusão do conhecimento indígena nos currículos escolares.

Participaram ainda da cerimônia a primeira-dama Janja da Silva, o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues; e a presidente da Funai, Joenia Whapchana.

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