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Igor Rodrigues representa a Bahia na SP-Arte com primeira mostra individual

  • Artes Visuais, Destaque 1-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-04-02
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Crédito: Renan Benedito

Artista baiano é representado pela Acervo Galeria de Arte, de Salvador

Apontado como um dos destaques da SP-Arte – Rotas Brasileiras em 2022 e da ArtRio em 2023, o baiano Igor Rodrigues leva para a próxima edição da SP-Arte, a mostra “Rastro”. É a primeira vez que o artista, natural de Feira de Santana, participa com um projeto solo na maior feira de arte da América Latina, de 2 a 6 de abril, no Pavilhão da Bienal, em São Paulo.

Na mostra, Igor Rodrigues, representado pela Acervo Galeria de Arte, em Salvador, volta a perceber na natureza uma força que inspira diversas reflexões, desta vez de forma a evidenciar, de maneira ainda mais nítida, a relação do corpo negro com o etéreo e a transição entre as dimensões do tempo.

“Escolhi a palavra ‘rastro’ porque estava pensando muito sobre o meu passado, onde estou agora e aonde quero chegar. Comecei a refletir nesse processo de metamorfose, de transformação e a palavra surgiu, porque ‘rastro’ é algo que indica movimento, um caminho, tanto o caminho por onde você já passou, quanto o lugar onde está e a direção para a qual está indo”, reflete o artista, que, em novembro do ano passado, na própria Acervo Galeria de Arte, apresentou uma série de trabalhos que tinham a água do mar, a sensação de bem-estar, e a liberdade/familiaridade como pilares centrais.

Para o artista, a ideia do “rastro” remete ao Sankofa, ideograma africano que representa a importância de aprender com o passado para construir um futuro mais consciente. “A minha ideia com esse projeto é falar sobre a transformação e sobre como não é possível apagar completamente aquilo que fomos, pois isso faz parte da nossa construção enquanto sujeitos”, explica.

Na exposição, Igor Rodrigues apresenta ainda a série “Brasa”, que destaca a presença do fogo como expressão da transformação (combustão) e da finitude (carbonização), manifestadas na vitalidade rubra dos impulsos e movimentos. “Vermelho me remete à vida. Me remete ao sangue, à vitalidade. Tudo aquilo que é visceral”, conta o artista sobre o vermelho presente nas obras, que se torna o motor dos movimentos presentes na existência de tudo.

Do ponto de vista técnico, o artista utiliza, pela primeira vez e com destreza, o carvão branco, dando às suas obras uma dimensão, ao mesmo tempo, onírica e realista. “Mesmo possuindo um controle técnico preciso, a produção de Rodrigues carrega uma herança que não se pode negar: o artesanato praticado por sua avó. Se pensarmos, por exemplo, no artesanato medieval, ele é o resultado de um legado, um aprendizado do passado transmitido de geração em geração”, conceitua João Victor Guimarães, crítico de Arte, curador e pesquisador.

No centro imagético e conceitual da produção de Igor Rodrigues está o sujeito e a transitoriedade se revela como fator-guia na construção da subjetividade de cada um. “Não se trata de transformação como um desligamento do passado, mas de um movimento possível somente em razão das condições fornecidas por aquele passado”, explica o curador, em coro ao artista que acredita que “a gente se constrói a partir de algo que já existe”.

Serviço:

“Rastro” por Igor Rodrigues

SP-Arte, de 2 a 6 de abril

Stand E10, Pavilhão da Bienal, São Paulo

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