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“Lavar só o que cheira ruim?” A verdade sobre o banho

  • Destaque 1-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2025-05-01
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Exagero de produtos e temperatura irregular da água podem prejudicar a saúde da pele

Tomar banho diariamente é um hábito profundamente enraizado na cultura brasileira. De acordo com a World Population Review, o Brasil lidera o ranking global de frequência de banhos, com uma média de 14 por semana, número significativamente superior à média mundial. No entanto, especialistas alertam que lavar o corpo inteiro com sabonete em todas as ocasiões pode não ser o melhor para a saúde.

“A pele possui um microbioma natural, uma camada de microrganismos essenciais para sua proteção. O uso indiscriminado de sabonetes, várias vezes ao dia e em todo o corpo, pode remover essa barreira protetora, facilitando infecções, irritações e agravando condições como dermatite e psoríase”, explica a dermatologista Mayla Carbone, membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia.

A recomendação atual é utilizar sabonete apenas nas regiões de maior sudorese ou acúmulo de bactérias: axilas, pés, genitais e região anal. Já as demais áreas podem ser higienizadas com água corrente em temperatura morna. O uso excessivo de produtos e a água muito quente estão entre os principais agressores da barreira cutânea.

“A água muito quente causa ressecamento imediato e compromete a integridade da camada lipídica, fundamental para manter a hidratação natural. Muitas pessoas saem do banho com a pele repuxando, descamando ou coçando, sem perceber que isso está diretamente relacionado aos hábitos de higiene. O banho deve ser um momento de cuidado, não de agressão”, alerta a médica.

A escolha dos produtos também deve levar em conta as características individuais. Peles oleosas, por exemplo, tendem a reagir mal a fórmulas mais densas e que obstruem os poros, enquanto as secas precisam de ativos mais hidratantes. Já as mais sensíveis exigem atenção aos ingredientes, pois podem apresentar reações como vermelhidão ou ardência. Por isso, conhecer o seu tipo de pele e buscar produtos adequados é fundamental para manter o equilíbrio.

Outro ponto relevante é o tempo de duração do banho. Longos períodos, além de desperdiçarem água, tendem a agravar o ressecamento e a sensibilidade. A orientação ideal é que o banho dure no máximo dez minutos, especialmente em dias mais secos. A frequência pode variar conforme o clima e o estilo de vida de cada pessoa.

“A recomendação de tomar um ou dois banhos por dia é válida, mas sempre com moderação. Pessoas que trabalham em ambientes expostos ou praticam atividades físicas devem manter a higienização frequente. No entanto, é preciso respeitar os limites da pele, preferir sabonetes suaves, evitar buchas agressivas e hidratar logo após o banho”, orienta Mayla.

Muitos mitos ainda persistem quando o assunto é banho. A crença de que a espuma é sinônimo de limpeza, por exemplo, já foi desmentida. Espuma em excesso geralmente está associada à presença de surfactantes agressivos, que podem irritar a pele. Produtos com menos espuma, ao contrário do que se imagina, podem ser até mais eficazes e delicados.

Se, por um lado, a higiene adequada é essencial para remover impurezas e prevenir infecções, o excesso pode causar efeito rebote. O uso contínuo de esfoliantes, sabonetes antibacterianos ou desodorantes com álcool pode alterar o pH natural, favorecendo o surgimento de alergias, fungos e até bactérias resistentes.

“O equilíbrio é a chave. A limpeza deve respeitar as características individuais, o clima e a rotina de cada um. Higiene não significa exagero de produtos ou banhos demorados. Com informação e escolhas conscientes, o banho pode ser um verdadeiro ritual de cuidado e bem-estar”, conclui a dermatologista.

Sobre a especialista:

Dermatologista Mayla Carbone é graduada em Medicina pela Universidade Lusíadas (UNILUS – Santos) há mais de 10 anos com residência em Clínica Médica na Santa Casa em São Paulo e em Dermatologia pela Universidade de Santo Amaro (UNISA-SP). É membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e também da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica (SBCD). Já participou de diversos congressos e realizou diversos cursos nacionais e internacionais voltados para especialização. 

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