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Mãe aos 50: um novo horizonte para a maternidade tardia

  • Destaque 1-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2025-01-23
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Técnicas como a fertilização in vitro (FIV) e o uso de óvulos doados abriram novas perspectivas para quem deseja ser mãe em idades mais avançadas

O avanço da medicina reprodutiva trouxe possibilidades que, há algumas décadas, pareciam inimagináveis, e a gravidez após os 50 anos tornou-se uma realidade para um número crescente de mulheres no cenário atual. 

Embora o envelhecimento natural reduza significativamente a fertilidade feminina a partir dos 35 anos, a fertilização in vitro (FIV) e o uso de óvulos doados oferecem novas perspectivas para quem deseja vivenciar a maternidade em idades mais avançadas. 

Por isso, a gravidez após os 50 anos é um tema que desperta curiosidade e, ao mesmo tempo, envolve uma série de desafios e limitações biológicas, é o que destaca a Dra. Tereza Carolina, médica ginecologista associada da Associação Mulher Ciência e Reprodução Humana do Brasil (AMCR). 

“Nós sabemos que a média de idade das brasileiras de entrarem na menopausa é 50 anos de idade e a sabe-se que a gravidez espontânea depois dos 35 anos, a cada ano que passa, fica cada vez mais difícil. Então, a gravidez espontânea depois dos 50, a gente chama de raríssima exceção, sendo possível, na maior parte dos casos, apenas via reprodução assistida de mulheres que já congelaram os seus óvulos ou os seus embriões ou até mesmo por doação de óvulos”, explica a Dra. Tereza. 

Em contrapartida, uma pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), observa-se uma tendência ao adiamento da maternidade. Dados do IBGE mostram que o número de mulheres que optaram pela maternidade após os 40 anos cresceu 65,7% em 12 anos. Embora não haja estatísticas específicas para gestações após os 50 anos, esse aumento indica uma mudança no perfil etário das gestantes brasileiras. 

É importante ressaltar que a gravidez após os 50 anos pode apresentar diversos riscos tanto para a mãe quanto para o bebê. Com o aumento da idade materna, o corpo enfrenta desafios maiores para suportar a gestação, e os riscos de complicações são mais elevados. 

“A gente sabe que tanto a gravidez espontânea quanto por reprodução assistida é considerada de alto risco, então é muito importante que as mulheres que estão planejando engravidar depois dos 50 anos, tenham um check-up completo com com o seu médico clínico e cardiologista”, completa a Dra. 

Em resumo, embora a maternidade após os 50 anos seja possível graças aos avanços da medicina reprodutiva, ela envolve desafios e riscos aumentados. Por esse motivo, é fundamental que as mulheres interessadas em engravidar nessa faixa etária busquem orientação médica especializada para avaliar as possibilidades e os cuidados necessários. As decisões devem ser tomadas com responsabilidade e com base em orientação profissional. 

Sobre a Associação Mulher, Ciência e Reprodução Humana do Brasil (AMCR)

AMCR – Associação Mulher Ciência e Reprodução Humana do Brasil – é uma organização formada apenas por mulheres, pós-graduadas da área da saúde e reprodução humana, que compartilham o mesmo propósito: disseminar o conhecimento científico em ginecologia e reprodução humana, através de uma comunicação clara e acessível à todas as mulheres, além de lutar pela igualdade de oportunidade entre gêneros, reconhecimento e valorização da atuação das mulheres da ciência em saúde feminina. A associação foi fundada em março de 2021, pela Prof. Dra. Marise Samama. Atualmente possui 49 associadas, distribuídas em todas as regiões do Brasil. Para saber mais informações, acesse o site.

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