Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

‘Maldita Seja’ faz 2 últimas apresentações e promete reviravolta em cena

  • Ribalta, Sub-Editoria Ribalta, Teatro
  • 2024-03-11
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Crédito: Diney Araújo

Um final surpreendente marca o espetáculo teatral “Maldita Seja”, que já teve sete bem sucedidas temporadas em palcos de Salvador, e está em cartaz no Teatro Molière (Aliança Francesa), onde faz as duas últimas apresentações nos dias 15 e 16 de março, (sexta e sábado) às 20h. Indicado ao Prêmio Braskem 2023 nas categorias Espetáculo Adulto, Texto (Paulo Henrique Alcântara), Atriz (Viviane Laerte) e vencedor na categoria Revelação (Veridiana Andrade), o espetáculo tem encenação assinada por Hyago Matos, duplamente indicado em 2022 ao Prêmio Braskem de Teatro.  

A história da peça se desenvolve em torno de duas criadas, Cema, a mais velha, e Nevinha, a mais nova. Durante o velório do patrão, figura influente em uma cidade do interior, elas atravessam a madrugada na cozinha do casarão onde moram, revirando o passado da família para quem trabalham. Ao longo dos anos, a devotada Cema fez da cozinha seu porto seguro, mirante de onde muito viu e ouviu. Ela sempre se esmerou em servir, atenta aos chamados dos quartos, aos pedidos na mesa do jantar. Vigilante, está pronta a cuidar, fiel guardiã.

Enquanto o patrão é velado na sala de visitas, Cema permanece na cozinha, onde desfia seu rosário e conta, por insistência de Nevinha, histórias envolvendo a família do morto, relatos, por vezes, parecidos com as tramas das novelas de rádio que Nevinha tanto aprecia. À medida em que as horas avançam, Nevinha escuta novos segredos, capítulos marcados por discórdias e dolorosas separações. Mas, para surpresa de Cema, o amanhecer vai trazer um acerto de contas com o seu próprio passado, após ser descoberto algo que vai mudar para sempre a vida da criada. O contexto da peça e suas personagens, colocadas em papel de subalternidade, suscitam reflexões de ordem social e permitem, enquanto afloram as suas histórias pessoais, discussões de fundo político, levantando oportunas abordagens sobre desigualdade social, opressão feminina e preconceito.

A parceria artística entre dramaturgo, diretor e atrizes é antiga. Paulo Henrique Alcântara já dirigiu Vivianne Laert por duas vezes: em Álbum de família, de Nelson Rodrigues, em 2008, e em A lira dos vinte anos, de Paulo César Coutinho, em 2016. Professor da Escola de Teatro da UFBA, Paulo Henrique Alcântara escreveu e dirigiu a peça Sublime é a noite, em 2017, para uma turma de formandos do curso de interpretação teatral, da qual faziam parte Hyago Matos e Veridiana Andrade. Maldita Seja foi escrita especialmente para Hyago Matos, após este ligar para Alcântara pedindo sugestões de textos para encenar.

A montagem tem cenário criado por Maurício Pedrosa, figurino de Guilherme Hunder, iluminação de Otávio Correia, trilha sonora de Luciano Bahia, maquiagem de Julia Laert e na contrarregragem Bárbara Laís. A produção está a cargo de Clarissa Gonçalves.

O que já se disse sobre o espetáculo:

“É um texto sobre o amor. É um texto sobre a convivência entre duas mulheres, empregadas numa cozinha, que passam a noite acordadas enquanto o senhor da casa é velado na sala de visitas. Com profundidade de sentimentos vai nos mostrando a cumplicidade entre as duas e o humor pontua a cena de maneira que possamos sentir alívio. Duas atrizes, Vivianne Laert e Veridiana Andrade, num momento de beleza, uma mais experiente e a outra em início de carreira, dão conta das personagens de uma maneira profunda, mostrando-nos retratos da vida. O jovem diretor Hyago Matos deu conta do recado com muita segurança.”

(Raimundo Matos de Leão- Professor aposentado de História do Teatro da Escola de Teatro da UFBA.)

 “É emocionante ver o teatro cheio ser deslocado para uma cozinha cheia de histórias, de amores e dores, lembranças e cheiros. A interpretação de Vivianne Laert e Veridiana Andrade vai nos conduzindo para esse universo cheio de poesia e concretudes criado no texto de Paulo Henrique Alcântara e na direção cuidadosa de Hyago Matos. Um deleite. Desejo vida longa para esse trabalho que nos lembra que o bom teatro é cheio daquela “boa simplicidade” tão difícil de encontrar e de fazer acontecer.”

(Wanderley Meira-Ator)

“O texto Maldita Seja é engenhoso, hábil, maduro. Texto lapidado, burilado. Texto para o público em geral. Mantem o elo com o repertório de Paulo Henrique Alcântara, com sua assinatura muito autoral, ao mesmo tempo que amplia, dilata. É um texto politizado, que fala de diferenças sociais, poder. Apresenta um humor inteligente, inspirado.”

(Marcos Uzel- Professor, jornalista, escritor de vários livros sobre teatro baiano.)

Ficha Técnica

Direção: Hyago Matos

Elenco: Vivianne Laert e Veridiana Andrade 

Texto: Paulo Henrique Alcântara

Cenografia: Maurício Pedrosa

Direção de Produção: Clarissa Gonçalves

Assistência de Produção: Hyago Matos

Figurino: Guilherme Hunder

Costura: Saraí Reis e Luiz Santana

Iluminação: Otávio José Correia Neto

Assistência de Iluminação: Fernanda Paquelet

Trilha sonora: Luciano Salvador Bahia

Maquiagem: Júlia Laert
Assessoria de imprensa: Dóris Pinheiro

Arte Gráfica: Mário Oliveira

Contrarregra: Bárbara Laís

Operação de som: Hyago Matos

Operação de luz: Victor Hugo Sá e Otávio José Correia Neto

Cenotécnicos: Ademir França, Reinaldo Moreira, Márcio Aurélio Carvalho Serralheria: Leandro de Jesus

Assistência de cenografia: Éveli Prazzo, Jhéssy Oliveira, Mainah Rego, Amanda Mayer, Hamilton Lima e Hyago Matos

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorTratamento reduz a agitação em pacientes com Alzheimer
PróximoShopping Center Lapa promove o “Palco é Delas” com artistas baianasNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Idosos de todo Brasil podem viajar sem gastos com passagem e sem burocracia em trajetos interestaduais

19 de março de 2026

Uso de canetas emagrecedoras por idosos acende alerta

19 de março de 2026

Editora Melhoramentos lança a coleção “Bicho Letrado” com foco na fase inicial da alfabetização

19 de março de 2026

Grupo Marujos Pataxó da Aldeia Mãe Barra Velha transformam ancestralidade em patrimônio  

19 de março de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Idosos de todo Brasil podem viajar sem gastos com passagem e sem burocracia em trajetos interestaduais

Uso de canetas emagrecedoras por idosos acende alerta

Editora Melhoramentos lança a coleção “Bicho Letrado” com foco na fase inicial da alfabetização

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui