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Mitos e verdades sobre o orgasmo durante a menopausa

  • Destaque 1-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2024-07-04
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Ginecologista Loreta Canivilo relata dificuldades e desvenda mitos de mulheres que passam por este momento

O Dia Mundial do Orgasmo é celebrado em 31 de julho. A data foi criada em 1999 por uma loja britânica de produtos eróticos que decidiu homenagear o auge do prazer sexual.

A menopausa é a fase na vida da mulher em que a menstruação cessa naturalmente, resultado da interrupção da produção dos hormônios femininos pelos ovários. “Caracterizada pela ausência consecutiva da menstruação por 12 meses, geralmente ocorrendo entre os 45 e 55 anos, assinalando o fim do período reprodutivo da mulher”, explica a médica ginecologista Loreta Canivilo.

Mulheres que estão nesta fase da vida tendem a ter complicações para atingir o clímax da relação sexual. Essas dificuldades são separadas em três motivações: emocional, mental e física. “A insegurança ou baixa autoestima em relação às mudanças no corpo, a diminuição da libido e do desejo sexual, a falta de intimidade emocional com o parceiro, problemas de continência urinária, secura vaginal e baixa sensibilidade no clitóris são alguns dos fatores que prejudicam o prazer”, explica a Dra. Loreta.

Embora a idade dificulte, é possível que qualquer mulher chegue ao orgasmo. Confira alguns mitos e verdades sobre o orgasmo na menopausa:

Os hormônios são a única solução para os problemas sexuais na menopausa

Mito: Terapias hormonais podem ajudar, mas não são a única solução. Existem muitas outras opções, como lubrificantes, terapia sexual, exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico e mudanças no estilo de vida.

As mudanças hormonais afetam a resposta sexual

Verdade: A redução dos níveis de estrogênio pode causar secura vaginal, redução da elasticidade e fluxo sanguíneo, o que pode impactar a resposta sexual e a experiência do orgasmo.

A atividade sexual regular pode ser benéfica

Verdade: Manter uma vida sexual ativa pode ajudar a aumentar a lubrificação natural e manter a elasticidade vaginal, contribuindo para uma experiência sexual mais prazerosa e conseguindo atingir o orgasmo.

Exercícios de fortalecimento do assoalho pélvico podem ajudar

Verdade: Praticar exercícios como Kegels pode fortalecer os músculos do assoalho pélvico, melhorar a continência urinária e aumentar a sensibilidade sexual

O orgasmo se torna impossível após a menopausa

Mito: Muitas mulheres acreditam que a menopausa impede totalmente a possibilidade de alcançar o orgasmo. Isso não é verdade. A resposta sexual pode mudar, mas a capacidade de ter orgasmos geralmente permanece.

Sobre Dra. Loreta Canivilo

Médica ginecologista, obstetra e ginecoindócrino Loreta Canivilo, é especialista em reposição hormonal feminina, estética íntima feminina e tratamentos de doenças do útero e endométrio.

A profissional possui diversas pós-graduações em instituições de referência como: Reprodução, Ginecologia Endócrina no Hospital Sírio Libanês e Medicina em Estado da Arte no Hospital Albert Einstein. É especialista em Nutrologia e Endocrinologia pela Faculdade Primum, referência em educação em medicina.

Nas redes sociais, Loreta já possui mais de 50 mil seguidores – @draloreta, e oferece conteúdo explicativo sobre assuntos relacionados à saúde da mulher, gestação, reposição hormonal e implantes.

Loreta Canivilo também é idealizadora de projeto social, em parceria com o Instituto Primum – onde também ministra aulas -, que promove atendimento de saúde feminina gratuito a mulheres em situação de vulnerabilidade.

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