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Novembro Azul além do físico; Artigo aborda saúde mental masculina em crise silenciosa

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-11-07
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Mais de 700 mil pessoas tiram a própria vida por ano no mundo — e a maioria são homens. No Brasil, os homens têm quase 4 vezes mais chances de morrer por suicídio do que as mulheres. Ainda assim, são minoria nos atendimentos em saúde mental, representando apenas 33,8% dos usuários em plataformas especializadas.

Isso não é coincidência — é reflexo de uma cultura que ensina o homem a calar a dor. Desde cedo, ouvimos frases como “engole o choro” ou “homem não fraqueja”. Crescemos achando que mostrar sentimentos é fraqueza. O resultado? Muitos chegam ao limite sem pedir ajuda.

A saúde mental masculina é uma crise silenciosa. Irritabilidade, insônia, vício em álcool ou trabalho são sintomas que mascaram quadros de depressão e ansiedade. Muitos homens só buscam ajuda por dores físicas. Mas, por trás disso, há exaustão emocional, isolamento e sobrecarga.

O Novembro Azul alerta sobre o câncer de próstata. Mas de que adianta cuidar do corpo e ignorar a mente? Emoções mal cuidadas afetam o sono, o apetite, o coração e podem adoecer o corpo todo.

Também vivemos menos: segundo o IBGE, a expectativa de vida dos homens em 2023 foi de 73,1 anos, contra 79,7 das mulheres. São 6,6 anos de diferença.

Criar uma nova cultura de autocuidado é urgente. Falar não é fraqueza — é coragem. Terapia não nos faz menos homens. Nos torna mais conscientes. Precisamos de espaços de escuta, acolhimento e redes de apoio entre nós.

Vejo mudanças: as novas gerações estão mais abertas, e as redes sociais têm ajudado a quebrar o silêncio. Muitas vezes, são as mulheres ao nosso redor que percebem os primeiros sinais e nos incentivam.

Falar salva. Que este Novembro Azul também seja um convite ao cuidado emocional. Porque homem chora, sim. E cuidar da mente é o primeiro passo para viver melhor.

Dr. Thyago Henrique é médico pós-graduado em psiquiatria pelo Hospital Israelita Albert Einstein.

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