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Você já se perguntou sobre isso? Qual o papel dos bigodes na vida dos pets?

  • Atitude, Comportamento, Secundário 2, Sub-Editoria Atitude
  • 2025-02-10
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Gatinhos como a Olga têm vibrissas até atrás das patas | Crédito: Julia de Camargo

Radares naturais têm função essencial como sensores de precisão, ajudando na navegação e evitando “erros de mira”

Você já reparou nos bigodes do seu cachorro ou gato? Eles não estão ali apenas para dar um charme a mais! Conhecidos cientificamente como vibrissas, esses pelos são verdadeiros sensores que ajudam os pets a explorar o mundo ao redor, evitando colisões e até “erros de mira” na hora do xixi e da refeição.

As vibrissas são altamente sensíveis e captam informações sobre o ambiente, como distância, movimento e textura dos objetos. Segundo a veterinária Giovana de Albuquerque Catelano, anestesista e clínica no Hospital Veterinário Taquaral (HVT), em Campinas, esses pelos desempenham um papel essencial na percepção espacial dos animais. “Elas transmitem informações ao cérebro através de nervos sensoriais, ajudando os pets a criar uma imagem mais precisa do ambiente”, explica.

O engenheiro Allan Eduardo Messias Viola com seu cãozinho Fidel
Crédito: Arquivo pessoal
A auxiliar administrativa Julia de Camargo com as gatinhas Olga e Leslie
Crédito: Arquivo pessoal
Gatinha Leslie: “radares” nas bochechas e acima dos olhos
Crédito: Julia de Camargo

E os tutores percebem isso na prática! O engenheiro Allan Eduardo Messias Viola, dono do cãozinho SRD, chamado Fidel, já notou como seu cão usa os bigodes para se orientar durante os passeios: “Fidel esfrega os bigodes nos postes antes de fazer xixi. Acredito que seja uma forma dele medir a distância e evitar trombadas ou errar o alvo”.

Já a auxiliar administrativa Julia de Camargo, tutora das gatas Leslie e Olga, percebeu que os bigodes influenciam até na alimentação: “Elas usam os bigodes para perceber objetos, como os potes de comida e água. Troquei os potes de ração por modelos côncavos porque, quando os bigodes encostavam nas bordas, elas simplesmente não comiam! E o engraçado é encontrar bigodinhos pelo chão de casa. São grossos, compridos, firmes e fofos”.

As vibrissas dos gatos costumam ser mais longas e finas que as dos cães, e estão presentes não apenas ao redor do nariz e da boca, mas também acima dos olhos e atrás das patas. Gatos dependem mais dessas “antenas” para se locomover, especialmente em espaços escuros.

E atenção: cortar ou danificar os bigodes pode prejudicar a percepção espacial do animal, causando dificuldade para se orientar, para detectar obstáculos, colisões frequentes e até alterações de comportamento e equilíbrio. “As vibrissas caem naturalmente e se renovam em um ciclo de dois a seis meses, mas se a queda for excessiva, é importante buscar orientação veterinária, pois pode ser alguma doença ou lesão”, salienta a Dra. Giovana.

Fidel encosta bigodes nos postes antes de fazer xixi
Crédito: Allan Eduardo Messias Viola
Potes de ração e de água devem dar espaço para as vibrissas | Crédito: Divulgação

Para manter os bigodes saudáveis, a veterinária recomenda alguns cuidados: nunca cortá-los, mantê-los limpos, evitar produtos que possam prejudicá-los e oferecer uma alimentação equilibrada. Afinal, essas “antenas” naturais garantem que os pets se movimentem com segurança e confiança, seja em casa ou durante as aventuras diárias!

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