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ARTIGO – Pai, presença afetiva e efetiva

  • Atitude, Comportamento, Destaque 2-atitude, Sub-Editoria Atitude
  • 2024-08-08
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Por Sandro Arquejada

Quem teve um pai presente, provavelmente traz à lembrança as mais divertidas aventuras, experiências e iniciações. O pai é aquele que nos lança para a vida. No simples gesto de levar o filho (a) junto, como companhia, quando ele precisa realizar alguma obrigação, já está demonstrando como é viver a vida na prática.

Lembro-me com saudade do cheiro do uniforme suado do meu pai quando chegava do trabalho. Recordo quando ele me mandou dirigir o caminhão que trabalhava, na estrada da fazenda em que morávamos. “Você consegue”, ele dizia. Aos domingos, me ensinava a nadar em um rio e tantas outras coisas que fazíamos juntos. Interessante que ninguém ensinou meu pai a ter uma atitude paterna positiva. Isso já estava nele, ele só correspondeu ao desejo de ter a minha companhia e instintivamente buscou conciliar o tempo de cumprir suas obrigações com a motivação natural de viver comigo coisas simples, mas, que foram significativas.

Acho que ele nem sabia o quanto atitudes corriqueiras estavam sendo experiências profundas, verdadeiras lições de vida para mim!

Hoje, como pai, vejo como é importante ser presença, afetiva e efetiva. Não é só prover, mas é preciso também gerar boas experiências, memórias que façam minhas filhas acreditarem que são capazes, não terem medo de enfrentar até mesmo coisas inéditas a elas, pois, de alguma forma, alguém mostrou que elas encontrarão a força interior necessária nelas mesmas, e que amar e agir na verdade tornam a pessoa vencedora seja qual for o desafio. Que através dos meus cuidados e carinho, elas sintam a presença do Pai que olha por elas e, mesmo sem vê-lo, intuam que Ele está em algum lugar, olhando por elas. Toda paternidade vem de Deus e através de nosso amor, estímulo e solicitude, somos responsáveis por transmitir a grande experiência e impressão que nossos filhos terão do amor do Pai.

Na ausência ou numa presença negativa do genitor, o filho (a) poderá ter dificuldades em sentir o atributo paterno de Deus que lança, desafia a algo novo e pede para ter coragem. Pois lhe faltou a experiência terrena de que o Pai está na retaguarda zelando por ele, acreditando e dando uma palavra de incentivo, mesmo quando pensar em desistir, e até garantindo que a missão será cumprida, porque, se necessário, quem irá atuar será esse Pai.

A palavra e as atitudes de um pai são coisas que marcam o filho para sempre. Não raro, vemos pessoas que carregam uma imagem negativa de si mesmos, traumas, porque num momento de raiva, impensado ou temendo que o filho não seguisse o caminho proposto, o pai proferiu uma palavra dura, ríspida, desqualificando seu descendente. Ou quando esse pai deu um mau exemplo de caráter, nisso tudo, destrói-se a natural propensão que as crianças têm de ver o pai como seu herói e exemplo a ser seguido. A memória afetiva fica maculada e afasta o filho de seu pai. Portanto, cuidemos de nossas reações e nossas palavras!

A cada filho e a cada fase é preciso um cuidado próprio. Sobre as meninas, o pai é quem autentica seu valor de mulher, sua beleza e a preciosidade de seu coração. Já os meninos, devem ser encorajados a dispor de seu ímpeto e força em direção da gentileza e do cavalheirismo. É essa a dinâmica: sempre dizer isso a elas e eles, além de promover que assim sejam.

Participar da concepção de uma vida humana, sem dúvida alguma, é algo grandioso. Contudo, ser presença e tornar-se uma referência positiva no desenvolvimento dessa vida, é ainda mais sublime.

Sandro Arquejada é missionário da Comunidade Canção Nova, formado em Teologia e Administração de Empresas. Atualmente trabalha na “Formação – Núcleo das Famílias”. É autor dos livros “Ato Conjugal, Beleza e Transcendência”, “Maria, humana como nós”, “Como Rezar o Terço Mariano”, entre outros, pela Editora Canção Nova.

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