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Perfumar a casa pode fazer mal? Saiba qual é a “medida certa” para evitar crises alérgicas

  • Destaque 1-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-06-18
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Aromatizar o ambiente pode ser prazeroso e até terapêutico, mas exige consciência e moderação – conforme alerta médica do Hospital Paulista

Incensos, difusores, aromatizantes de tomada, velas perfumadas… A oferta de produtos que prometem deixar o ambiente mais acolhedor e cheiroso só cresce. Mas, apesar do apelo sensorial, esse hábito pode representar riscos à saúde — especialmente para quem sofre de doenças respiratórias como rinite. A boa notícia: dá para conciliar bem-estar e segurança, desde que se encontre a medida certa.

Segundo a médica otorrinolaringologista Cristiane Passos Dias Levy, especialista em alergias respiratórias, esses produtos podem, sim, desencadear crises em pessoas mais sensíveis. “Eles podem conter fragrâncias sintéticas, compostos voláteis orgânicos (COVs), partículas finas e aditivos químicos que irritam as vias respiratórias. Em indivíduos com predisposição, isso pode levar a inflamações, espirros, coriza, tosse e até dificuldade para respirar”, explica.

Entre os vilões mais comuns, estão substâncias como formaldeído, benzeno e tolueno — muitas vezes liberadas na queima de incensos e velas convencionais. Também há o risco de inalar partículas ultrafinas, que, além de penetrar fundo nos pulmões, podem agravar quadros de asma e alergias respiratórias.


Existe uma “dose segura”?

Não há uma quantidade padrão de uso que seja considerada completamente segura para todos. A sensibilidade é individual, mas a médica orienta que moderação e ventilação são essenciais. “Evite o uso prolongado, prefira ambientes bem ventilados e use a menor quantidade possível do produto para alcançar o efeito desejado”, orienta a Dra. Cristiane. Usar incensos ou aromatizantes diariamente, em locais fechados, por exemplo, aumenta muito o risco de reações adversas.


O olfato também pode sofrer

Você sente que está ficando “acostumado demais” aos cheiros da casa e já não os percebe como antes? Pode ser um alerta. “A exposição contínua a substâncias irritantes pode levar à perda de sensibilidade olfativa. Além disso, a inflamação constante da mucosa nasal pode resultar em quadros crônicos de rinite”, adverte a médica.

Em alguns casos, a pessoa desenvolve até intolerância a certos odores, que passam a causar dor de cabeça, náusea ou mal-estar, mesmo em concentrações leves.


Há alternativas mais seguras?

Sim! Para quem adora um ambiente cheiroso, mas não quer arriscar a saúde respiratória, a médica indica opções mais naturais e com menor potencial irritante:


Dicas para perfumar a casa com segurança (e moderação):

  1. Prefira óleos essenciais puros
    Use difusores ultrassônicos e opte por óleos como lavanda, limão ou eucalipto. Mas atenção: mesmo os naturais podem causar reações, então faça testes antes.
  2. Velas de cera de soja ou cera de abelha
    Evite as velas comuns, que costumam liberar toxinas ao queimar. Prefira as que são 100% naturais e sem fragrâncias artificiais.
  3. Incensos naturais
    Busque marcas que utilizem ervas, madeiras e resinas sem aditivos químicos. Use por pouco tempo e sempre com janelas abertas.
  4. Sprays caseiros
    Faça sua própria mistura com água, algumas gotas de óleo essencial e um pouco de álcool de cereais. É simples, funcional e menos agressivo.
  5. Plantas e ervas frescas
    Alecrim, hortelã, manjericão e lavanda não só perfumam como ajudam a purificar o ar naturalmente.
  6. Desodorização natural
    Vinagre, bicarbonato de sódio e carvão ativado são ótimos aliados para neutralizar maus odores sem químicos.

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