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Por que estamos cada vez mais conectados e, ainda assim, isolados?

  • Destaque 1-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2024-10-03
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Psicólogo propõe reflexões sobre o excesso de presença virtual e a facilidade em se desligar das pessoas, da realidade e de si mesmo

Isso não é um chapéu se origina na análise da obra universal de Saint-Exupéry, O Pequeno Príncipe, e adentra aos tempos modernos carregando as questões que consomem a humanidade, em especial, a solidão.  

Lançamento do escritor, psicólogo clínico e doutor em Filosofia Clécio Branco, o livro propõe reflexões sobre o isolamento social e a necessidade de uma rede de apoio em situações de sofrimento e desamparo, enquanto convida o leitor a resgatar a criança interior. 

Ao promover oficinas literárias como ferramenta terapêutica, o autor comprovou que o clássico do escritor francês ainda evoca questões atuais. O texto mergulha na solidão e na importância de cativar – fazer amigos – e é capaz de mostrar que as pessoas, embora cada vez mais interligadas pela tecnologia, estão solitárias e desconectadas umas das outras. 

Dentre os temas analisados com delicadeza pelo autor e que afligem a humanidade hoje estão o trabalho irracional e automático, a padronização que esmaga as particularidades de cada um, a falta de estímulo à imaginação, o aumento dos transtornos do sono, o narcisismo e o sedentarismo. 

Com leveza e inquietação, transita pela filosofia, pela história, pela arte, como um convite a observar o mundo com mais calma, com mais abertura, com mais “por quê?” É um convite a se deixar atravessar pelas coisas, se surpreender, se encantar, se emocionar. A revolução talvez consista em entender que a liberdade também está em questionar as certezas e descolonizar os pensamentos, repensando as narrativas que nos adoeceram até aqui, coletivas ou não.

(Isso não é um chapéu, prefácio de Renata di Carmo, p. 10) 

O especialista também busca embasamento nas ideias de pensadores e estudiosos como Gilles Deleuze, Eduardo Galeano, Nise da Silveira, Heidegger, Sartre e Byung-Chul Han para enriquecer a narrativa. A partir dessas figuras, ele evidencia o quanto cada um de nós está isolado em seu “próprio planeta”, mesmo com milhares de “amigos” nas redes sociais.  

Isso não é um chapéu se trata de um chamado à sociedade do desempenho e da produtividade ininterrupta para que compartilhe mais humanidade. Na obra, o psicólogo pede um olhar especial aos encontros de conexões reais, essenciais para combater a solidão e a alienação da própria existência.  

Clécio Branco lança mão da experiência de mais de 25 anos de profissão e dos anseios coletivos para lembrar ao leitor sobre a importância da amizade. E não qualquer uma, mas aquela em que as pessoas cuidam umas das outras, acolhem seus defeitos e se propõem a enfrentar juntas os desafios que virão. 

Ficha técnica 
 
Livro: Isso não é um chapéu 
Autor: Clécio Branco 
ISBN: 978-65-5872-878-8 
Páginas: 272 
Preço: R$ 72,90 
Onde encontrar: Amazon  

Sobre o autor 

Clécio Ferreira Branco é formado em Psicologia Clínica e Ciências Sociais, Mestre e Doutor em Filosofia e Especialista em História. Atua como psicólogo clínico e professor de filosofia e sociologia. É autor de Ensaios de A a Z para Mentes Inquietas. 

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