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Quem foi Bárbara, a santa da coragem

  • Calendário, Principal, Saia de Casa, Sub-Editoria Saia de Casa
  • 2024-12-04
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Dia de Santa Bárbara. Pelourinho, Salvador, Bahia | Foto: Amanda Oliveira.

Santa Bárbara é uma figura icônica no cristianismo, celebrada por sua força, fé e martírio. Sua história, situada no final do século III, em Nicomédia (atual Izmit, Turquia), reflete a luta pela liberdade espiritual em um contexto de perseguição religiosa. Venerada pelos cristãos sua memória transcende fronteiras culturais e religiosas.

Vida e Conversão

Filha única de Dióscoro, um homem rico e influente, Bárbara foi criada em isolamento em uma torre, numa tentativa de protegê-la das influências externas. No entanto, esse confinamento alimentou sua curiosidade e reflexão. Encantada pela ordem e beleza do mundo, Bárbara rejeitou o politeísmo de sua época e se converteu ao cristianismo, inspirada na doutrina da Santíssima Trindade.

Sua fé a levou a desobedecer ordens do pai, como ao modificar a arquitetura da torre para incluir uma terceira janela em homenagem à Trindade. Essas ações simbolizavam não apenas sua crença, mas também sua resistência às imposições culturais e familiares.

Martírio e Legado

Quando Dióscoro descobriu sua conversão, entregou-a às autoridades romanas. Bárbara foi submetida a torturas brutais, mas não renunciou à sua fé. Junto a Juliana, outra cristã convertida, enfrentou o martírio. Ambas foram decapitadas, e, segundo a tradição, Dióscoro foi atingido por um raio logo após executar a filha, um evento que reforçou a ligação da santa com a proteção contra tempestades e raios.

Celebrada em 4 de dezembro, Santa Bárbara é padroeira de profissões ligadas ao fogo e explosivos, como bombeiros, artilheiros e mineradores. Sua história inspira coragem e fé inabalável diante das adversidades.

Entenda a ligação entre os santos católicos e os orixás

Por muito tempo, os negros trazidos ao Brasil durante o período colonial foram submetidos à repressão religiosa. Com o catolicismo imposto como religião oficial pelos colonizadores portugueses, o culto aos Orixás, práticas espirituais de origem africana, era considerado heresia e feitiçaria. Essa perseguição forçou os povos africanos escravizados a encontrar maneiras criativas e resilientes de preservar sua fé e suas tradições.

Uma das formas de resistência foi o uso de Otás (pedras sagradas). Os Otás, ligados a cada Orixá, eram ocultados dentro de imagens de santos católicos. Assim, os negros realizavam seus cultos sem levantar suspeitas dos senhores e fazendeiros, que observavam apenas a veneração aparente dos santos cristãos. Esse processo deu origem ao sincretismo religioso, que associa os Orixás aos santos católicos, permitindo a continuidade dos rituais sem o risco de castigos e perseguições.

Por exemplo, ao rezar para Santa Bárbara, reverenciava-se Iansã, Orixá dos ventos e tempestades. Outras associações notáveis incluem São Jorge, relacionado a Ogum, e São Sebastião, que simboliza Oxóssi.

Esse sincretismo religioso não apenas garantiu a sobrevivência da espiritualidade afro-brasileira, mas também deu origem a uma rica e única interação entre duas tradições. 

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