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Rumo aos 100! Os hábitos que podem ajudar você a viver mais e melhor

  • Destaque 1-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2024-09-05
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Geriatra explica como é possível envelhecer com saúde e, no futuro, entrar para o grupo dos centenários

O que no passado parecia um feito muito raro, quase inatingível, nos últimos tempos têm se tornado “mais comum”. Chegar aos 100 anos, ou mesmo ultrapassar essa marca, é um feito cada vez mais possível. Só no Espírito Santo, de acordo com o último Censo do IBGE, existem 678 capixabas centenários. E esse número deve aumentar, uma vez que as projeções indicam o envelhecimento da população brasileira nas próximas décadas. Mas qual é o segredo para chegar aos 100 anos? Como viver com saúde por tanto tempo? 

A médica Fernanda Damiani, geriatra da São Bernardo Samp, lembra que o envelhecimento é um processo natural, que acontece de maneira diferente para cada pessoa. Por isso, não é de se estranhar que uma pessoa chegue aos 117 anos, como completou recentemente uma idosa de Sooretama, no norte do Espírito Santo. 

“Viver mais e com saúde hoje é possível graças aos avanços da medicina, que permitem um acesso mais fácil a exames preventivos. Esses exames ajudam a detectar doenças ainda no início, o que aumenta muito as chances de tratamento e cura. Além disso, as pessoas estão mais atentas aos cuidados com suas doenças e condições de saúde, o que promove uma melhor qualidade de vida, mais autonomia e, consequentemente, uma maior longevidade”, avalia a geriatra. 

No entanto, muitos esquecem que cuidar da saúde deve ser uma preocupação em todas as fases da vida, e não apenas quando se chega à velhice. “Ter hábitos saudáveis em qualquer idade faz uma grande diferença. Quanto mais cedo começamos a cuidar da nossa saúde, melhor podemos garantir uma vida longa e de qualidade”, afirma. 

Viver mais de 100 anos é um desejo de muitas pessoas, mas para chegar lá é preciso mais do que sorte ou uma boa genética. Estudos recentes mostram que ter uma boa alimentação e hábitos saudáveis é fundamental. 

“Ter uma alimentação variada e rica em nutrientes é essencial. Aqueles que consomem uma dieta diversificada, com muitas frutas, verduras, grãos integrais e proteínas magras, tem mais chances de viver mais tempo e com saúde. Manter-se ativo ajuda a cuidar do corpo, melhora o funcionamento do coração e ainda previne várias doenças crônicas. E não fumar. Fumar está ligado a várias doenças graves, como problemas no coração, no pulmão e alguns tipos de câncer, que podem diminuir muito a expectativa de vida”, explica. 

O contato com a natureza pode ser um fator importante para a longevidade. “Estudos mostram que pessoas que vivem em ambientes naturais, ou que têm contato frequente com a natureza, tendem a ter níveis mais baixos de estresse, melhor saúde mental e maior sensação de bem-estar. A natureza também estimula a prática de atividades físicas ao ar livre, como caminhadas e jardinagem, que são benéficas para a saúde física e mental. Além disso, estar em ambientes naturais pode melhorar a qualidade do sono, fortalecer o sistema imunológico e promover uma maior conexão social, tudo isso contribuindo para uma vida mais saudável e longeva”, pontua a médica. 

“A longevidade é um tema que vai além da pessoa idosa e sua família, afetando toda a sociedade e a economia global. É essencial que os governos implementem políticas públicas que ampliem o acesso à saúde e aos direitos sociais para todos os idosos. Governos, sociedade civil e setor privado devem trabalhar juntos para garantir uma melhor qualidade de vida para os idosos, assegurando seus direitos e promovendo um envelhecimento digno e saudável para todos”, conclui.

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