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Saiba como identificar bebidas falsas e fique atento aos riscos à saúde

  • Banquete, Bebida, Destaque 2, Sub-Editoria Banquete
  • 2025-11-12
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Apesar de a identificação ser feita apenas por análises laboratoriais, há sinais que indicam adulterações e falsificações

A intoxicação por bebidas e alimentos é um problema que atinge o mundo todo. Recentemente, diversos casos envolvendo o metanol foram divulgados. No Brasil, o composto orgânico foi encontrado em bebidas alcoólicas e levou ao menos dez pessoas à morte, ao coma ou à cegueira definitiva. O metanol é um líquido transparente, inflamável e perigoso à saúde humana. Pequenas quantidades já podem causar danos graves, pois, quando metabolizado pelo fígado, é transformado em substâncias ainda mais perigosas e nocivas.

As intoxicações recentes surgiram após as vítimas ingerirem bebidas falsas produzidas em fábricas clandestinas. Algumas dessas fábricas utilizaram etanol de postos de gasolina em sua fabricação, mas é possível que a contaminação aconteça de outras formas. “As causas não fraudulentas são: fermentação natural de pectinas (presentes em frutas, cana, milho, etc.); durante a destilação mal conduzida, em que o metanol não é separado corretamente e se concentra no destilado; e também o uso de matéria-prima contaminada ou recuperação inadequada de resíduos alcoólicos”, explica Milena Santos, assessora científica da Kasvi, empresa brasileira dedicada a oferecer as melhores soluções para pesquisa, ciência, diagnósticos, estudos e novas descobertas. 

Saiba como identificar o metanol e possíveis sintomas

Infelizmente, o metanol não tem cheiro, cor ou sabor característicos que possam diferenciá-lo do etanol, mas há alguns indícios que levam à suspeita, como: bebida com cheiro forte e irritante, ou que lembra solventes de tinta; preço muito baixo e fora do comum; embalagens diferentes, improvisadas, sem rótulos ou sem etiquetas que indiquem registro no Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA) ou da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA).

Além das dicas que podem ser observadas antes da compra ou quando for ingerir os produtos, uma grande diferença entre o metanol e o etanol é a queima. Por ter estrutura química diferente, o metanol tem queima irregular: sua chama é azul-clara, quase invisível, já a do etanol é azul-amarelada, brilhante e visível.  

Caso a ingestão tenha acontecido, é importante que o atendimento médico aconteça com urgência, pois os sintomas aparecem cerca de 6h a 24h após a ingestão. Dentre os principais, estão náusea, tontura, dor de cabeça, dores abdominais intensas, visão borrada ou com manchas, falta de coordenação motora e, em casos mais graves, cegueira e coma. Apesar dos sintomas serem semelhantes a uma “ressaca”, eles tendem a se agravar rapidamente. 

Análise laboratorial identifica intoxicação por metanol

Em casos de suspeita por intoxicação de metanol, exames laboratoriais são essenciais para o diagnóstico, como os que indicam acidez no organismo ou o acúmulo de toxinas. Além dos exames feitos com os pacientes, é necessário testar as bebidas e identificar a origem do composto. De acordo com a assessora científica da Kasvi, é importante que os métodos garantam alta sensibilidade e precisão.

“Os principais utilizados são a cromatografia gasosa (CG ou GC), que é o padrão internacional (AOAC, MAPA, ISO) para quantificação de metanol e outros álcoois, como o etanol, propanol e butanol; a cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC) com derivatização é menos comum, pois o metanol pode ser derivatizado com reagentes que o tornam detectável por HPLC com UV e métodos químicos rápidos (colorimétricos). Existem ainda kits rápidos que utilizam reações químicas que mudam de cor quando o metanol está presente. Esses kits são úteis para triagem, mas não substituem a CG”, destaca Milena.

A Kasvi fornece diversas soluções e insumos utilizados para o preparo e análise de amostras de bebidas, especialmente para cromatografia e controle de qualidade. Entre elas, estão os filtros de seringa; microtubos, pipetas, ponteiras estéreis, vials de vidro, banho-maria, agitadores, centrífugas e pHmetros. Todos os produtos garantem resultados confiáveis e rápidos, que facilitam o diagnóstico e aumentam as chances de um tratamento ágil e assertivo. Em casos confirmados de intoxicação por metanol, quanto antes o paciente receber atendimento médico, maiores são as chances de cura e menores os riscos de sequelas a longo prazo. 

Mais informações em www.kasvi.com.br.

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