Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Sarcopenia, que traz fraqueza muscular, pode afetar pessoas a partir dos 40 anos

  • Destaque 1-envelhescência, Envelhescência, Sub-Editoria Envelhescência
  • 2025-05-08
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

O apoio multidisciplinar e o suporte familiar são essenciais para um tratamento eficaz da doençav

Silenciosa e preocupante, a sarcopenia é uma doença caracterizada pela redução de força, função e massa muscular que ocorre com o envelhecimento, mas que também afeta pessoas com doenças crônicas ou em processo de imobilização prolongada. Recorrente em pessoas a partir dos 80 anos, a condição também pode atingir homens e mulheres já a partir dos 40 anos, de acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR).

Geriatra e paliativista da Clínica Florence Unidade Salvador, Carolina Rocha destaca que os principais sinais clínicos de sarcopenia incluem fraqueza muscular, comprometimento de desempenho físico, redução da velocidade de caminhada, dificuldade para levantar de cadeiras ou subir escadas sem apoio e maior propensão a quedas.

“A perda de força ocasionada pela sarcopenia compromete a funcionalidade do paciente, ou seja, a sua autonomia para exercer as atividades básicas do dia a dia, como tomar banho sozinho, se vestir, ir ao banheiro sozinho, o que pode gerar impactos emocionais como ansiedade devido à dependência de terceiros para exercer essas funções”, explica o especialista.

Em contextos de reabilitação, a condição pode limitar os ganhos funcionais, pois, por muitas vezes, a sarcopenia não consegue ser totalmente revertida. “Até mesmo nos cuidados paliativos, essa condição, que é comum devido à progressão da doença, pode aumentar o sofrimento e comprometer a qualidade de vida”, avalia.

Tratamento multidisciplinar

Carolina Rocha ressalta que o diagnóstico precoce da sarcopenia faz toda a diferença no sucesso do tratamento. Na maioria das vezes, esses cuidados envolvem uma equipe multidisciplinar, composta por médicos, fisioterapeutas, nutricionistas, terapeutas ocupacionais e psicólogos. Esses profissionais atuam de forma integrada para recuperar ou preservar a funcionalidade do paciente.

“Essa atuação é feita por meio de estratégias focadas em atividade física resistida, suporte nutricional para ingestão adequada de proteínas, adaptações feitas pela terapia ocupacional para facilitar o cuidado ou levar maior independência, emocional e cuidados individualizados como um todo”, esclarece.

Um paliativista da Clínica Florence também destaca que a reversão completa é mais complexa em estágios avançados de sarcopenia. Contudo, é possível estabilizar o quadro e melhorar a condição do paciente com orientações adequadas, como fisioterapia regular, estímulo à mobilidade e suplementação nutricional.

O papel da família e cuidadores

Fundamentais no processo de tratamento, principalmente no engajamento das atividades prescritas, as famílias e cuidadores dos pacientes revelados com sarcopenia podem atuar diretamente no supervisão e liberação de dieta, fornecendo apoio emocional e respeitando os limites do paciente.

“É importante manter o estímulo desses pacientes na atividade física e acompanhamento médico regular. Além de estar atento a pequenos sinais de perda de força e função muscular, que podem vir como quedas, redução de mobilidade, dificuldade em realizar as atividades do dia a dia de forma independente, para que seja possível agir de forma preventiva”, finaliza Carolina Rocha.

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorDia das Mães: Celebre esta jornada com amor e Montblanc
PróximoDia das Mães no Culinária Musical terá Vanessa Aragão na Casa RosaNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

MUDEIdeNOME comanda a “Volta no Dique” e celebra o aniversário de Salvador

19 de março de 2026

Oscar 2026: audiência cai nos EUA, enquanto Brasil registra um dos melhores índices em anos

19 de março de 2026

Prevenção ao câncer colorretal: sintomas, exames e como reduzir os riscos

13 de março de 2026

Salvador recebe evento gratuito de bem-estar com meditação guiada

13 de março de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

MUDEIdeNOME comanda a “Volta no Dique” e celebra o aniversário de Salvador

Oscar 2026: audiência cai nos EUA, enquanto Brasil registra um dos melhores índices em anos

Prevenção ao câncer colorretal: sintomas, exames e como reduzir os riscos

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui