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Saúde é o principal ponto de preocupação dos brasileiros, aponta pesquisa

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  • 2024-04-29
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Pacientes com problemas renais em hospital no Brasil (Foto: Reprodução (JN))

Pesquisa do Instituto Ipsos, revela que a saúde pública está no topo das preocupações dos brasileiros, atingindo um índice de 42%

Ipsos lança a pesquisa What Worries The World, referente ao mês de abril, com a análise do CEO Marcos Calliari: 

Uma pesquisa do Instituto Ipsos, revela que a saúde pública voltou a ocupar o topo das preocupações dos brasileiros, atingindo um índice de 42% como o principal desafio do país. O número representa um aumento em relação aos 37% registrados no levantamento anterior, realizado em março deste ano. 

O percentual é o mais alto desde o término da pandemia em 2021. A taxa de menções à saúde como principal problema do país é praticamente o dobro da média global, que é de 23%. O aumento da preocupação com a saúde pública ocorre em meio a um surto de dengue que já causou a morte de 1.792 pessoas somente neste ano, de acordo com dados do Ministério da Saúde, o que contribuiu para a escalada da preocupação dos brasileiros com o tema nos últimos meses. 

Paralelamente, um levantamento realizado pelo Ipec revelou que o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) enfrenta uma avaliação negativa em relação às suas ações na área da saúde. Para 42% dos entrevistados, as medidas do governo são consideradas “ruins” ou “péssimas”, enquanto apenas 29% as avaliam como “boas” ou “ótimas”. Essa insatisfação se equipara apenas aos esforços em relação à segurança pública e ao combate à inflação, que também receberam avaliações desfavoráveis.

O CEO da Ipsos, Marcos Calliari, ressaltou que, pela segunda vez desde o início do governo Lula 3, uma maioria numérica acredita que o Brasil está indo na direção errada, com 53% dos entrevistados compartilhando essa visão, uma queda de quatro pontos percentuais na taxa dos que veem o país na direção correta em relação a março.

Desde novembro, a preocupação com crimes e segurança vinha liderando o ranking de maiores angústias dos brasileiros, mas houve uma queda na última pesquisa, com 41% dos entrevistados mencionando esse tema. A insegurança perdeu espaço para a preocupação com a saúde pública e a pobreza e desigualdade social, citadas por 37% dos participantes do levantamento.

Globalmente, a inflação é o tema mais mencionado, com 34% dos entrevistados preocupados com essa questão. No Brasil, 24% consideram a inflação um problema crucial, enquanto a saúde pública continua sendo a principal preocupação. 

A pesquisa foi realizada online com 25.302 pessoas de 29 países, incluindo aproximadamente mil brasileiros entre 16 e 74 anos. O Ipsos destaca que a amostra brasileira não representa necessariamente a população geral, mas sim uma parcela mais conectada, concentrada em centros urbanos e com maior poder aquisitivo e nível educacional. A margem de erro é estimada em 3,1 pontos percentuais para mais ou para menos.

Ipsos lança a pesquisa What Worries The World, referente ao mês de abril, com a análise do CEO Marcos Calliari: 

“A onda de abril da pesquisa What Worries the World traz, pela primeira vez desde o fim da pandemia, a Saúde como principal preocupação dos brasileiros. 42% das pessoas entrevistadas citam que esta é a sua maior apreensão hoje (+5 p.p em relação ao mês anterior). Crime & violência cai para o segundo lugar, com 41% das menções (-3 p.p. na comparação com março). O top 3 ainda conta com pobreza e desigualdade, citada por 37% dos entrevistados.

O tema da saúde já vinha ganhando muita visibilidade nos últimos meses por conta da grave crise causada pela dengue. O Brasil atingiu 1,6 mil mortes confirmadas pela doença em 2024, segundo dados Ministério da Saúde atualizados na sexta-feira (19). O número de mortes confirmadas já é 35% superior a todo o ano de 2023. Outra notícia recente acendeu um alerta na questão sanitária: após 18 anos sem nenhum caso, o Brasil voltou a registrar um diagnóstico de cólera esta semana na Bahia. Além das preocupações dos cidadãos em 29 países, a pesquisa também pergunta se as pessoas acreditam que seus respectivos países estão indo no rumo certo ou rumo errado. Pela segunda vez desde que o início do governo Lula, a menção de rumo errado (53%), ultrapassou a de rumo certo (47%) – anteriormente isso havia acontecido em dezembro de 2023, quando o rumo errado atingiu 51% e depois voltou a cair.
A queda de -4 pontos percentuais em relação ao mês de março acompanha o Índice de Confiança do Consumidor, que também caiu no último mês – o que reflete um momento nada favorável da visão da população sobre o governo federal. Os Estados Unidos é outro país que aparece em queda: em abril o país atingiu 70% de menções de rumo erado, o número mais alto desde junho de 2023. Um alerta para a gestão Biden, que continua sofrendo alta rejeição da opinião pública, o que pode ser uma grande vantagem para os republicanos neste momento eleitoral.

Na contramão de Brasil e EUA, a Argentina, que vinha de dois meses seguidos de queda, teve uma melhora de +5 p.p. este mês – 62% dos argentinos entrevistados dizem que o país está no rumo certo. Quanto às preocupações, tanto Argentina quanto Estados Unidos citam a inflação como sua maior preocupação (63% e 45% respectivamente). Pelo 25º mês consecutivo, a inflação segue como a apreensão mais citada na média dos países, citada por 34% dos entrevistados globalmente”.   

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