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Só 24% das pessoas confia nas próprias habilidades profissionais ao mudar de área

  • Atitude, Comportamento, Destaque 1-atitude, Sub-Editoria Atitude
  • 2025-02-07
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Freepik

O especialista em transição de carreira e diretor da Transite, Vinicius Walsh, destaca que o sentimento é comum e pode ser superado através de uma boa preparação.

Mudar de carreira não é uma decisão fácil, exigindo do profissional paciência e uma boa preparação para evitar contratempos indesejados. Contudo, mesmo com um bom planejamento, é comum que os profissionais se sintam inseguros durante a transição, principalmente em relação à sua qualificação.

Essa insegurança está, por vezes, relacionada à síndrome do impostor, um fenômeno psicológico caracterizado pela sensação de inadequação e dúvida sobre a própria capacidade, mesmo diante de resultados positivos. Um bom exemplo de como essa insegurança pode distorcer a própria imagem profissional está na pesquisa “People at Work 2025” , da ADP Research, em que apenas 24% da força de trabalho global tem confiança de que possui as habilidades necessárias para avançar para o próximo nível de trabalho em um futuro próximo.

Nesse contexto, o especialista em transição de carreira e diretor da Transite, Vinícius Walsh, explica como lidar com a insegurança e se preparar para uma mudança de área. “O primeiro passo para dar início a uma transição de carreira é fazer um bom planejamento e estudar o setor desejado: como está o mercado, quais contatos podem auxiliar na realocação e quais habilidades podem ser aproveitadas. Em relação a esse sentimento de insegurança, é normal ter dúvidas em relação à própria qualificação, ainda mais em um ambiente novo, com novas responsabilidades. No entanto, é importante entender que esse desconforto não é permanente, ele é parte do processo e deve ser visto como um incentivo a se preparar melhor”, comenta.

O especialista reforça que desenvolver uma estratégia é essencial nesse processo, ajudando a entender as lacunas de conhecimento e como supri-las, fator que será importante para uma grande quantidade de brasileiros, já que, segundo a pesquisa mais recente do LinkedIn, três em cada cinco profissionais estão planejando buscar um novo emprego em 2025. Assim, além de identificar as habilidades que serão úteis no novo setor, os profissionais precisam estar abertos a novos aprendizados, buscando se capacitar. 

Outro fator relevante durante a transição, tanto para orientar quais capacitações buscar, quanto para ajudar a encontrar vagas é desenvolver uma rede de contatos estratégica. De acordo com o especialista, falar com profissionais que já passaram pela transição ou que tenham experiência no campo, pode fornecer insights valiosos e oferecer uma perspectiva externa sobre o caminho trilhado.

”Se conectar com pessoas que fizeram transições semelhantes é um passo importante, seja para entender como se qualificar – essas pessoas podem indicar cursos muito relevantes para o novo setor – ou para conseguir uma  melhor orientação. Conhecer profissionais que estão no setor é uma estratégia eficiente seja para buscar aconselhamento ou uma maior segurança nesse processo. Então, uma recomendação é procurar congressos e outros eventos da área: lá será possível aumentar a sua rede de contatos”, orienta Vinícius Walsh.

Walsh ainda destaca que outra medida que ajuda a lidar com a transição é dividir o processo em etapas menores. Isso ajuda a evitar a sobrecarga e facilita o monitoramento de seu progresso a cada novo passo conquistado em busca da qualificação. Além disso, por ser um processo estressante, uma transição de carreira bem conduzida demanda uma mente consciente dos desafios, mas também dos caminhos já trilhados durante a jornada. Assim, outra dica é evitar a autocrítica excessiva, reconhecendo que o desenvolvimento leva tempo, mas é possível alcançar a capacitação desejada.

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