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Sucesso! Para rir muito, do nosso jeito, é o stand-up comedy baiano!

  • Principal, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta, Teatro
  • 2024-05-31
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Por Vitor Rocha

O stand-up comedy, um formato de humor que se baseia na apresentação de ‘cara limpa’ do comediante no palco, começou a se popularizar no Brasil a partir dos anos 2000. Nomes como Rafinha Bastos, Danilo Gentili e Fábio Porchat popularizaram este tipo de comédia e pavimentaram o caminho para que ele se tornasse o colosso que é hoje. Na Bahia, o cenário do stand-up também tem se fortalecido nos últimos anos, apesar das dificuldades enfrentadas pelos comediantes locais.

Para começar no stand-up, muitos comediantes baianos enfrentam desafios como a falta de espaços dedicados exclusivamente à comédia, a necessidade de conciliar a paixão pela comédia com outras atividades profissionais, e a dificuldade em atrair público em um mercado ainda em crescimento. É o caso do ator, comediante e professor de stand-up, Alan Miranda, que, sendo um preto periférico soteropolitano, precisou conciliar trabalho e criação artística no início de sua carreira.

“Você não pode parar e criar, você tem que trabalhar e criar ao mesmo tempo. Pagar contas e criar ao mesmo tempo. Isso acaba gerando muitas decisões que vão fazer com que você pague uma conta ou negue tudo para ter apenas o processo criativo. Isso poucas pessoas tem”, afirmou o comediante.

Presente no teatro desde o final dos anos 90 e na cena do stand-up desde 2017, Alan considera que o cenário baiano deste formato está no seu ápice, enfatizando a inclusão deste estilo de humor em relação a outros segmentos.

“O stand-up Comedy é mais inclusivo do que o próprio teatro tradicional porque as pessoas que fazem stand-up Comedy têm mais oportunidades em termos de instalação. O teatro é muito tecnológico, exige uma estrutura de luz, sonora, arquitetônica que muitos lugares não tem. O stand-up Comedy é muito aberto para o novo, ele tem uma estrutura que quem tá começando, pode escrever só 3 minutos, 5 minutos de construção teatral. Então ele acaba impulsionando a produção autoral, ele acaba sendo muito interessante para quem está começando”, disse Alan Miranda, deixando o adendo de que a comédia stand-up e os outros segmentos teatrais são áreas que têm similaridades mas, em geral, são diferentes.

Neste cenário, o stand-up baiano se destaca por seu “regionalismo que abraça o Brasil todo”. É o que diz o humorista Daniel Ferreira, apontando a origem e a cultura baiana como diferenciais para a comédia no estado.

“O stand-up baiano tem uma questão do regionalismo que abraça o Brasil inteiro. Inclusive hoje a gente percebe que tem muitas produções voltadas pro Nordeste, pra Bahia. Essa tentativa de se aproximar porque sabem que tem uma cultura rica aqui”, diz o artista.

O comediante, que recentemente lançou seu show solo ‘Vai viver comigo ou vai me ver vivendo?”, conta que o cotidiano é a principal fonte quando está construindo suas piadas.

“Meu processo criativo é muito do que acontece. Eu gosto muito de falar de cotidiano, pegar temas recentes do que está acontecendo, faço a minha observação de mundo sobre aquele tema. Também tem muito das minhas vivências e experiências particulares, que deixei mais pro meu show solo, que eu tenho uma hora de piadas sobre experiências que eu vivi”, afirmou.

Além dos processos e características, a recepção da piada é muito importante, e nesse sentido há uma questão de gênero muito forte. O stand-up desde sempre foi algo majoritariamente masculino, com poucas mulheres, no entanto, isso tem mudado cada vez mais. Um exemplo é o Clube Daz Minina, formado por Ana Carolana, Brida Aragão, Naiara Bispo e Renata Laurentino. Para a reportagem, as meninas se juntaram e deram uma resposta em conjunto sobre como tem sido a experiência feminina na comédia baiana e a aceitação cada vez maior para as mulheres nos palcos.

“O preconceito ainda existe, infelizmente. Isso é notório, inclusive quando tocamos nesse assunto e as pessoas, em sua maioria homens, ainda ficam na narrativa de que é vitimismo. Porém, as coisas estão melhorando sim, a aceitação do público através dos shows esgotados é a prova disso. Isso nunca acontecia com shows de elenco feminino. Até mesmo pelos assuntos que hoje nos sentimos mais à vontade para abordar. A cena também vem crescendo em número de comediantes mulheres e ficamos felizes com isso e no que podemos ajudar a fomentar isso, está sendo feito”, disseram.

No próximo dia 12 de junho, o grupo baiano vai realizar um show especial de Dia dos Namorados. A atração ocorrerá no Bombar, às 20h.

Em Salvador, os shows de stand-up são frequentes tanto em bares, como Bombar e Jubiabar, quanto em teatros renomados, como Sesi, Sesc e Jorge Amado.

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