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Técnica e Trajetória: A construção da obra de Guache Marques

  • Artes Visuais, Destaque 2-tela, Sub-Editoria Tela, Tela
  • 2025-10-24
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Durante toda a sua trajetória artística, desde os anos 70 na Escola de Belas Artes até hoje, o artista Guache Marques tem elaborado uma pesquisa e uma busca por algumas técnicas que conferimos a seguir:

Desenhos a Nanquim e Pastel Seco

O período que antecede o ingresso na Escola de Belas Artes da UFBa, em 1974, é quando são executados os trabalhos em nanquim, técnica usual entre vários artistas da época. O realismo fantástico era o estilo em voga nas artes plásticas e Guache desenvolveu, durante algum tempo essa técnica por suas afinidades com o desenho, tendo ganho em 1978, o 1º Prêmio no Salão Baiano de Artes Visuais concorrendo com vários artistas que viriam a fazer parte da Geração 70 nas artes visuais baiana, com a série de trabalhos intitulada: “Mãe Terra”, Mãe Útero” e Mãe Dor, consolidando-se numa técnica de difícil fatura, tendo ilustrado também com o seu trabalho, diversos livros de poesia.

Por outro lado, o tempo que o artista passou na Escola de Belas Artes, de 1974 a 1980 fazendo o curso de Artes Plásticas, coincide também com a produção dos trabalhos na técnica do pastel seco e lápis Caran D`ache. Trata-se de uma técnica difícil de ser executada considerando-se o desenho como a base da formação de todo artista, e Guache utilizou-se não só do papel como suporte, reinventando diversas maneiras na sua utilização. Daí nasceram trabalhos que mostravam um ‘surrealismo comedido’, segundo um dos seus mestres na EBA/UFBa, Juarez Paraiso.

Gravuras

De 1980 a 1985, Guache frequentou, como aluno e logo após como Professor Orientador, as Oficinas de Expressão Plástica (hoje Oficinas de Arte em Série) do Museu de Arte Moderna da Bahia sob a coordenação do artista plástico Juarez Paraiso, a convite deste. Neste período, após um curso ministrado pelo renomado gravador do Rio de Janeiro, Antonio Grosso, Guache executou diversas gravuras, notadamente litogravuras, técnica que mais o atraiu pelos recursos de desenho, e as possibilidades que ele encerra. Um desenho apurado de formas e figuras orgânicas, constituíam as suas criações desse período.

Foto-desenhos

Em meados da década de 80, Guache inaugurou uma fase inusitada em sua criação, fruto das suas vivências e inquietantes pesquisas acerca da ‘condição humana’… interessou-se por um trabalho que despisse o ser humano das suas vicissitudes mundanas, mostrando o seu lado esconso, animal, escondido sob uma capa de civilidade. Utilizou-se para isso de uma nova figuração, fruto de uma pesquisa feita a partir da observação da silhueta de peixes, perfilados em fotos (cedidas pelo fotógrafo baiano Renato Assis) que, uma vez trabalhadas com nanquim, lápis grafite e tinta acrílica, davam uma visão distorcida do ser humano, revelando os seus arquétipos. Uma das fases mais instigantes do artista, que num discurso áspero e sem concessões estilísticas, dava sua interpretação da realidade do homem desse final de século.

Pinturas

As Pinturas vieram a fazer parte da obra do artista a partir da década de 90, com o interesse cada vez maior por novos temas, materiais e suas diversas configurações. Técnicas que se aproximavam do desenho e dos trabalhos mais recentes do artista, foram assimiladas. As pinturas realizadas por Guache, nesse período, se revestem de um aprimorado estudo da temática afro-brasileira onde magia e mistério lhe servem como fontes constantes de inspiração. A sua técnica surpreende pelo uso de várias etapas em seu percurso para elaborar uma ‘pintura matérica’, buscando traços e texturas cavadas na camada de gesso e massa acrílica, com um inusitado resultado. Com as pinturas obteve o Prêmio de Fomento às Artes, concedido pela UNESCO para a América Latina, no V Mercado Cultural, com Sala Especial no Conjunto Cultural da Caixa em Salvador.

Arte Digital

A partir do advento da informática e sempre antenado com os avanços tecnológicos no âmbito das artes visuais, Guache passou a se interessar a partir de 2010, em realizar uma arte que se aproximasse dessa nova conquista e as suas ramificações no campo das artes. Quase como um pioneiro nessa atividade, revisitou a sua própria produção artística extraindo os signos e símbolos da sua vasta produção em desenho e pintura e elaborou trabalhos numa série intitulada de “Jogos Imaginários” onde perfilava signos, figuras e outras simbologias, como se estas fizessem parte de um jogo num tabuleiro de ideias e intenções. O resultado dessa busca, após ser impresso, recebe mais um tratamento artístico através do uso de espátulas, lápis, canetas permanentes, canetas Pósca e tinta acrílica, retirando pigmentos e acrescentando traços, cores e formas, configurando assim um trabalho único, uma monotipia, e não mais uma infogravura.

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