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Transtorno bipolar varia entre fase depressiva e maníaca

  • Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2024-03-29
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Maioria das pessoas costuma associar a doença apenas a mudanças de humor, mas outros sintomas podem aparecer; entenda mais sobre transtorno mental que afeta mais de 140 milhões no mundo todo

Mais de 140 milhões de pessoas em todo o mundo sofrem de transtorno bipolar, de acordo com dados recentes da OMS (Organização Mundial da Saúde). No entanto, ainda há muita desinformação sobre a doença, que é frequentemente associada exclusivamente aos “altos e baixos” de humor.

Segundo o Dr. Ariel Lipman, médico psiquiatra e diretor da SIG – Residência Terapêutica, o transtorno bipolar é uma doença psiquiátrica de caráter crônico e incurável, que diminui consideravelmente a qualidade de vida do paciente e vai muito além de mudar repentinamente de humor e “virar a chave” da alegria para a tristeza – ou vice e versa.

“É uma doença que consiste na apresentação de duas fases distintas, sendo uma fase depressiva e outra fase que chamamos de maníaca, que é um momento de euforia”, explica o médico. “Além dessas duas fases, a pessoa pode também ter a fase de normalidade”, completa.

Com isso, o especialista ressalta que, se não tratada, a doença traz um alto grau de comprometimento, já que as fases depressivas e eufóricas são extremamente disfuncionais na vida do paciente.

Causa

Há sempre dúvidas sobre fatores genéticos desencadearem a doença, mas até hoje não se sabe explicar sua causa. “Provavelmente existam fatores ambientais que participam do processo, mas também vemos um padrão familiar no aparecimento da doença”, comenta ele.

É também muito provável, segundo ele, que a pessoa nasça com a predisposição da doença, mas não dá para saber quando exatamente ela irá se manifestar. “Costuma ser uma doença de adultos jovens, então a fase de 15 a 35 anos é a de maior incidência da apresentação da primeira crise”, explica.

Diagnóstico e tratamento

Segundo o Dr. Lipman, o diagnóstico do transtorno é sempre clínico. “Não temos nenhum exame que nos mostre o caminho para o diagnóstico. Às vezes alguns exames podem ser pedidos mais para excluir outras causas do que para fazer o diagnóstico do transtorno bipolar”, explica.

Muitas vezes nas avaliações, o psiquiatra não consegue diagnosticar em uma primeira entrevista e pode demorar bastante tempo para fazer esse diagnóstico, mas assim que o especialista bater o martelo, é necessário iniciar o tratamento da doença, que é crônica e de caráter incurável.

“A gente tem hoje medicamentos que conseguem trazer um bom resultado, com o espaçamento de crise, controle parcial ou até mesmo controle total da crise, ou então, mesmo que ela venha a ocorrer, vem de forma menos intensas e menos duradouras, mais breves”, explica. “Além da medicação, a psicoterapia também pode ajudar, entre outras práticas que sempre são saudáveis para a saúde mental, como atividade física, psicoeducação, então é um tratamento que muitas vezes é multidisciplinar, mas raramente não precisa lançar mão de medicação”, finaliza.

Sobre a Sig – Fundada em 2011, no Rio de Janeiro, a Sig Residência Terapêutica, surgiu com o propósito de trazer um novo olhar em transtornos de saúde mental, com um tratamento humanizado, inclusivo e visando a ressocialização do paciente. Conta com 3 unidades, sendo duas na cidade do Rio de Janeiro e uma em São Paulo. Atualmente é gerida pelos sócios Dr. Ariel Lipman, Dra. Flávia Schueler, Dra. Anna Simões, Elmar Martins e Roberto Szterenzejer.

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