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Tuzé de Abreu estreia na Série Lunar com show autoral

  • Destaque 1-ribalta, Música, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta
  • 2024-04-24
  • Sem comentários
  • 2 minutos de leitura

Crédito: Renato Santana Santos

A fluidez, a alegria e o bom humor de Tuzé de Abreu desembarcam no Auditório Samuel Celestino, da Associação Bahiana de Imprensa, hoje (24), às 19h. O cantor, compositor e multi-instrumentista se apresentará pela primeira vez na Série Lunar, trazendo o seu show “Pupurriaçu”. O evento é gratuito e aberto ao público.

A Série Lunar, fruto da parceria entre a ABI e a Escola de Música da UFBA, promove concertos mensais com professores, servidores do corpo técnico-administrativo e alunos vinculados à Emus. O projeto acontece sempre em noite de lua cheia, proporcionando uma vista privilegiada para o Centro Histórico de Salvador, com boa música e um público participativo.

Admirado na cena artística baiana e brasileira, Tuzé de Abreu tocou e teve composições gravadas por nomes como os Doces Bárbaros, Moraes Moreira, Luiz Melodia, Chico Buarque, Caetano Veloso, e muitos outros. Foi parceiro de Tom Zé em “Frevo (Pecadinho)”, de 1972, e é autor de “Passarinho”, de 1973, música lançada por Gal Costa no álbum “Índia”.

O Pupurriaçu é fruto de muito ensaio e permeia a vida do artista e de seus familiares, sendo chamado carinhosamente por Tuzé de “autoanálise esportiva”. Em seu repertório, ele combina elementos da canção popular, para fazer performances, vinhetas, grafites, caricaturas, histórias em quadrinhos e até mesmo os famosos “memes”.

Ao dar detalhes sobre o seu processo criativo, Abreu conta que a semente geradora do espetáculo autoral nasceu na chamada terra da garoa: a cidade de São Paulo. O nome “Pupurriaçu” vem de uma brincadeira entre o termo francês “pot-pourri”, conhecido no meio musical como um agrupamento de obras diferentes no mesmo bloco, enquanto “açu” significa “grande”, no idioma tupi-guarani. O show conta com 31 canções que foram pensadas para voz e violão. Em uma delas, Tuzé faz parceria com Caetano Veloso.

“Um dia lembrei-me do pot-pourri da Casa de Francisca, e resolvi criar um maior, sem propósito de apresentação. Apenas como autoanálise do meu ser e agir, desde os anos de 1960 até a década de 2020″, relembra o artista.

Com o produtor Boré Luan, as apresentações do espetáculo que aconteceram na capital baiana já passaram pela Casa da Mãe, no Rio Vermelho; o Teatro Molière, na Aliança Francesa (Ladeira da Barra) e agora chegam ao Centro Histórico para mais uma Série Lunar na ABI.

De acordo com a coordenadora da Série Lunar, Amália Casal, a edição de abril foi viabilizada pelo patrocínio do Centro de Estudos Jurídicos Vivaldo Amaral (CEJVA), já que, em busca de equilíbrio econômico-financeiro, a ABI suspendeu os eventos culturais e readequou o expediente de sua sede, na Praça da Sé. A entidade busca apoio para realizar as próximas edições da temporada 2024.

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