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Uso de cigarros eletrônicos está aumentando no Brasil

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2025-08-28
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

No Dia Nacional de Combate ao Fumo especialista comenta sobre preocupação com esses novos fumantes

De acordo com dados divulgados pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca), vinculado ao Ministério da Saúde, o uso de cigarro eletrônico entre adultos brasileiros atingiu 2,6% em 2024, o maior índice desde o início da série histórica em 2019 e uma alta de 24% em um ano. Esse percentual representa cerca de quatro milhões de pessoas que utilizam esses dispositivos. Já dados da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) indicam que 9,3% da população adulta, equivalente a 19,6 milhões de pessoas, se declararam fumantes em 2024. A prevalência é maior entre homens, com 13,8%, contra 9,8% entre mulheres.

Para chamar atenção sobre o tema, 29 de agosto é o Dia Nacional de Combate ao Fumo e o uso crescente de dispositivos eletrônicos têm se tornado uma nova preocupação para os especialistas, especialmente entre jovens, que representam um grupo de risco em potencial. A pneumologista Daniela Campos comenta sobre isso. “O cigarro eletrônico, o famoso vape ou pod, atrai muitos jovens pela nova roupagem, alguns são até customizados. Além disso, não tem cheiro ruim e tem sabores, não tem aquele gosto ruim do alcatrão igual ao cigarro convencional”.

A especialista, que atende no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, comenta sobre os malefícios dos vapes. “Mesmo sendo um produto novo é uma droga que já vem sendo estudada. Em 2019 vários jovens faleceram de uma doença chamada EVALI, que é um dano alveolar difuso que vem causando nesses pacientes que levam a uma insuficiência respiratória aguda grave por um tapetamento, como se fosse um cimento que gruda no pulmão. Os pacientes internam como se fosse uma pneumonia e não é”, afirma. “Recentemente também foi descoberto o pulmão de pipoca, que é uma bronquiolite obliterante. E várias outras alterações sem serem pulmonares, como risco de câncer de boca, laringe, AVC, infarto, etc”, completa.

Mentira de mercado
Quando chegaram ao mercado, muitas pessoas começaram a usar os cigarros eletrônicos achando que seria uma forma de largar o cigarro. “A indústria começou com esse engodo, de que estavam lançando um produto para que ajudasse as pessoas a parar de fumar e algumas acreditaram, porque foi falado que existia uma quantidade de nicotina em gotas que a gente conseguia tatear. Por exemplo, o paciente fumava 20 cigarros, então a gente ia começar com o eletrônico com X gotas. Só que isso nunca existiu para nós médicos, porque a gente nunca soube a real quantidade de nicotina que tinha naquela gota. E a maioria desses cigarros eletrônicos já vinham com THC, que é um derivado da maconha”, pontua a pneumologista.

Alguns usuários dos cigarros eletrônicos falam que é possível controlar a quantidade de nicotina nas essências e até fazer sem essa substância, mas Daniela Campos contesta esse argumento. “É muito difícil controlar a quantidade de nicotina, mas mesmo que não tenha nicotina, tem o derivado da maconha, que é o THC. E mesmo que não tenha THC, tem amônia, propilenoglicol, chumbo, produtos extremamente tóxicos, nocivos e cancerígenos para o pulmão. Então vai fazer mal praticamente do mesmo jeito”, ressalta. “A a sua fumaça também tem substâncias tóxicas que podem levar ao enfisema e doenças pulmonares, como uma asma, em quem não é o fumante, mas inala essa fumaça”, acrescenta.

Existem projetos de lei em andamento para regulamentação dos cigarros eletrônicos no  Brasil, mas a especialista é contra essa possibilidade. “Nenhuma das sociedades médicas sérias apoiam a legalização do cigarro eletrônico, já que a gente viu que países como a Inglaterra e Reino Unido, que liberaram o uso dele, estão penando hoje com internações e a falta de leito por conta da EVALI e do pulmão da pipoca, que é a bronquiolite. E  com jovens de 12, 13 anos usando, porque foi permitido. Então, nós somos contra. A Sociedade Goiana de Pneumologia é contra. A Sociedade Brasileira de Pneumologia é contra. Continuaremos contra”, salienta a médica.

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