Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Vulva não é vagina e precisa e merece cuidados especiais

  • Destaque 2-vitalidade, Saúde, Sub-Editoria Vitalidade, Vitalidade
  • 2024-08-14
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Primeiro produto de cuidado para a vulva chega ao mercado, com substâncias como ácido hialurônico e dexpantenol. O tema ainda esbarra em falta de informação e tabus

Pouco ou nada se fala sobre os cuidados necessários com a vulva, parte externa dos genitais femininos, muitas vezes ainda confundida com a vagina e que pode sofrer com ressecamento e doenças da pele. 

Entre os acometimentos mais comuns na região estão as dermatites ou eczemas, que podem afligir até 50%¹ das pacientes com sintomas bem incômodos, como o prurido (coceira). Outras queixas comuns ouvidas em consultórios estão as infecções, lesões, além da síndrome geniturinária da menopausa², que é um conjunto de alterações pela perda de estrogênio nesta fase, que pode deixar a pele da vulva ressecada, mais fina e com tonalidade pálida. 

A síndrome geniturinária da menopausa tem uma prevalência que varia de 36% a quase 90% entre mulheres na peri e pós-menopausa, mas também pode ocorrer em 19% das mulheres entre os 40 e 45 anos, os chamados anos pré-menopausa. 

Além das questões fisiológicas, a realização de procedimentos estéticos também pode causar mudanças na vulva e levar à necessidade de recuperação cutânea, como lasers, radiofrequência genital, ninfoplastia, peeling para clareamento, preenchimento de grandes lábios, entre outros. A prática intensa de exercícios físicos também pode afetar a vulva devido ao atrito com a roupa de ginástica e equipamentos de academia (como em aulas de spinning). 

De acordo com a Diretriz Europeia para Tratamentos de Doenças da Vulva³, para o cuidado diário com o órgão a recomendação geral é evitar o contato com sabonetes comuns ou xampu, sendo indicado utilizar substituto ao sabonete e hidratantes emolientes, indicados para pele seca, com coceira ou descamação. Produtos gerais de higiene levam em sua composição álcool e aditivos que dão cor e cheiro específico, não indicados para a região íntima. 

Pensando nessa necessidade específica, o primeiro dermocosmético do mercado nacional indicado para a hidratação vulvar, Belavie, foi testado e desenvolvido pela Genom, divisão de negócio da União Química, líder em saúde feminina. 

Formulado com ácido hialurônico, associado ao dexpantenol e à manteiga de karité, o hidratante acelera a reparação da barreira cutânea da vulva, protege e atua na firmeza e produção de colágeno, com fator antienvelhecimento. Os testes clínicos com 35 participantes indicaram que após o 28º dia de uso diário, o pH cutâneo se manteve inalterado e o hidratante promoveu sensação prolongada de hidratação, conforto, e preveniu quadros severos de ressecamento, descamação e coceira. As participantes também perceberam melhorias na aparência da pele da vulva, na irritabilidade e sensibilidade.

O produto é rapidamente absorvido, não deixando a pele oleosa ou com resíduos, e proporciona sensação de proteção na área íntima. Os testes de interação com preservativos também mostraram que o hidratante não afeta a integridade do látex.

“Diferente dos produtos hormonais para tratamento ginecológico e geralmente aplicados diretamente no canal vaginal, um dermocosmético específico para a vulva auxilia no cuidado diário com uma área do corpo que recebe diversos impactos da rotina do dia-a-dia, como quando sentamos, corremos e usamos roupas por muitas horas seguidas, por exemplo”, ressalta Dr. Luis Gerk de Azevedo Quadros, ginecologista, mastologista e gerente médico da União Química. 

Vulva não é Vagina

Ao falar sobre os cuidados com a saúde vulvar é preciso ressaltar a importância do autoconhecimento e autonomia sobre o próprio corpo. Saber diferenciar as partes que formam o órgão sexual e identificar qualquer mudança de coloração, de textura ou aparecimento de sinais como cistos, lesões ou corrimentos fora do padrão. 

“Ainda há muitos tabus e falta de conhecimento, especialmente entre a diferença da vulva e a vagina. Essa informação é essencial para que as pacientes saibam identificar quando há algum sinal de problema com a região e quando é necessário buscar atendimento ginecológico” alerta Dr. Luis. 

A vulva é toda a parte externa do órgão sexual, formada por dois lábios maiores, que costumam ter pelos; dois lábios menores, que ficam internamente aos lábios maiores, envolvendo a entrada da vagina; o clitóris, com terminações nervosas sensíveis e importantes para o prazer, envolto pelos lábios e recoberto por uma pele (prepúcio); a abertura da vagina, por onde ocorre o parto vaginal, sai a menstruação e que é penetrada pelo pênis na relação sexual; e a abertura da uretra, por onde sai a urina, localizado abaixo do clitóris. 

A pele que recobre a vulva se assemelha à do restante do corpo, mas cada parte que compõe essa região possui uma peculiaridade: os grandes lábios contêm tecido gorduroso, glândulas sebáceas e sudoríparas e também vasos sanguíneos, que podem formar varicosidades (veias dilatadas). Já os pequenos lábios são recobertos por mucosa, ricos em vasos sanguíneos e sem pelos, tendo coloração rósea. 

A vagina é a parte interna do órgão sexual, que tem a capacidade de dilatação, como no momento do parto vaginal, e tem uma lubrificação natural. 

“Cada mulher possui sua região íntima com determinadas característica e uma não é igual a outra, por isso precisamos naturalizar esse conhecimento para promover a saúde genital entre mulheres” finaliza Dr. Luis.

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorCurso de Adereços de Fábio Sande tem inspiração no o carnavalesco Joãozinho Trinta
PróximoSabores de cafeteria em casa: 3 receitas com Monin Expérience para dar um upgrade aos cafés nos dias mais friosNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Idosos de todo Brasil podem viajar sem gastos com passagem e sem burocracia em trajetos interestaduais

19 de março de 2026

Uso de canetas emagrecedoras por idosos acende alerta

19 de março de 2026

Editora Melhoramentos lança a coleção “Bicho Letrado” com foco na fase inicial da alfabetização

19 de março de 2026

Grupo Marujos Pataxó da Aldeia Mãe Barra Velha transformam ancestralidade em patrimônio  

19 de março de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Idosos de todo Brasil podem viajar sem gastos com passagem e sem burocracia em trajetos interestaduais

Uso de canetas emagrecedoras por idosos acende alerta

Editora Melhoramentos lança a coleção “Bicho Letrado” com foco na fase inicial da alfabetização

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui