Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Yamandu Costa e Zambujo fazem a ponte Brasil-Portugal com “Prenda Minha”

  • Destaque 1-ribalta, Música, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta
  • 2024-05-24
  • Sem comentários
  • 4 minutos de leitura

Foto: Kenton Thatcher

Já disponível nas plataformas digitais, álbum celebra o encontro de ritmos lusófonos. Repertório inclui clássicos de Chico Buarque, Tom Jobim, Lupicínio, canções latino-americanas e faixas autorais

Um álbum que celebra a amizade de dois artistas e – sobretudo – a simbiose de ritmos lusófonos. “Prenda Minha”, do violonista gaúcho Yamandu Costa e do cantor português António Zambujo, chega às plataformas digitais solidificando a ponte que une os povos de Brasil e Portugal. Voz e violão formam um conjunto em perfeita harmonia ao longo de 14 faixas, refletindo um gosto musical comum. Na escolha do repertório, os dois artistas atravessam fronteiras e incorporam sonoridades de outros países. O álbum reúne desde clássicos de Chico Buarque, Tom Jobim e Lupicínio até pérolas do cancioneiro latino-americano, além de composições autorais.

“Prenda Minha” inclui bossa nova, música tradicional portuguesa, choro, chamamé e guarânia, bem como bolero mexicano e “um monte de coisas diferentes que a gente gosta de escutar”, segundo Yamandu. Lançado pela Universal Music Portugal, o álbum abre com a faixa-título, parceria do violonista com o compositor Paulo César Pinheiro. “Bela como a onça parda / Quando espreita a guarda / Quieta pra nos tocaiar / Pele quase cor de mate / Lábio de escarlate / Pronta pra beijar”, diz a letra de “Prenda Minha”.

Na sequência, vem “Nervos de Aço”, de Lupicínio Rodrigues, cujos versos caem como uma luva no timbre marcante de Zambujo e no compasso de Yamandu ao violão de sete cordas. A dupla também dá nova roupagem a temas consagrados do cancioneiro nacional, como “Valsinha”, de Chico Buarque e Vinícius de Moraes, “Gente Humilde” (Chico, Vinícius e Garoto), “Falando de Amor (Tom Jobim) e “Tristeza do Jeca”, de Angelino de Oliveira.

Já os ritmos latino-americanos ganham destaque com “Profecía”, do cubano Antonio Machin, “Recuerdos de Ypacaraí” (Demetrio Ortiz e Zulema de Mirkin) e “Cosechero”, do argentino Rámon Ayala, que fecha o álbum. Yamandu brilha sozinho nas faixas instrumentais “Odeon”, clássico de Ernesto Nazareth, e “Serelepe”, de autoria própria. A mistura de ritmos e sonoridades diversos é puro deleite para os ouvintes.

“Não houve uma concepção muito elaborada do repertório, que é bem eclético. A gente toca e canta o que gosta de ouvir. Por isso a América Latina está muito presente no álbum. É como se a gente revisitasse as nossas raízes musicais. ‘Prenda Minha’ retrata nossa amizade, nossos encontros e a nossa vontade de estar juntos no palco”, diz Yamandu, lembrando que as gravações ocorreram no seu estúdio em Lisboa, “sem nenhuma parafernália”.

Para entender o início dessa parceria, é preciso voltar a 2008. Segundo Yamandu, o primeiro contato com Zambujo – que além de cantor também é compositor e instrumentista – aconteceu quando este começava a fazer carreira no Brasil. Naquele ano, ele veio ao país para sua primeira apresentação, um show no Jardim Botânico, no Rio de Janeiro, para o qual convidou Yamandu através de um amigo em comum.

“Eu aceitei e combinamos um ensaio. Ali já se deu uma sintonia, uma afinidade muito grande, que veio de forma natural. Não conseguimos ensaiar para o show, mas viramos amigos instantaneamente”, recorda. Zambujo, por sua vez, já era um dos maiores intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesas – e um dos seus mais notáveis embaixadores no mundo.

“Fazer o ‘Prenda Minha’ era algo inevitável. Tinha de acontecer. Desde que nos conhecemos, Yamandu e eu sempre mostramos uma grande afinidade na escolha das músicas. Logo começamos a fazer shows juntos. O álbum é fruto dos nossos encontros, das conversas regadas a bons vinhos, deste amor pela música que nos une. Acredito que este será o primeiro de muitos discos que vamos fazer juntos”, aposta Zambujo.

Os dois chegaram a fazer uma turnê no Brasil em 2014, com apresentações em meia dúzia de cidades. Mas ambos tinham o desejo de ir mais longe e estreitar os laços musicais. A parceria foi reforçada há quatro anos, quando Yamandu fixou residência em Portugal – incentivado pelo próprio Zambujo. 

Em setembro de 2022, veio o show que deu origem ao disco, no palco do Teatro Tivoli, em Lisboa, durante as comemorações do bicentenário da Independência do Brasil. Desde então, os dois vêm lotando teatros e salas de espetáculos em países como Brasil, Portugal, Espanha, França e Sérvia. Agora chegou a vez de lançar um álbum que fortalece os vínculos de amizade e abre novos horizontes na trajetória de Yamandu e Zambujo. “Prenda Minha” é um marco na carreira de artistas que transitam por culturas e gêneros musicais diferentes, sem jamais perder a originalidade.

FICHA TÉCNICA

Prenda Minha

António Zambujo e Yamandu Costa

Gravação: Jorge Cervantes – Estúdio Bagual (Lisboa)

Edição: Elodie Bouny, Jorge Cervantes

Mixagem e Masterização: Jorge Cervantes – CervanteStudio

Produção: Yamandu Costa e António Zambujo

Universal Music Portugal (2024)

 Faixas: Ouça aqui
1. Prenda Minha – Yamandu Costa e Paulo César Pinheiro
2. Nervos de Aço – Lupicínio Rodrigues
3. Serelepe – Yamandu Costa
4. Sinal da Cruz – Ferrer Trindade e Max
5. Valsinha – Chico Buarque e Vinícius de Moraes
6. Recuerdos de Ypacaraí – Demetrio Ortiz e Zulema de Mirkin
7. Tristeza do Jeca – Angelino de Oliveira
8. Falando de Amor – Tom Jobim
9. Gente Humilde – Chico Buarque, Vinícius de Moraes e Garoto
10. Odeon – Ernesto Nazareth
11. Estrela da Tarde – José Carlos Ary dos Santos e Fernando Tordo
12. Profecía – Antonio Machin
13. Rapaz da Camisola Verde – Pedro Homem de Mello e Frei Hermano da Câmara
14. El Cosechero – Ramón Ayala

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorVocê sabe qual a idade ideal para realizar implante dentário?
PróximoTenha uma relação mais saudável com a tecnologia e fique bem, mesmo longe das telasNext
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Idosos de todo Brasil podem viajar sem gastos com passagem e sem burocracia em trajetos interestaduais

19 de março de 2026

Uso de canetas emagrecedoras por idosos acende alerta

19 de março de 2026

Editora Melhoramentos lança a coleção “Bicho Letrado” com foco na fase inicial da alfabetização

19 de março de 2026

Grupo Marujos Pataxó da Aldeia Mãe Barra Velha transformam ancestralidade em patrimônio  

19 de março de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Idosos de todo Brasil podem viajar sem gastos com passagem e sem burocracia em trajetos interestaduais

Uso de canetas emagrecedoras por idosos acende alerta

Editora Melhoramentos lança a coleção “Bicho Letrado” com foco na fase inicial da alfabetização

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui