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Afrocidade lança EP “Me Leva Tambor” e reforça sua força como movimento musical e político da Bahia

  • Destaque 1-ribalta, Música, Ribalta, Sub-Editoria Ribalta
  • 2025-11-12
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Créditos: Bruno Zambelli e Luma Nascimento

 O lançamento celebra a herança negra e a inovação artística, com colaborações de Evandro Okàn, Ilê Aiyê e produção visual em inteligência artificial.

O coletivo Afrocidade, um dos principais expoentes da música afro-baiana contemporânea, apresenta seu novo trabalho, o EP Me Leva Tambor, que será lançado em 13 de novembro de 2025, uma imersão sonora e visual que traduz a força das ancestralidades em diálogo com o futuro.

Criado em Camaçari (BA) em 2011 por Eric Mazzone, o Afrocidade se consolidou como um movimento musical e político que mistura ritmos afro-baianos com música eletrônica, valorizando a cultura negra, a espiritualidade e as potências periféricas. O grupo, que já dividiu o palco com nomes como Liniker, Pabllo Vittar, Luedji Luna e Majur, e percorreu a Europa em 2025 com sua primeira turnê internacional junto com Timbalada, chega agora a uma nova etapa criativa.

O EP Me Leva Tambor encerra uma trilogia de singles que reafirma o compromisso do Afrocidade com a ancestralidade e a experimentação. O projeto é composto por “Oríkì”, cujo videoclipe, dirigido por Luma Nascimento e Bruno Zambelli, é uma obra vanguardista e o primeiro no Brasil inteiramente realizado com inteligência artificial.

Na sequência, o EP apresenta “Iyalodê”, inspirado em Oxum/Dandalunda, e culmina com “Me Leva Tambor” — single que fecha o EP homônimo —, faixa inédita que conta com a participação de Evandro Okàn e do Ilê Aiyê, além dos vocais de Fernanda Maia. Com uma sonoridade envolvente e uma pegada romântica, a canção afirma que o principal tambor é o coração: a batida vital e ancestral que move o corpo e conecta mundos.

A capa do EP, criada por Bruno Zambelli e Luma Nascimento com o uso de inteligência artificial, traduz visualmente essa fusão entre tradição e tecnologia. O resultado é uma imagem simbólica e poética que projeta o Afrocidade em uma dimensão estética inédita, onde o sagrado e o digital coexistem.

Reconhecimento e próximos passos

O Afrocidade foi recentemente selecionado no Edital Natura Musical 26/27 (2026–2027), consolidando seu papel de destaque no cenário nacional. O lançamento do EP Me Leva marca não apenas o fechamento de um ciclo criativo, mas também abre os caminhos para o próximo ano, que será dedicado ao lançamento de um novo álbum do grupo. Este novo projeto sinaliza uma transição decisiva: o Afrocidade deixa de operar como banda tradicional e inaugura uma nova fase como Bloco Afro Contemporâneo, um formato mais fluido, coletivo e conectado com o território, em que o show se transforma em cortejo, o vocal é rotativo e o álbum se torna avenida. O projeto inclui chamada pública para compositores da região metropolitana de Salvador e três grandes apresentações: em Camaçari, Salvador e São Paulo.

Com o lema “Afrocidade na máxima”, o coletivo segue transformando emoção em ritmo e o corpo em território de conexão. Me Leva é mais do que um EP: é um convite a sentir, dançar e se deixar guiar pelas pulsões afro-futuristas da Bahia.

Ficha Técnica “Me Leva Tambor”

Direção Musical: Eric Mazzone

Composição: Eric Mazzone/Ilê Aiyê,/Young Piva Evandro Okan

Produção Musical: Tôpera Sound / Marley Bass, Ícaro Santiago

Voz: Fernanda Maia, Evandro Okan, Ilê Ayiê

Piano: Topêra Sounds e Ícaro Santiago

Synth: Tôpera Sound / Ícaro Santiago

Beat: Topêra Sounds / Ícaro Santiago

Bass: Tôpera Sound / Marley Bass

Samba Afro: Ilê Ayiê

Bongô: Eric Mazzone

Shake: Eric Mazzone

Violão: Eric Mazzone

Guitarra: Eric Mazzone

Finalização: Ícaro Santiago

Mix / Master: Vitor Vogan

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