Ir para o conteúdo
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
  • Envelhescência
  • Ribalta
    • Música
    • Teatro
    • Circo
    • Dança
    • Agenda
  • Planeta
    • Saia de Casa
    • Natureza
    • Bichos
  • Palavras
    • Literatura
    • História e Patrimônio
    • Educação
    • Balbúrdia
  • Tela
    • Audiovisual
    • Artes Visuais
    • Decoração
  • Banquete
    • Comida
    • Bebida
  • Atitude
    • Beleza
    • Moda
    • Comportamento
  • Vitalidade
    • Saúde
    • Bem Estar
Facebook Instagram

Agosto é mesmo o “mês do desgosto”? O que diz a astrologia

  • Atitude, Comportamento, Destaque 2, Sub-Editoria Atitude
  • 2026-08-20
  • Sem comentários
  • 3 minutos de leitura

Ditado ganhou força com crenças europeias e episódios da história brasileira, mas a astrologia não classifica o mês como azarado.

Agosto costuma carregar a fama de ser um mês demorado. Em 2026, essa percepção ganhou até um reforço visual: o mês começou em um sábado, termina em uma segunda-feira e distribui seus 31 dias por seis linhas do calendário. Além disso, reúne cinco segundas-feiras, nos dias 3, 10, 17, 24 e 31. A sensação de que o período se prolonga favorece o retorno de uma velha expressão popular nas conversas e nas redes sociais: “agosto, mês do desgosto”.

Para Re Cámp, astróloga e especialista em Feng Shui, o calendário convencional não oferece base para definir um mês inteiro como favorável ou desfavorável. “A astrologia observa os trânsitos planetários de determinado período e a relação deles com o mapa de cada pessoa. Não existe uma regra segundo a qual agosto seja, por natureza, um mês de perdas, conflitos ou azar”, explica.

A fama reúne diferentes camadas culturais e históricas. Uma reportagem publicada pelo Terra relaciona a crença europeia a períodos de calor intenso, epidemias e dificuldades nas colheitas, além da antiga tradição portuguesa de evitar casamentos durante a temporada das grandes viagens marítimas. No Brasil, episódios como o suicídio de Getúlio Vargas, em 24 de agosto de 1954, e a renúncia de Jânio Quadros, em 25 de agosto de 1961, ajudaram a reforçar a má fama.

A astrologia, contudo, não organiza suas interpretações a partir dos meses do calendário civil. Agosto costuma começar com o Sol em Leão e terminar com sua passagem por Virgem. Simbolicamente, Leão está relacionado à expressão, criatividade e identidade, enquanto Virgem direciona a atenção para a rotina, organização e análise. Os demais movimentos planetários mudam a cada ano, o que impede a criação de uma previsão fixa para o período.

Em 2026, o mês ganhou uma carga simbólica maior por reunir dois eclipses. O calendário astronômico da NASA registra um eclipse solar total em 12 de agosto e um eclipse lunar parcial em 28 de agosto. Na astrologia, esses fenômenos costumam ser associados a mudanças, revelações e encerramentos, mas isso não significa que estejam ligados a acontecimentos obrigatoriamente negativos.

“Períodos intensos podem trazer desconforto porque exigem revisão de escolhas e atitudes. O problema surge quando qualquer contratempo passa a ser interpretado como prova de que o mês é ruim. A pessoa deixa de observar o contexto e atribui ao calendário algo que pode fazer parte da própria vida”, afirma Re Cámp.

A crença também influencia comportamentos. Quem entra em agosto esperando problemas tende a reparar mais em atrasos, discussões e imprevistos, enquanto acontecimentos positivos recebem menos atenção. Com o tempo, essa seleção reforça a superstição. O receio pode interferir em decisões concretas, como adiar uma cerimônia, recusar uma oportunidade ou iniciar o mês em estado permanente de alerta.

No Feng Shui, Re lembra que o ambiente pode contribuir para a sensação de segurança e clareza, mas nenhuma casa se torna negativa apenas porque agosto começou. Manter a entrada livre, retirar objetos quebrados e preservar a circulação ajuda a reduzir a percepção de estagnação em qualquer época do ano. Agosto chega com trânsitos próprios, fatos inesperados e escolhas cotidianas, como todos os outros meses. O desgosto permanece muito mais ligado à força do ditado do que a uma condenação escrita no calendário.

Relacionado

Gostou do conteúdo?
Compartilhe:

PrevAnteriorRosa Maria Murtinho celebra 93 anos com espetáculo “Uma vida em cores”
PróximoFebre dos cosméticos coreanos exige cautela no uso e na compra, alerta dermatologista  Next
Picture of Iven

Iven

Postagens Recentes

Estresse e doenças reumáticas: cuidar da saúde mental também faz parte do tratamento

3 de setembro de 2026

“Síndrome da vagina de Barbie”: por que a vulva perfeita não existe — e quando a cirurgia íntima deve realmente ser indicada

3 de setembro de 2026

Maria Filó anuncia parceria com o SP Open e apresenta collab exclusiva para além das quadras

3 de setembro de 2026

Nativa SPA ganha versão mais marcante com lançamento de Ameixa Intensa

3 de setembro de 2026
Ver mais

Jornalista que gosta muito do que faz e que quer dar espaço para quem quer mudar o mundo para melhor.

Icon-facebook Instagram

Postagens Recentes

Estresse e doenças reumáticas: cuidar da saúde mental também faz parte do tratamento

“Síndrome da vagina de Barbie”: por que a vulva perfeita não existe — e quando a cirurgia íntima deve realmente ser indicada

Maria Filó anuncia parceria com o SP Open e apresenta collab exclusiva para além das quadras

Conheça Doris e Equipe

Copyright © 2023. Todos os direitos reservados.

  • Política e Privacidade
  • Contato
  • Anuncie aqui